neturei karta
08-07-2003, 15:19
Abaixo a ofensiva nazista de Sharon!
Joseph Weil,
da Revista Marxismo Vivo
A resistência palestina cresceu em resposta à operação do Exército de Israel contra a ANP. Os grupos armados palestinos anunciaram uma intensificação da Intifada, enquanto as Forças Nacionais e Islâmicas Palestinas (coalizão de 13 facções), chamou a uma frente única contra Israel para defender o povo palestino.
O jornal mexicano La Jornada conta que um membro das brigadas dos Mártires de Al Aqsa, grupo armado próximo a Fatah, movimento do próprio Arafat, gritava em um campo de refugiados próximo a Gaza: “O ataque contra Arafat não logrará seu objetivo. Sharon foi quem começou a guerra, porém não poderá terminá-la”.
A Frente Popular para a Libertação de Palestina se declarou em guerra contra Israel e disposta a atacá-lo em qualquer lugar do mundo.
Cabe ao movimento operário, popular e democrático de todo mundo assumir a bandeira da libertação da Palestina, ainda mais em um momento que, estimulados por seus patrocinadores norte-americanos, os fascistas de Sharon avançam para um novo massacre que pode ser ainda maior do que o que já vem praticando nos últimos meses. É necessário ocupar as embaixadas e representações de Israel e dos seus aliados imperialistas. É necessário apoiar as iniciativas de visitar os territórios ocupados e prestar solidariedade à causa palestina.
Israel é um Estado nazista
O escritor português José Saramago, horrorizado pelo que viu em sua visita a Ramallah, comparou as ações do governo israelense contra os palestinos ao que os nazistas fizeram com os judeus no campo de extermínio de Auschwitz, durante a Segunda Guerra Mundial.
Imediatamente uma onda de indignação contra Saramago, chamando-o de dominado pela ‘cegueira’, anti-semita, etc. saiu dos “meios bem pensantes” da intelectualidade, inclusive da esquerda e, obviamente, foi utilizado pela mídia dominada pelos monopólios norte-americanos.
No entanto, de acordo com o próprio jornal israelense Maariv, um oficial das Forças Armadas israelenses aconselhou seus homens a estudar as táticas adotadas pelos nazistas: “Se o nosso trabalho é lidar com um campo de refugiados densamente povoado, ou tomar a Casbah* de Nablus, e se essa tarefa é dada a um oficial de modo a fazê-lo sem baixas em ambos os lados, ele deve então antes de tudo analisar e ter em conta as lições de batalhas passadas, e mesmo – por mais chocante que isso possa parecer- – analisar como o exército alemão operava no Gueto de Varsóvia”.
Quando juntamos essa preleção de um oficial aos fatos recentes, tais como os números marcados pelos israelenses nas mãos e braços dos prisioneiros palestinos há pouco mais de três semanas, tudo parece convergir para a idéia de que os soldados de Israel são ensinados a tratar os palestinos como sub-homens ou uma sub-raça, como os nazistas consideravam os judeus humilhados e desesperados do Gueto de Varsóvia em 1944. Em tempo: as autoridades nazistas chamavam a organização de resistência no Gueto de Varsóvia, a ZOB, de “terrorista”.
Saramago não teve medo de falar claro: a ocupação israelense é um crime contra a Humanidade.
Joseph Weil,
da Revista Marxismo Vivo
A resistência palestina cresceu em resposta à operação do Exército de Israel contra a ANP. Os grupos armados palestinos anunciaram uma intensificação da Intifada, enquanto as Forças Nacionais e Islâmicas Palestinas (coalizão de 13 facções), chamou a uma frente única contra Israel para defender o povo palestino.
O jornal mexicano La Jornada conta que um membro das brigadas dos Mártires de Al Aqsa, grupo armado próximo a Fatah, movimento do próprio Arafat, gritava em um campo de refugiados próximo a Gaza: “O ataque contra Arafat não logrará seu objetivo. Sharon foi quem começou a guerra, porém não poderá terminá-la”.
A Frente Popular para a Libertação de Palestina se declarou em guerra contra Israel e disposta a atacá-lo em qualquer lugar do mundo.
Cabe ao movimento operário, popular e democrático de todo mundo assumir a bandeira da libertação da Palestina, ainda mais em um momento que, estimulados por seus patrocinadores norte-americanos, os fascistas de Sharon avançam para um novo massacre que pode ser ainda maior do que o que já vem praticando nos últimos meses. É necessário ocupar as embaixadas e representações de Israel e dos seus aliados imperialistas. É necessário apoiar as iniciativas de visitar os territórios ocupados e prestar solidariedade à causa palestina.
Israel é um Estado nazista
O escritor português José Saramago, horrorizado pelo que viu em sua visita a Ramallah, comparou as ações do governo israelense contra os palestinos ao que os nazistas fizeram com os judeus no campo de extermínio de Auschwitz, durante a Segunda Guerra Mundial.
Imediatamente uma onda de indignação contra Saramago, chamando-o de dominado pela ‘cegueira’, anti-semita, etc. saiu dos “meios bem pensantes” da intelectualidade, inclusive da esquerda e, obviamente, foi utilizado pela mídia dominada pelos monopólios norte-americanos.
No entanto, de acordo com o próprio jornal israelense Maariv, um oficial das Forças Armadas israelenses aconselhou seus homens a estudar as táticas adotadas pelos nazistas: “Se o nosso trabalho é lidar com um campo de refugiados densamente povoado, ou tomar a Casbah* de Nablus, e se essa tarefa é dada a um oficial de modo a fazê-lo sem baixas em ambos os lados, ele deve então antes de tudo analisar e ter em conta as lições de batalhas passadas, e mesmo – por mais chocante que isso possa parecer- – analisar como o exército alemão operava no Gueto de Varsóvia”.
Quando juntamos essa preleção de um oficial aos fatos recentes, tais como os números marcados pelos israelenses nas mãos e braços dos prisioneiros palestinos há pouco mais de três semanas, tudo parece convergir para a idéia de que os soldados de Israel são ensinados a tratar os palestinos como sub-homens ou uma sub-raça, como os nazistas consideravam os judeus humilhados e desesperados do Gueto de Varsóvia em 1944. Em tempo: as autoridades nazistas chamavam a organização de resistência no Gueto de Varsóvia, a ZOB, de “terrorista”.
Saramago não teve medo de falar claro: a ocupação israelense é um crime contra a Humanidade.