Osama
30-04-2004, 00:00
O Reino Unido é o país mais tolerante da Europa
Opinião de uma escritora Muçulmana
Sara Joseph define-se a si mesma como tratando-se de uma Muçulmana Britânica,
a qual ?abraçou o Islão não por ter nascido Muçulmana ou devido à sua família,
mas sim por pretender seguir um caminho diferente?.
MANAMA, 11 de Março de 2004 ? ? O Reino Unido é o país Europeu mais tolerante para com os Muçulmanos, não obstante as dificuldades e os assustadores desafios por estes enfrentados no Ocidente, desde que se deu o 11 de Setembro?, escreveu uma famosa escritora Britânica Muçulmana.
Sarah Joseph, editora da revista Inglesa Emel, afirma que, na Grã-Bretanha, existe uma grande liberdade religiosa, assim como uma enorme liberdade de expressão, insistindo na importância do estabelecimento de relações com o povo Britânico, referiu o jornal de expressão Inglesa Gulf Daily News, de Bahrain, na passada quarta-feira, do dia 10 de Março de 2004.
?As acções do governo Britânico não reflectem a maneira de ser do povo Britânico?, referiu ela na sua visita de quatro dias em Bahrain, onde proferiu uma série de palestras a respeito das questões quentes Islâmicas. Segundo esta autora, os quase dois milhões de pessoas que ocuparam as ruas de Londres, em protesto contra a guerra no Iraque, é um ponto a ter em consideração.
?A grande maioria que protestava contra a guerra era não-Muçulmana. Tratavam-se de pessoas preocupadas com a questão Israelita e com o conflito na Palestina, questões com as quais também nós nos preocupamos?, citou-a o jornal do Bahrain.
?A mais praticada?
Joseph predisse que, em 2020, o Islamismo seria a religião mais praticada na Grã-Bretanha.
?Representamos a segunda maior religião da Grã-Bretanha e, em 2020, seremos a religião mais praticada, caso usemos a presença de fiéis na Igreja e na Mesquita como medida?, referiu ela.
Segundo ela, espera-se que, nos próximos 16 anos, a presença de fiéis na Mesquita ultrapasse a presença de fiéis na Igreja. O jornal Britânico The Sunday Times referiu que, no último mês de Janeiro, o números de Muçulmanos Britânicos que frequentam as Mesquitas para oração, ultrapassou o número de praticantes regulares da Igreja Anglicana, a Igreja mãe da comunidade Anglicana.
Relatórios Britânicos no último mês revelam também que perto de 14.000 membros da elite Britânica se converteram ao Islamismo.
O jornal The Gulf Daily News cita estimativas que sugerem que, no Reino Unido, e um pouco por todo o lado, entre 10.000 a 50.000 pessoas se convertem ao Islão anualmente, sendo que este país é o actual lar de aproximadamente 1,8 milhões de Muçulmanos.
?O Fundamentalismo Secular?
Além disso, Joseph avisa que a Europa corre o risco de se tornar vítima do que ela apelida de ?fundamentalismo secular?, refere o jornal de expressão Inglesa de Bahrain.
?É o outro extremo daquilo que dizem estar a tentar combater?, referiu ela.
?O fundamentalismo secular arrasta-se pela Europa ? não há mais lugar para Deus no discurso político?.
?Para mim, isto representa uma tendência particularmente preocupante. As pessoas de fé têm que se erguer e lutar contra este fundamentalismo secular?, acrescentou ela.
Apresentou, como exemplo, o banimento do Hijab por parte do Presidente Francês, Jacques Chirac, o qual pretendia, com semelhante atitude, conseguir apoios dos seus opositores à Direita.
No dia 10 de Fevereiro, uma maioria decisiva do parlamento francês fez adoptar um projecto de lei controverso, o qual levaria ao banimento do Hijab e de insígnias religiosas das escolas estatais, não obstante a forte oposição por parte das minorias do país e de grupos internacionais defensores dos direitos dessas mesmas minorias.
Presentemente, Joseph prossegue com o seu doutoramento em ?Ingleses que abraçam o Islão?, no King?s College de Londres.
Define-se a si mesma como uma Muçulmana Britânica, que ?abraçou o Islão não por ter nascido Muçulmana ou devido à sua família, mas sim por pretender seguir um caminho diferente.
[align=left:4f41b0d58b]? Recolhido da revista www.alfurqan.pt - nº. 138[/align:4f41b0d58b]
Opinião de uma escritora Muçulmana
Sara Joseph define-se a si mesma como tratando-se de uma Muçulmana Britânica,
a qual ?abraçou o Islão não por ter nascido Muçulmana ou devido à sua família,
mas sim por pretender seguir um caminho diferente?.
MANAMA, 11 de Março de 2004 ? ? O Reino Unido é o país Europeu mais tolerante para com os Muçulmanos, não obstante as dificuldades e os assustadores desafios por estes enfrentados no Ocidente, desde que se deu o 11 de Setembro?, escreveu uma famosa escritora Britânica Muçulmana.
Sarah Joseph, editora da revista Inglesa Emel, afirma que, na Grã-Bretanha, existe uma grande liberdade religiosa, assim como uma enorme liberdade de expressão, insistindo na importância do estabelecimento de relações com o povo Britânico, referiu o jornal de expressão Inglesa Gulf Daily News, de Bahrain, na passada quarta-feira, do dia 10 de Março de 2004.
?As acções do governo Britânico não reflectem a maneira de ser do povo Britânico?, referiu ela na sua visita de quatro dias em Bahrain, onde proferiu uma série de palestras a respeito das questões quentes Islâmicas. Segundo esta autora, os quase dois milhões de pessoas que ocuparam as ruas de Londres, em protesto contra a guerra no Iraque, é um ponto a ter em consideração.
?A grande maioria que protestava contra a guerra era não-Muçulmana. Tratavam-se de pessoas preocupadas com a questão Israelita e com o conflito na Palestina, questões com as quais também nós nos preocupamos?, citou-a o jornal do Bahrain.
?A mais praticada?
Joseph predisse que, em 2020, o Islamismo seria a religião mais praticada na Grã-Bretanha.
?Representamos a segunda maior religião da Grã-Bretanha e, em 2020, seremos a religião mais praticada, caso usemos a presença de fiéis na Igreja e na Mesquita como medida?, referiu ela.
Segundo ela, espera-se que, nos próximos 16 anos, a presença de fiéis na Mesquita ultrapasse a presença de fiéis na Igreja. O jornal Britânico The Sunday Times referiu que, no último mês de Janeiro, o números de Muçulmanos Britânicos que frequentam as Mesquitas para oração, ultrapassou o número de praticantes regulares da Igreja Anglicana, a Igreja mãe da comunidade Anglicana.
Relatórios Britânicos no último mês revelam também que perto de 14.000 membros da elite Britânica se converteram ao Islamismo.
O jornal The Gulf Daily News cita estimativas que sugerem que, no Reino Unido, e um pouco por todo o lado, entre 10.000 a 50.000 pessoas se convertem ao Islão anualmente, sendo que este país é o actual lar de aproximadamente 1,8 milhões de Muçulmanos.
?O Fundamentalismo Secular?
Além disso, Joseph avisa que a Europa corre o risco de se tornar vítima do que ela apelida de ?fundamentalismo secular?, refere o jornal de expressão Inglesa de Bahrain.
?É o outro extremo daquilo que dizem estar a tentar combater?, referiu ela.
?O fundamentalismo secular arrasta-se pela Europa ? não há mais lugar para Deus no discurso político?.
?Para mim, isto representa uma tendência particularmente preocupante. As pessoas de fé têm que se erguer e lutar contra este fundamentalismo secular?, acrescentou ela.
Apresentou, como exemplo, o banimento do Hijab por parte do Presidente Francês, Jacques Chirac, o qual pretendia, com semelhante atitude, conseguir apoios dos seus opositores à Direita.
No dia 10 de Fevereiro, uma maioria decisiva do parlamento francês fez adoptar um projecto de lei controverso, o qual levaria ao banimento do Hijab e de insígnias religiosas das escolas estatais, não obstante a forte oposição por parte das minorias do país e de grupos internacionais defensores dos direitos dessas mesmas minorias.
Presentemente, Joseph prossegue com o seu doutoramento em ?Ingleses que abraçam o Islão?, no King?s College de Londres.
Define-se a si mesma como uma Muçulmana Britânica, que ?abraçou o Islão não por ter nascido Muçulmana ou devido à sua família, mas sim por pretender seguir um caminho diferente.
[align=left:4f41b0d58b]? Recolhido da revista www.alfurqan.pt - nº. 138[/align:4f41b0d58b]