Salahudeen
28-04-2004, 14:20
Os fornecedores de serviços de Internet disseram à Lusa que estão dispostos a facultar às autoridades policiais informações transmitidas na Internet que possam ser úteis na perseguição de criminosos, mas alertam para a existência de dificuldades técnicas.
A ministra da Justiça anunciou sexta-feira que está a preparar um projecto de diploma que permita às autoridades aceder às informações transmitidas pelo correio electrónico, desde que isso seja útil na perseguição de criminosos.
Apesar de se mostrarem dispostos a colaborar, os operadores do mercado alertam para as dificuldades em pôr a lei em prática se isso significar aumentar o período de armazenagem das mensagens dos seus utilizadores.
"Se as autoridades pretenderem apenas pôr sob vigilância o conteúdo dos e-mails recebidos e enviados por uma determinada pessoa, isso é possível, se, por outro lado, pretenderem visualizar o conteúdo de e-mails desde há, por exemplo, um ano atrás, torna-se uma tarefa incomportável", explicou à agência Lusa Miguel Figueiredo, director de marketing do Clix, da Sonaecom.
www.rtp.pt
A ministra da Justiça anunciou sexta-feira que está a preparar um projecto de diploma que permita às autoridades aceder às informações transmitidas pelo correio electrónico, desde que isso seja útil na perseguição de criminosos.
Apesar de se mostrarem dispostos a colaborar, os operadores do mercado alertam para as dificuldades em pôr a lei em prática se isso significar aumentar o período de armazenagem das mensagens dos seus utilizadores.
"Se as autoridades pretenderem apenas pôr sob vigilância o conteúdo dos e-mails recebidos e enviados por uma determinada pessoa, isso é possível, se, por outro lado, pretenderem visualizar o conteúdo de e-mails desde há, por exemplo, um ano atrás, torna-se uma tarefa incomportável", explicou à agência Lusa Miguel Figueiredo, director de marketing do Clix, da Sonaecom.
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