omarkhatib
26-04-2004, 06:31
Provavelmente você já deve ter ouvido ou lido algo sobre o assim chamado Estado de Israel, assim chamado porque muitas pessoas não reconhecem a validade deste Estado, que é na verdade um amplo esforço sionista para estabelecer uma pátria que dizem ser judaica e assim dar a esses supostos judeus que lá estão uma terra protegida.
Algo como uma ?Terra Prometida? onde os ?escolhidos? construirão uma nação forte e íntegra, bem, pelo menos é isto que toda a teoria diz externamente.
Mas a verdade é que não se pode considerar o Estado Israelense como um Estado Judeu legítimo, ele é na verdade uma grande ofensa a Torah e ao Judaísmo Legítimo, esse suposto Estado não é nada mais do que fruto de uma grande trama colonialista, no passado encabeçada por países europeus e hoje comandada pelo Grande Satã, leia-se EUA, com raízes sionistas extremas que na verdade controlam interiormente esses Estados Colonialistas, e que somente usam e pervertem o judaísmo e os judeus com a intenção de fazer valer seus planos escusos, e com isso também passam por cima de todos os outros que oferecem resistência, principalmente dos palestinos e árabes.
Mas o leitor pode estar se perguntando, se é algo sionista como afirmar que não é judaico em si?
A grande questão é que não se pode encarar o sionismo como algo verdadeiramente judaico, não mesmo.
Cabe lembrar que hoje o sionismo é uma das grandes forças conspiracionais do mundo moderno, que é encabeçado por pretensos judeus e também por não judeus.
Fatores de ordem econômica, política, militar, e social são colocados como fatores de ordem religiosa em, diga-se de passagem, uma interpretação absurda e tendenciosa dos preceitos judaicos.
Na verdade algumas pessoas que viveram muito tempo em território europeu acabaram por adquirir os hábitos e valores morais europeus misturando-os assim com a cultura tradicional, e essas pessoas postas agora no Oriente Médio apenas perpetuam essa invenção pseudo-judaica sob a bandeira do Estado de Israel que é muito parecida na verdade com o mesmo Nazismo que os assolou a décadas atrás.
Qualquer um pode ver com seus próprios olhos a vergonha que é o Estado de Israel, um bando de arianos se dizendo judeus, um bando de pupilos disfarçados de Adolf Hitler e de todo o eurocentrismo que já está encravado na mente e cultura israelense.
Estudando alguns detalhes sobre a origem do Estado sionista de Israel pode-se comprovar seu caráter opressor e dissimulado.
Depois do terror sofrido pelos judeus residentes na Europa, principalmente nas mãos dos nazistas na Alemanha, e não só por eles, a idéia de que o povo judaico (principalmente o Europeu) precisava de um local seguro surgiu e ganhou evidência.
Muitos locais foram especulados para que se fosse implantado o Estado de Israel, dentre eles Austrália e África do Sul, mas através da oportunidade cedida pela Inglaterra o local escolhido foi a Palestina, e desde então uma série de ações escusas vem sendo utilizadas para que todo o território seja tomado das mãos dos árabes-palestinos, dentre estas ações encontramos, compra de terras por pressão e enganação, ocupação forçada e anexação através do pretexto de se deter conflitos.
A idéia de se implantar o Estado de Israel ganhou muita força em um curto período de tempo por duas razões principais que se interligam, pelo fato de que os sionistas clamam que é esta a Terra Prometida dos judeus de todo o mundo, e pelo fato de que depois de viverem por vários anos dispersos e sofrendo abusos nas diversas localidades onde se encontravam, principalmente na Europa, os judeus viram esse chamado para uma pretensa Terra Prometida como uma forma de aliviar seus fardos e protegerem-se.
Mas para que não caiamos no engodo sionista que se fundamenta numa idéia étnica de povo escolhido em que infelizmente caem muitos da comunidade judaica, devemos analisar alguns fatos históricos:
Primeiro o fato que apesar de Moisés ter sido um hebreu, assim como muitos de seus seguidores o eram, uma outra grande parte dos seus seguidores, e que foram guiados para fora do Egito rumo a Palestina que era a Terra Prometida, vinham de diversas origens étnicas diferentes, como africanos negros, asiáticos, árabes e ?europeus?, portanto Moisés não estava guiando uma raça específica e sim todo um grupo de pessoas que seguia seus ensinamentos universais, ou que ao menos o acompanhavam para fugir de uma situação adversa no Egito.
E foi esse grupo de pessoas que começou a ser identificado como judeus no futuro.
Segundo que, passada esta época inicial, quando Roma saqueou e ocupou Jerusalém e a região, muitos judeus migraram de volta para suas terras de origem, desta forma se dispersando por completo, muitos migraram de volta para a Europa e se misturaram, social e biologicamente, com os europeus que lá viviam, os de origem puramente semítica (hebreus e árabes) permaneceram na região, assim como os de outras origens que já haviam se misturado com os mesmos desde o Êxodo, e aqueles que eram de origem africana voltaram para o Egito, Etiópia e etc, e até hoje se pode encontrar remanescentes dos mesmos na Etiópia.
Podemos ver com isso que a perseguição aos judeus levada a cabo pelos romanos levou-os a se dispersar e a buscar abrigo seguro onde pudessem praticar sua fé.
Terceiro, devemos agora nos ater especialmente no grupo que permaneceu na Palestina, especialmente nos últimos 2000 anos, dos quais muitos com o passar do tempo se tornaram envolvidos gradualmente com o Cristianismo e com o Islamismo, e outros mantiveram o judaísmo, embora que a maioria somente aparentemente, mais como um fator cultural e étnico do que como uma fé propriamente dita, como no intuito original pregado por Moisés.
Portanto esse grupo de pessoas possui (especialmente os palestinos) tão ou mais raízes com a terra e com os judeus originais do que aquelas que vieram da Europa e de outras nações para roubar terras com o intuito de estabelecer o Estado de Israel.
Na verdade como já foi dito, esses últimos são mais europeus do que nativos do Oriente Médio, porque na verdade possuem poucas relações como os habitantes originais da área, ao contrário dos palestinos.
Portanto, basear o direito a terra por herança étnica, assim como clamam os sionistas, não possui nenhuma base. Afinal, os palestinos estão lá por ao menos 2000 anos, e possuem mais raízes do que qualquer um com o lugar.
Quarto, mais especificamente quanto a argumentação religiosa, a idéia de que a palestina é a Terra Prometida para o Povo de Israel, ou a Tribo de Israel, vai por água abaixo quando nos atentamos para o fato de que esse termo não pode designar uma raça em si, qualquer um que tiver um estudo histórico e religioso adequado pode chegar a essa conclusão.
Esse termo designa os seguidores de um preceito religioso, o mesmo pregado por Moisés, e que possui seguidores de diversas origens étnicas (ou raciais).
E aqueles que vieram e roubaram a terra dos palestinos apenas demonstram-se racistas ao utilizar esse argumento para justificar opressão. Um outro ponto que faz com que tal argumento seja desmascarado mais uma vez é o fato de que a maioria dos que vivem no Estado de Israel e clamam-se judeus, atestam em várias pesquisas e em sensos populacionais, que na verdade não possuem religião.
Ora, com isso vemos que toda a justificativa religiosa é somente um engodo, para ganhar apoio dentro da comunidade judaica e da opinião pública internacional.
Apoio para justificar o genocídio e colonialismo.
Qualquer um que conheça o Estado de Israel, pode comprovar que ele não tem nada de religioso, nada de fundamento real na Torah ou judaísmo, pois mais se parece com uma nação ocidental, aos moldes norte-americano e europeu, do que com uma comunidade judaica real, seja nas leis ou no comportamento do seu povo.
A idéia aqui não é justificar o extremo oposto, isso é, justificar o fato de não se permitir que descendentes de hebreus ou os que praticam o judaísmo vivam na Palestina.
Certamente que eles tem o direito de viver no território, com sua fé e modos de vida, pois é uma Terra Sagrada tanto para muçulmanos, cristãos e judeus.
Mas eles não têm nenhum direito de movimentar uma volta em massa para a região com o intuito de oprimir, tirar os direitos e expulsar os palestinos, baseados em argumentos estúpidos e falsos de pessoas com descendência européia primária.
Como dito acima, isso é apenas colonialismo e racismo.
Visto esses fatos, é importante saber que muitos membros da comunidade judaica são contra o Estado de Israel, e o desmascaram como uma ofensa aos princípios da Torah e do judaísmo verdadeiro conseqüentemente.
Muitos líderes da comunidade judaica já declararam publicamente seu repúdio ao Estado de Israel e não aceitam a legitimidade das ações de pretensos judeus que oprimem em nome do judaísmo e de outros que são levados pela correnteza dos fatos.
O Estado de Israel sobrevive e foi construído graças ao imenso apoio de governos europeus e do infame EUA, além de doações gordas de sionistas ricos espalhados pelo mundo.
Segundo fontes oficiais os EUA atualmente depositam anualmente cerca de 12 bilhões de dólares na ilha de características ocidentais, capitalista e imoral, que situa-se entre vários Estados Árabes, que observam como crianças e de mãos atadas, por causa de interesses próprios, pressão ou falta de coragem, o avanço dos planos colonialistas representados pelo corpo do Estado de Israel.
O Estado de Israel é um ponto estratégico para os EUA, e seu plano de controle mundial, agindo como polícia, juiz e bandido do mundo ao mesmo tempo.
No âmbito da geopolítica podemos encontrar uma série de explicações para o fato dos EUA apoiarem o Estado de Israel, e para o fato desse mesmo se localizar justamente na região.
O Estado de Israel possui o controle de cada saída da região, seja por terra, ar ou mar.
A Palestina é hoje a maior prisão do mundo, o maior campo de concentração do mundo.
E cada novo israelense que chega significa a dor e sofrimento de mais um árabe-palestino da região.
A tensão é perfeita para que se justifique o clima de paz armada na região, a posição estratégica junto ao Canal de Suez é perfeita, a posição de controle vigiado de perto sobre as maiores reservas de petróleo do mundo também é muito cômoda, a posição totalmente folgada no meio de uma região onde mísseis ultra-tecnológicos Tomarrowk de quase 1 milhão de dólares cada podem ser jogadas sobre as cabeças de qualquer povo ?rebelde?, seja ele árabe, asiático, africano ou até mesmo europeu.
Há alguns meses atrás cientistas e militares do Estado de Israel estavam trabalhando numa espécie de bomba química étnica, feita para somente atingir árabes.
O mais engraçado de tudo é que esse projeto não pôde ir para frente, pois ambos, israelenses e árabes, são povos de origem semita, portanto não só árabes-palestinos seriam afetados por tal bomba étnica.
Ainda no campo das armas proibidas, o Estado de Israel possui livremente armas nucleares e não são repreendidos por isso pela ONU ou OTAN.
O Estado de Israel também é um dos maiores torturadores, raptores e conspiracionistas do mundo, sendo responsável por uma série de ofensas graves aos direitos humanos, abertamente ou por ?debaixo do pano?.
A sua polícia secreta, a Mossad, é considerada uma das mais violentas do mundo. O protecionismo sujo recebido pelo Estado criminoso de Israel é evidente.
É claro que embora muitos pensem que seja assim, a questão na Palestina não diz respeito à uma luta de israelenses versus árabes-palestinos, ou de judeus versus muçulmanos, pois como dito e explicado antes, não é uma luta de fundamentos raciais ou religiosos em sua origem, é sim uma luta da justiça versus injustiça, e infelizmente muitas pessoas não sabem disso, seja entre a comunidade judaica, a comunidade muçulmana ou entre o restante da humanidade em geral.
Essa é mais uma forma de disseminar o ódio cego e de dividir pessoas que poderiam estar convivendo em paz.
Ambos são povos de origem semita, que traçam a um ancestral comum, o Profeta Abraão.
Portanto a divisão é absurda e só favorece aos interesses de terceiros como esclarecido acima.
O Estado de Israel é uma afronta à toda a humanidade, e por isso todos devem se levantar contra o mesmo e contra a ideologia sionista que tenta legitimá-lo.
Ao tentar colocar a opinião pública contra os jovens palestinos que reagem com pedras à metralhadoras ultra-modernas, ou contra militantes de exércitos do povo que combatem desproporcionalmente o Estado sionista, tendo como maior exemplo o grupo islâmico Hizbollah, a intenção dessas forças opressoras é apenas desumanizar os defensores da liberdade e banalizar sua causa que é mais do que justa.
Essas pessoas não pegam em armas ou em pedras para combater o sionismo porque tem prazer nisso, elas combatem porque precisam, porque foram levadas à esse extremo, porque estão cansadas de ver seu povo vivendo em campos de refugiados, de ver seu povo sendo humilhado e massacrado, de ver seu povo sem empregos decentes, sem terra, sem direitos básicos de sobrevivência que supostamente deveriam ser garantidos pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, cansados de ver sua cultura sendo destruída, cansados de negociações hipócritas entre líderes da extrema direita sionista que só querem ver mais sangue e pretensos líderes do povo árabe-palestino que na verdade só fazem o jogo do Estado de Israel, numa busca egoísta por poder e status.
Líderes que somente usam o povo palestino, líderes falsos que são uma arma no engodo do Estado de Israel, líderes que dão estúpidos paliativos supervisionados pelo Estado de Israel numa tentativa de pacificar o povo palestino, e na tentativa de desestimular o povo pela luta justificada pela liberdade.
O povo palestino não precisa desses falsos líderes, dessas marionetes dos sionistas, que inutilmente se sentam nas mesmas mesas com aqueles que são responsáveis diretos pelo genocídio do povo palestino.
Devemos todos mostrar que estamos cansados de tais ações opressoras, cansados de ver pessoas inocentes sofrendo e do descaso dos órgãos mundiais que pretensamente deveriam estar resolvendo o assunto, sem compromissos com o status quo.
Devemos todos nos levantar por quaisquer meios necessários contra o Estado de Israel e o sionismo, devemos destruir as mentiras e espalhar a verdade sobre os fatos.
Todos nós podemos ser úteis nessa luta, uma luta pela humanidade, pela justiça, pela ética e pela paz.
Não tenhamos medo de falar sobre o assunto, não tenhamos medo de nos posicionarmos, não aceitemos os engodos sionistas, pois quando conhecemos a verdade dos fatos enxergamos claramente que o erro e a mentira pertencem somente aos sionistas e seus aliados.
Eles são os racistas e anti-semitas, eles são os terroristas, eles são os que usam a população e tentam manipular a opinião pública.
E com isso ainda resiste a esperança de que ambos os povos possam viver em paz na Cidade Sagrada de Jerusalém e em toda a região.
Sionismo é Nazismo!
GOSTARIA QUE VOCÊS REPASSASSEM ESSE TEXTO A AMIGOS MUÇULMANOS, CRISTÃO E ATÉ MESMO A JUDEUS. É PRECISO LUTAR PELA VERDADE.
Algo como uma ?Terra Prometida? onde os ?escolhidos? construirão uma nação forte e íntegra, bem, pelo menos é isto que toda a teoria diz externamente.
Mas a verdade é que não se pode considerar o Estado Israelense como um Estado Judeu legítimo, ele é na verdade uma grande ofensa a Torah e ao Judaísmo Legítimo, esse suposto Estado não é nada mais do que fruto de uma grande trama colonialista, no passado encabeçada por países europeus e hoje comandada pelo Grande Satã, leia-se EUA, com raízes sionistas extremas que na verdade controlam interiormente esses Estados Colonialistas, e que somente usam e pervertem o judaísmo e os judeus com a intenção de fazer valer seus planos escusos, e com isso também passam por cima de todos os outros que oferecem resistência, principalmente dos palestinos e árabes.
Mas o leitor pode estar se perguntando, se é algo sionista como afirmar que não é judaico em si?
A grande questão é que não se pode encarar o sionismo como algo verdadeiramente judaico, não mesmo.
Cabe lembrar que hoje o sionismo é uma das grandes forças conspiracionais do mundo moderno, que é encabeçado por pretensos judeus e também por não judeus.
Fatores de ordem econômica, política, militar, e social são colocados como fatores de ordem religiosa em, diga-se de passagem, uma interpretação absurda e tendenciosa dos preceitos judaicos.
Na verdade algumas pessoas que viveram muito tempo em território europeu acabaram por adquirir os hábitos e valores morais europeus misturando-os assim com a cultura tradicional, e essas pessoas postas agora no Oriente Médio apenas perpetuam essa invenção pseudo-judaica sob a bandeira do Estado de Israel que é muito parecida na verdade com o mesmo Nazismo que os assolou a décadas atrás.
Qualquer um pode ver com seus próprios olhos a vergonha que é o Estado de Israel, um bando de arianos se dizendo judeus, um bando de pupilos disfarçados de Adolf Hitler e de todo o eurocentrismo que já está encravado na mente e cultura israelense.
Estudando alguns detalhes sobre a origem do Estado sionista de Israel pode-se comprovar seu caráter opressor e dissimulado.
Depois do terror sofrido pelos judeus residentes na Europa, principalmente nas mãos dos nazistas na Alemanha, e não só por eles, a idéia de que o povo judaico (principalmente o Europeu) precisava de um local seguro surgiu e ganhou evidência.
Muitos locais foram especulados para que se fosse implantado o Estado de Israel, dentre eles Austrália e África do Sul, mas através da oportunidade cedida pela Inglaterra o local escolhido foi a Palestina, e desde então uma série de ações escusas vem sendo utilizadas para que todo o território seja tomado das mãos dos árabes-palestinos, dentre estas ações encontramos, compra de terras por pressão e enganação, ocupação forçada e anexação através do pretexto de se deter conflitos.
A idéia de se implantar o Estado de Israel ganhou muita força em um curto período de tempo por duas razões principais que se interligam, pelo fato de que os sionistas clamam que é esta a Terra Prometida dos judeus de todo o mundo, e pelo fato de que depois de viverem por vários anos dispersos e sofrendo abusos nas diversas localidades onde se encontravam, principalmente na Europa, os judeus viram esse chamado para uma pretensa Terra Prometida como uma forma de aliviar seus fardos e protegerem-se.
Mas para que não caiamos no engodo sionista que se fundamenta numa idéia étnica de povo escolhido em que infelizmente caem muitos da comunidade judaica, devemos analisar alguns fatos históricos:
Primeiro o fato que apesar de Moisés ter sido um hebreu, assim como muitos de seus seguidores o eram, uma outra grande parte dos seus seguidores, e que foram guiados para fora do Egito rumo a Palestina que era a Terra Prometida, vinham de diversas origens étnicas diferentes, como africanos negros, asiáticos, árabes e ?europeus?, portanto Moisés não estava guiando uma raça específica e sim todo um grupo de pessoas que seguia seus ensinamentos universais, ou que ao menos o acompanhavam para fugir de uma situação adversa no Egito.
E foi esse grupo de pessoas que começou a ser identificado como judeus no futuro.
Segundo que, passada esta época inicial, quando Roma saqueou e ocupou Jerusalém e a região, muitos judeus migraram de volta para suas terras de origem, desta forma se dispersando por completo, muitos migraram de volta para a Europa e se misturaram, social e biologicamente, com os europeus que lá viviam, os de origem puramente semítica (hebreus e árabes) permaneceram na região, assim como os de outras origens que já haviam se misturado com os mesmos desde o Êxodo, e aqueles que eram de origem africana voltaram para o Egito, Etiópia e etc, e até hoje se pode encontrar remanescentes dos mesmos na Etiópia.
Podemos ver com isso que a perseguição aos judeus levada a cabo pelos romanos levou-os a se dispersar e a buscar abrigo seguro onde pudessem praticar sua fé.
Terceiro, devemos agora nos ater especialmente no grupo que permaneceu na Palestina, especialmente nos últimos 2000 anos, dos quais muitos com o passar do tempo se tornaram envolvidos gradualmente com o Cristianismo e com o Islamismo, e outros mantiveram o judaísmo, embora que a maioria somente aparentemente, mais como um fator cultural e étnico do que como uma fé propriamente dita, como no intuito original pregado por Moisés.
Portanto esse grupo de pessoas possui (especialmente os palestinos) tão ou mais raízes com a terra e com os judeus originais do que aquelas que vieram da Europa e de outras nações para roubar terras com o intuito de estabelecer o Estado de Israel.
Na verdade como já foi dito, esses últimos são mais europeus do que nativos do Oriente Médio, porque na verdade possuem poucas relações como os habitantes originais da área, ao contrário dos palestinos.
Portanto, basear o direito a terra por herança étnica, assim como clamam os sionistas, não possui nenhuma base. Afinal, os palestinos estão lá por ao menos 2000 anos, e possuem mais raízes do que qualquer um com o lugar.
Quarto, mais especificamente quanto a argumentação religiosa, a idéia de que a palestina é a Terra Prometida para o Povo de Israel, ou a Tribo de Israel, vai por água abaixo quando nos atentamos para o fato de que esse termo não pode designar uma raça em si, qualquer um que tiver um estudo histórico e religioso adequado pode chegar a essa conclusão.
Esse termo designa os seguidores de um preceito religioso, o mesmo pregado por Moisés, e que possui seguidores de diversas origens étnicas (ou raciais).
E aqueles que vieram e roubaram a terra dos palestinos apenas demonstram-se racistas ao utilizar esse argumento para justificar opressão. Um outro ponto que faz com que tal argumento seja desmascarado mais uma vez é o fato de que a maioria dos que vivem no Estado de Israel e clamam-se judeus, atestam em várias pesquisas e em sensos populacionais, que na verdade não possuem religião.
Ora, com isso vemos que toda a justificativa religiosa é somente um engodo, para ganhar apoio dentro da comunidade judaica e da opinião pública internacional.
Apoio para justificar o genocídio e colonialismo.
Qualquer um que conheça o Estado de Israel, pode comprovar que ele não tem nada de religioso, nada de fundamento real na Torah ou judaísmo, pois mais se parece com uma nação ocidental, aos moldes norte-americano e europeu, do que com uma comunidade judaica real, seja nas leis ou no comportamento do seu povo.
A idéia aqui não é justificar o extremo oposto, isso é, justificar o fato de não se permitir que descendentes de hebreus ou os que praticam o judaísmo vivam na Palestina.
Certamente que eles tem o direito de viver no território, com sua fé e modos de vida, pois é uma Terra Sagrada tanto para muçulmanos, cristãos e judeus.
Mas eles não têm nenhum direito de movimentar uma volta em massa para a região com o intuito de oprimir, tirar os direitos e expulsar os palestinos, baseados em argumentos estúpidos e falsos de pessoas com descendência européia primária.
Como dito acima, isso é apenas colonialismo e racismo.
Visto esses fatos, é importante saber que muitos membros da comunidade judaica são contra o Estado de Israel, e o desmascaram como uma ofensa aos princípios da Torah e do judaísmo verdadeiro conseqüentemente.
Muitos líderes da comunidade judaica já declararam publicamente seu repúdio ao Estado de Israel e não aceitam a legitimidade das ações de pretensos judeus que oprimem em nome do judaísmo e de outros que são levados pela correnteza dos fatos.
O Estado de Israel sobrevive e foi construído graças ao imenso apoio de governos europeus e do infame EUA, além de doações gordas de sionistas ricos espalhados pelo mundo.
Segundo fontes oficiais os EUA atualmente depositam anualmente cerca de 12 bilhões de dólares na ilha de características ocidentais, capitalista e imoral, que situa-se entre vários Estados Árabes, que observam como crianças e de mãos atadas, por causa de interesses próprios, pressão ou falta de coragem, o avanço dos planos colonialistas representados pelo corpo do Estado de Israel.
O Estado de Israel é um ponto estratégico para os EUA, e seu plano de controle mundial, agindo como polícia, juiz e bandido do mundo ao mesmo tempo.
No âmbito da geopolítica podemos encontrar uma série de explicações para o fato dos EUA apoiarem o Estado de Israel, e para o fato desse mesmo se localizar justamente na região.
O Estado de Israel possui o controle de cada saída da região, seja por terra, ar ou mar.
A Palestina é hoje a maior prisão do mundo, o maior campo de concentração do mundo.
E cada novo israelense que chega significa a dor e sofrimento de mais um árabe-palestino da região.
A tensão é perfeita para que se justifique o clima de paz armada na região, a posição estratégica junto ao Canal de Suez é perfeita, a posição de controle vigiado de perto sobre as maiores reservas de petróleo do mundo também é muito cômoda, a posição totalmente folgada no meio de uma região onde mísseis ultra-tecnológicos Tomarrowk de quase 1 milhão de dólares cada podem ser jogadas sobre as cabeças de qualquer povo ?rebelde?, seja ele árabe, asiático, africano ou até mesmo europeu.
Há alguns meses atrás cientistas e militares do Estado de Israel estavam trabalhando numa espécie de bomba química étnica, feita para somente atingir árabes.
O mais engraçado de tudo é que esse projeto não pôde ir para frente, pois ambos, israelenses e árabes, são povos de origem semita, portanto não só árabes-palestinos seriam afetados por tal bomba étnica.
Ainda no campo das armas proibidas, o Estado de Israel possui livremente armas nucleares e não são repreendidos por isso pela ONU ou OTAN.
O Estado de Israel também é um dos maiores torturadores, raptores e conspiracionistas do mundo, sendo responsável por uma série de ofensas graves aos direitos humanos, abertamente ou por ?debaixo do pano?.
A sua polícia secreta, a Mossad, é considerada uma das mais violentas do mundo. O protecionismo sujo recebido pelo Estado criminoso de Israel é evidente.
É claro que embora muitos pensem que seja assim, a questão na Palestina não diz respeito à uma luta de israelenses versus árabes-palestinos, ou de judeus versus muçulmanos, pois como dito e explicado antes, não é uma luta de fundamentos raciais ou religiosos em sua origem, é sim uma luta da justiça versus injustiça, e infelizmente muitas pessoas não sabem disso, seja entre a comunidade judaica, a comunidade muçulmana ou entre o restante da humanidade em geral.
Essa é mais uma forma de disseminar o ódio cego e de dividir pessoas que poderiam estar convivendo em paz.
Ambos são povos de origem semita, que traçam a um ancestral comum, o Profeta Abraão.
Portanto a divisão é absurda e só favorece aos interesses de terceiros como esclarecido acima.
O Estado de Israel é uma afronta à toda a humanidade, e por isso todos devem se levantar contra o mesmo e contra a ideologia sionista que tenta legitimá-lo.
Ao tentar colocar a opinião pública contra os jovens palestinos que reagem com pedras à metralhadoras ultra-modernas, ou contra militantes de exércitos do povo que combatem desproporcionalmente o Estado sionista, tendo como maior exemplo o grupo islâmico Hizbollah, a intenção dessas forças opressoras é apenas desumanizar os defensores da liberdade e banalizar sua causa que é mais do que justa.
Essas pessoas não pegam em armas ou em pedras para combater o sionismo porque tem prazer nisso, elas combatem porque precisam, porque foram levadas à esse extremo, porque estão cansadas de ver seu povo vivendo em campos de refugiados, de ver seu povo sendo humilhado e massacrado, de ver seu povo sem empregos decentes, sem terra, sem direitos básicos de sobrevivência que supostamente deveriam ser garantidos pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, cansados de ver sua cultura sendo destruída, cansados de negociações hipócritas entre líderes da extrema direita sionista que só querem ver mais sangue e pretensos líderes do povo árabe-palestino que na verdade só fazem o jogo do Estado de Israel, numa busca egoísta por poder e status.
Líderes que somente usam o povo palestino, líderes falsos que são uma arma no engodo do Estado de Israel, líderes que dão estúpidos paliativos supervisionados pelo Estado de Israel numa tentativa de pacificar o povo palestino, e na tentativa de desestimular o povo pela luta justificada pela liberdade.
O povo palestino não precisa desses falsos líderes, dessas marionetes dos sionistas, que inutilmente se sentam nas mesmas mesas com aqueles que são responsáveis diretos pelo genocídio do povo palestino.
Devemos todos mostrar que estamos cansados de tais ações opressoras, cansados de ver pessoas inocentes sofrendo e do descaso dos órgãos mundiais que pretensamente deveriam estar resolvendo o assunto, sem compromissos com o status quo.
Devemos todos nos levantar por quaisquer meios necessários contra o Estado de Israel e o sionismo, devemos destruir as mentiras e espalhar a verdade sobre os fatos.
Todos nós podemos ser úteis nessa luta, uma luta pela humanidade, pela justiça, pela ética e pela paz.
Não tenhamos medo de falar sobre o assunto, não tenhamos medo de nos posicionarmos, não aceitemos os engodos sionistas, pois quando conhecemos a verdade dos fatos enxergamos claramente que o erro e a mentira pertencem somente aos sionistas e seus aliados.
Eles são os racistas e anti-semitas, eles são os terroristas, eles são os que usam a população e tentam manipular a opinião pública.
E com isso ainda resiste a esperança de que ambos os povos possam viver em paz na Cidade Sagrada de Jerusalém e em toda a região.
Sionismo é Nazismo!
GOSTARIA QUE VOCÊS REPASSASSEM ESSE TEXTO A AMIGOS MUÇULMANOS, CRISTÃO E ATÉ MESMO A JUDEUS. É PRECISO LUTAR PELA VERDADE.