Vizualizar Versão Completa : A importância da oração no Islam
Assalamu Aleikum
[center:8423b1732a]A IMPORTÂNCIA DA ORAÇÃO NO ISLAM[/center:8423b1732a]
A Oração é o Pilar da religião
O que se transformou em verdadeiro axioma, transmitido de boca a boca por todo muçulmano, e está profundamente arraigado em seu coração. E certamente o é, pois representa o marco, que separa o muçulmano daquele que não o é.
O islam não lhe conferiu (à oração) essa qualidade de se tornar pilar da religião e seu grau supremo, senão pela alta importância, consideração majestosa e valor que detém diante de Deus e de Seus Mensageiro. Deus nos ordenou praticá-la, dizendo:
?Observai as orações e, especialmente, as intermediárias, e consagrai-vos fervorosamente a Deus?. (2ª Surata, vers. 238).
O Mensageiro de Deus (Deus o abençoe e lhe dê paz), disse:
A primeira coisa de que o homem terá de prestar conta, no Dia do Juízo Final, será a oração. Se (as orações) foram válidas, todas a sua obra será; se foram defeituosas todas as suas obra também o terá sido ?.
Deus fez da oração o caminho da vitória, da prosperidade, da felicidade e do sucesso, na vida atual e na futura, dizendo, bendito seja: ?É certo que prosperarão os crentes, que são humildes em suas orações?.(23ª Surata, vers. 1-2).
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Efeitos Psicológicos da Oração
A oração corretamente realizada, com devoção espiritual e submissão completa (a Deus), ilumina o coração, purifica a alma e ensina ao servo as normas de submissão e os deveres divinos para com Deus, que é Todo-Poderoso e Majestoso, o que faz com que se enraízem no coração do praticante a majestade e a grandeza de Deus.
Ela adorna e embeleza o indivíduo com as virtudes mais sublimes, tais como a sinceridade, a honestidade, a moderação, a integridade, a lealdade, a tolerância, a modéstia, a justiça e a generosidade. Eleva o homem, orientado-o exclusivamente para Deus. Reforça, desse modo, a sensação de que Deus o está observando e, pelo temor a Ele, faz com que se elevem as suas aspirações e se purifique o seu espírito. Ele se afasta, então, da mentira, da traição, do mal, da perfídia, da cólera e da prepotência, e se põe acima da injustiça, da agressividade, da vileza, da prevaricação e da desobediência.
O devoto realiza então aquilo que Deus preconizou, a propósito da oração: ?A oração preserva (o homem) da obscenidade e do ilícito; na verdade, a recordação de Deus é mais importante. Sabei que Deus está ciente de tudo quanto fazeis?.(29ª Surata, vers, 45).
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A Oração é o Remédio dos Corações
A oração comporta uma imagem exterior e um espírito. Sua imagem exterior é o ritual corporal e sua essência é o ritual do coração; isto é, ela consiste numa ginástica espiritual e corporal, que ilumina o coração e o rosto do praticante com luzes divinas, eleva o seu espírito e fortalece o vínculo entre o servo e o seu Senhor.
O fato de praticá-la é um dos maiores sinais de fé e o mais significativo dos ritos religiosos; é a prova mais óbvia da gratidão a Deus e privar-se de Sua misericórdia, de Sua transbordante graça e de Sua ilimitada benevolência. É, também, uma negação da Sua generosidade e clemência.
A oração correta é o remédio eficaz contra os males do coração e contra a corrupção da alma, e é a luz que desfaz as trevas dos pecados e das culpas.
Abu Huraira relata: Ouvi o mensageiro de Deus (Deus o abençoe e lhe dê paz) dizer:
?O que pensaríeis se houvesse um riacho diante da porta de alguém, e essa pessoa se banhasse cinco vezes por dia? Restar-lhe-ia alguma sujeira? E eles responderam: Certamente que não! Ele então disse: É o caso das cinco orações, por meio das quais Deus vos remove todos os pecados?.
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A Unidade e a Igualdade na Oração
Na oração manifestam-se a justiça e a igualdade. Quando o muézim lança o seu chamado: ?Vinde para a oração, vinde para a salvação?, este chamado é dirigido q todos os que o ouvem, para que observem a oração. E entre eles há o rico e o pobre, o grande e o pequeno, o príncipe e o cidadão comum. Uma vez reunidos, dispõem-se, de pé, lado a lado, sem qualquer distinção ou discriminação, pois todos são servos de Deus, reunidos no mesmo lugar evoca-Lo, em humilde entrega a Ele, numa das Suas casas. ?As mesquitas são casas de Deus; não invoqueis, pois, ninguém, juntamente com Deus?. (72ª Surata, vers. 18 ).
Todos se mantêm de pé, atrás de um único Imam (guia das orações), voltados na direção da Caaba. Todos adoram a um único Senhor que não tem parceiros, consagrados e humildes, tementes do castigo de Deus e esperançosos de Sua misericórida. Sem qualquer duvida, descem sobre eles as graças transbordantes de seu Senhor, e eles são envolvidos pela misericórdia divina. ?Invocai-O com temor e esperança, porque a misericórdia de Deus está próxima dos benfeitores?.(7ª Surata, vers. 56).
Assalamu Aleikum
A Sentença de Quem não Observa as Orações
Deus instituiu as orações. Ele as tornou farol do Islam e pilar da religião. O Profeta (Deus o abençoes e lhe dê paz), disse: ?Acima de tudo está o Islam, seu pilar é a oração e seu ponto culminante, a luta pela causa de Deus?.
Este é o primeiro culto imposto por Deus. Ele foi estabelecido na noite da ascensão do Profeta. Deus o transmitiu diretamente ao Seu Mensageiro, sem intermediários, devido à importância e grande consideração que ele tem aos olhos de Deus, todo Poderoso e Altíssimo. É por isso que Deus censura aqueles que se abstêm da oração e os reduz ao grau de incrédulos e extraviados.
Quem se afasta da do Islam, provocando, com isso, a ira do seu Senhor e transgredindo as suas obrigações religiosas. Encaminha-se, por isso mesmo, para a fonte da perdição e invalida, desta maneira, as suas obras, por se opor aos explícitos mandamentos de Deus sobre a oração. Aquele que não obedece às ordens de Deus se equipara àquele que as nega, pois se as reconhecesse, as praticaria integralmente, em obediência aos mandamentos divinos.
Deus, louvado seja, disse: ?Observa a oração em ambas às extremidades do dia e em certas horas de noite, porque as boas ações anulam as más. Nisto há mensagem para os observantes?.(11ª Surata, vers. 114)
E Deus também disse: ?Observa a oração, porque preserva (o homem) da obscenidade e do ilícito?.(29ª Surata, vers. 45).
E disse: ?Quando estiverdes fora de perigo, observai a divida oração, porque ela é uma obrigação prescrita aos crentes, para ser cumprida em seu devido tempo?.(4ª Surata, vers. 103).
O Mensageiro (Deus o abençoe e lhe dê paz) disse, em uma tradição transmitida por Ahmad e Muslim:
?Entre o homem e a incredulidade está à inobservância da oração?.
Outra Tradição autêntica, narrada pelo Imam Ahmad diz: ?O vinculo que nos une a eles é a oração. Aquele que deixa de pratica-la se torno um incrédulo?.
Abdullah Ibn Omar relato que o mensageiro (Deus o abençoe e lhe dê paz), falando sobre a oração, disse, certa vez:
?Para aquele que a observa assiduamente, será uma luz, um argumento e uma fonte de salvação no Dia do Juízo Final. Aquele que não a pratica, não terá luz, nem argumento, nem recursos de salvação. No Dia do Juízo Final fará companhia a Karun, ao Faraó e a Ubai Ibn Khalaf (este último um dos encarniçados inimigos do Profeta)?.(Tradução relatada por Ahmad e At-Tabaráini).
Baseando-nos nas augustas Tradições e nas prescrições citadas, torna-se evidente a gravidade da falta de quem se afasta da oração, vendo-se claramente o seu lugar e o seu lugar e seu grau, neste e na outra vida.
Foi com fundamento nestas Tradições, entre outras, e pela grande importância da oração no Islam, que uma boa parte dos companheiros do Profeta chegou a declarar como incrédulos os que não a praticavam. Muitos ulemás os seguiram nessa opinião, enquanto outros chegaram a considerar tais pessoas como rebeldes á religião, por não observarem a oração tendo pleno conhecimento de causa, apesar de não negarem o seu caráter obrigatório. Para essas pessoas, estão prescritas sanções e punições, até que voltem a praticá-la.
São até aprisionadas, para que não dêem mau exemplo.
Os Imames das diferentes escolas religiosas chegam até a exigir a aplicação da pena de morte pare de fazer as orações. O Cheik Mohammad Ahmad Al-Adawi em seu livro ?A Chave da Retórica e da Predicação?, citando o livro de Ibn Ruchd ?Iniciação do Diligente?, relatou que Al-Háfez Abdul Azim Al-Munzary havia asseverado que um grupo dos companheiros do Profeta e outros, que se lhes juntaram posteriormente, chegaram a julgar como incrédulo aquele que, voluntariamente, se recusasse a fazer a oração, tão logo expirasse para ela. Entre estes estavam Omar, Moaz Ibn Jabal, Jaber Ibn Adbullah e Abu Dardá.
Concordavam com esses companheiros do Profeta Ahmad Ibn Hanbal, Is?hak Ibn Rahuwi, Abdullah Ibn Al-Mubárak, Na-Nakh?iy, Al-Hakam Ibn Utba, Ayub As-Sakhtiyani, Abu Daoud At-Tiylsi, Abu Bakr Ibn Chaiba, Zuhair Ibn Harb e outros. (Extraído do livro de Al-Hufedh Al-Mundhary, ?Promessas e Ameaças?). Outros ainda concordam em considerar como rebelde àquele que não pratica a oração sem, no entanto, negar seu caráter obrigatório.
Entre estes, um grupo exige que tal indivíduo seja sentenciado e encarcerado, até que passe a praticá-la, para que não proporcione, aos que o cercam, um mau exemplo.
Quanto aos Imames das diferentes escolas, dizem até que essa pessoa deve ser executada. Entre eles, há os que dizem que tal condenação é só para o infiel, como o disseram Ahma, Is?hak e Ibn Al-Mubárak, entre outros; e outros ainda, que é por atentar contra um mandamento de lei de Deus, como afirmam as escolas de Málik, Cháfi?i, Abu Hanifa e seus companheiros. (Extraído do livro ?Iniciação do Diligente?, de Ibn Ruchd).
Estas são as sentenças pronunciadas pelo chari?a (jurisprudência islâmica) contra aqueles que se dizem muçulmanos, sem confirmarem a sua condição pela pratica de uma das suas obrigações essenciais e de um dos ritos mais dignos de respeito ao Islam.
Nós não consideramos Ada estranhas essas acusações de incredulidade e de rebelião, pois, ao lermos o Sagrado Alcorão, vemos que este chama de pecadores os que não praticam as orações, incluindo-os na categoria dos pecadores que vão para o inferno.
?Porventura consideramos os muçulmanos tal como os pecadores? Que vos passa? Como julgais assim?? (68ª Surata, vers. 35-36).
Eis como o próprio Alcorão interpreta e qualifica o pecador, em comparação como o muçulmano, nas palavras de Deus, o Altíssimo.
?Toda alma é depositária de suas ações. Salvo os que estiverem à mão direita, que estarão nos Jardins das Delícias. Perguntarão aos pecadores: O que foi que vos introduziu no Tártaro? Responder-lhes-ão: Não nos contávamos entre os que oravam, nem alimentávamos o necessitado. Ao invés disso, conversamos futilidades com os charlatões e negávamos o Dia do Juízo, até que nos chegou a (Hora) infalível. De nada valerá a intercessão dos mediadores?.(74ª Surata, vers. 38-48 ).
Portanto, o fato de não observar a oração conduz ao Tártaro, que não deixa rastro de nada, nem deixa nada por consumir, e carboniza a pele. Tal é a recompensa cabível, pois o Senhor não comete injustiça contra ninguém.
Para quem destruiu o pilar de sua religião, desobedeceu às ordens do seu Senhor e se rebelou contra as prescrições do seu Profeta, escolhido por Deus para nos servir de guia e de arauto das boas novas, tendo ouvido e compreendido as admoestações dos versículos de Deus e, mesmo assim, teimando em desobedecer e, por orgulho, recusando-se a adorar ao seu Senhor, tal sentença não é nada excessiva. Se aquele julgasse a si mesmo, se convenceria de que se excluiu da comunidade islâmica pela sua renúncia à oração, perdendo, inclusive, o direito de recorrer dessa sentença justa, depois de ter visto a si próprio descrito no Alcorão, e de ter lido uma Tradição clara como a que segue, narrada por Ibn Abbas, relatando um dito do Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz): ?Os laços do Islam e as bases da religião são três. E é sobre eles que se alicerçou o Islam. Quem abandonar um só deles, se converterá em incrédulo e seu sangue será, então licito. São estas (bases): O testemunho de que não há nenhuma outra divindade além de Deus, a oração determinada e o jejum, no mês de Ramadan?.
Somente dizer se pertence a algo não é suficiente para se ter à esperança de obter seu benefício, a menos que se confirmem, por atos, tais, pretensões e se atue de acordo com as mesmas. Vejamos alguns exemplos:
1- Se você diz pertencer a uma instituição, e que ali foi designado para alguma função pública, quando passa a merecer ser considerado funcionário e se lhe paga o salário correspondente?
Por acaso não é necessário que realize um trabalho eficiente e que o encarregado de seu departamento mencione a Dara de seu ingresso no serviço? E, além disso, que continue a realizar o trabalho até ao final do mês, para fazer jus ao salário?
Se não realiza o trabalho para o qual foi designado e não é assíduo, tolerará a sua repartição tal comportamento? Pagar-lhe-á qualquer salário? A resposta, evidentemente, é não. É isto, mesmo que houvesse sido expedida uma ordem administrativa para a sua nomeação, já que as anulações de tais decisões e as suas demissões pela repartição não podem ser mais fáceis.
2- Se você diz pertencer aos quadros de um instituto ou colégio, não é certo que tenha de assistir, regular e assiduamente às aulas, e cumprir todas as exigências da direção dessa instituição ou colégio? Se desobedecer às ordens da direção e não atende ao que ela determina, ou transgride e o regulamento do colégio ou do instituto, continuará a pertencer a ele ou será expulso? Não há duvida de que será expulso, sem que o fato de pertencer à instituição lhe sirva de alguma coisa.
3-Se alistar no exército e passa a pertencer a ele na qualidade de oficial ou de soldado raso, não é certo que lhe será exigido que use o uniforme e use de obediência total a qualquer ordem oriunda de seus superiores, sem demora ou hesitação? Se não usa o uniforme, ou ainda que o usando, não executa as ordens dos seus superiores, nem respeita o regulamento e a disciplina militares, contrariando tudo o que diz respeito ao fato de pertencer a esta nobre instituição, pensa que irá continuar desfrutando da ventura de tal dignidade, ou que o expulsarão, antes que possa piscar um olho, perdendo todos os direitos dos quais desfrutava? Estou certo de que você condenaria a si próprio a tal sentença, se não merecesse de exercer tão nobre função.
Assim também ocorre, no tocante a pertencer ao Islam. Isto só aconteceu, de fato, se aceitou Deus como seu Senhor, o Islam como religião, e Mohammad como Profeta e Mensageiro.
Por acaso tal escolha não o obriga a cumprir com os deveres dessa religião, praticar os seus rituais e executar os seus regulamentos fundamentais, consolidando a sua adesão a ela mediante a observância daquilo que é mais importante dentre o que ordena e que é o que distingue o muçulmano, assim como o uniforme o faz militar, ou seja, a oração prescrita? Por acaso, não é necessário atender às sagradas ordens do Alcorão, advindas do Senhor, Todo-Poderoso e Altíssimo, e executa-las, uma a uma, quando pertencerem ao Alcorão e à comunidade do Alcorão? Por acaso ao lhe será necessário seguir o caminho traçado pelo Profeta, comportar-se de acordo com a sua com orientação e obedecer as suas ordens, uma a uma, já que Deus lhe ordenou obedecer-lhe e estabeleceu que deveria seguir suas pegadas?
Se desobedecer a ordem de seu Senhor, age contra as prescrições do Profeta, deixa o Alcorão de lado e rompe com os laços do Islam, um atrás do outro (e a oração é o último que se desvincula), desdenhado-o, pensa que, depois de tudo isso, ainda merece ser chamado de muçulmano? Ou, simplesmente, pertencia a alguma coisa que lhe convinha, não importando o que fosse? Por acaso pensa que continuará a pertencer a esta religião ou será excluído e expulso dela, havendo, daí em diante, obstáculos realmente intransponíveis entre você e ela?
A resposta, a meu ver, e também a seu, em face da nobre jurisprudência islâmica, é claro, obvia e conhecida.
Disse o Mensageiro (Deus o abençoe e lhe dê paz):
?Entre o homem e a incredulidade está à inobservância da oração?.
E os incrédulos são os que estão perdidos.
Asslamu Aleikum
A Esperança na Misericórdia de Deus
Não pense, nem por um instante, que os exemplos dados anteriormente não são aplicáveis à religião, convencida como está de que Deus, Louvado e Altíssimo, é imensamente indulgente, perdoa infinitamente, e que Sua misericórdia está sempre próxima e abrange todas as coisas, estando a dois dedos de nós, sobretudo daqueles que têm fé n?Ele, Altíssimo, mesmo que sua obra não seja particularmente meritória.
Estou totalmente de acordo consigo e o apóio plenamente quando diz que Deus é capaz infinitamente, de absolver e é Clementíssimo, e que Sua misericórdia é imensa, a ponto de conter os céus e a terra e tudo o que houver neles, que o oceano de Sua graça e generosidade é interminável e que não mais que uma única gota dele é suficiente para cobrir todas as pessoas como Suas mercês e com Seus dons transbordantes.
Afirmo isto com plena convicção; porém, queria que içasse um instante a ponderar comigo a respeito de alguns dos versículos do Sagrado Alcorão, e tentasse compreender algumas coisas das tradições do Profeta (Deus o abençoe e lhe dê paz), para ver se a misericórdia de Deus é tão acessível e se Ele a distribui assim, gratuitamente, a quem a pedir, e até a quem não a pede, nem a espera, e ainda mais àquela que nem sequer a percebeu nem lhe veio à mente apelar para ela ou procurar obtê-la.
Estou convencido de que o bom senso comum e a razão prudente, assim como a charia?a eterna, não aceitam que misericórdia divina seja depreciada, a ponto de ser dada ao primeiro que aparece, ainda mais se essa pessoa for alguém por cujas más obras as montanhas se estejam a fundir, o céu a romper-se ou a terra a estremecer. Por renegar o Misericordioso e não reconhecer as Suas mercês faz sofrer os demais com suas injustiças e com as humilhações a que os submete, desobedecendo a Ele e ao Seu Mensageiro, já que contraria os Seus mandamentos, Assim, age opondo-se a tudo que lhe determina a jurisdição d?Ele (charia?a), à qual diz pertencer.
Pensa que merece a misericórdia divina, obtendo, assim, tão digno grau? Certamente está distante dela que, sem duvida, permanece muito perto dos benfeitores.
Deus o Altíssimo, disse:
?A misericórdia de Deus está ao alcance dos benfeitores?.(7º Surata, vers. 56).
E disse ainda:
?Muitas clemência abrange tudo, e a concederei aos tementes, que pagam o zakat e crêem em Nossos versículos?.(7ª Surata, vers. 156).
E entre as Tradições Sagrados, enunciadas pelo Mensageiro de Deus, das quais me recordo, há uma em que Deus disse: ?Que falta de pudor é a daquele que espera conseguir alcançar o Meu Paraíso, sem fazer nada para merece-lo! Como posso agraciar como a Minha misericórida quem foi tão avaro ao Me obedecer??.
Com certeza, a misericórdia de Deus só se consegue por meio das obras virtuosas, da piedade e da bondade, juntamente com a dedicação, bem-intencionada, a Ele.
A verdadeira fé n?Ele é aquela que esta confirmada pela prática dos preceitos de acordo com as regras que a refletem. A fé não se consegue pelo vão desejo de tê-la, mas por aquilo que se enraíza no coração e é confirmado pelas ações.
Al-Bukhari relatou uma Tradição autêntica, na qual o mensageiro de Deus disse:
?A fé não consiste em um vago desejo, e sim no que se enraíza no coração e é confirmado pela ação. Houve indivíduos que foram seduzidos pelas vãs ilusões, até que deixaram esta vida sem levar nenhum crédito por boas abras. Disseram: Temos um bom conceito de Deus, o Altíssimo! Mentiram, porque se tivessem tido um bom conceito de Deus, teriam realizado boas obras?.
Depois disto, espero que você não se desespere para ter a misericórdia de Deus, o Altíssimo, porque ela, efetivamente, está muito próxima de si, ao alcance das mãos. Arrependa-se diante de Deus, retorne a Ele, seja um dos que se prostram diante d?Ele para adora-Lo, e obterá, então o que o sei coração almeja, ou seja, a Sua misericórdia, a Sua indulgência e a Sua complacência. É aí que se encontra a sua salvação nesta vida e na outra.
Vá a Deus e Deus irá a você e o apoiará, para que consiga êxito em tudo. Observe os seus deveres religiosos e dirija-se a Ele humildemente, pleno de adoração e prostrado. Deus perdoará o seu pecados, apagarão as suas más ações, introduzi-lo-á em Sua misericórdia e lhe reservará jardins e palácios no Paraíso. Apresse-se em observar corretamente a oração, que, entre outras virtudes, tem a de preveni-lo da abominação e da reprovação e a de aproxima-lo de deus. A oração de nada servirá se não for feita com humildade e de dedicada, absolutamente, ao Senhor do Universo. Se ela for apenas aparente, anular-se-á seu efeito e os esforços daquele que orou terão sido em vão.
Assalamu Aleikum
A Oração Recusada
A finalidade da oração é educar a alma, refinar o caráter, afastar, de quem a pratica, todas as coisas reprováveis ou pérfidas, e purifica-lo da imundice e da vileza.
Quando vemos alguém que reza apropriar-se dos bens alheios ilicitamente, semear a corrupção entre pessoas, realizar atos contrários à religião, servir-se da oração para receber elogios ou utiliza-la para encobrir os seus atos repreensíveis e contrários às prescrições e às proibições determinadas por ela, quando vemos tal pessoa, é bom saber que as orações dela serão invalidas e recusadas. Elas serão enrolas, como um trapo velho e lhe serão atiradas ao rosto, quer queria, quer não.
Essas orações não possuem nenhum valor, não aproximam a pessoa de Deus. Ao contrário, afastam-na d?Ele e aumentam sua perdição.
Há uma Tradição Sagrada que diz:
?Aquele a quem sua oração não preserva dos atos abomináveis e da prática do ilícito, afasta-se mais e mais de Deus.?
E a legislação islâmica rejeita, também, a oração do praticante, se ele não a pratica com assiduidade e nas horas certas, se não faz corretamente as suas abluções e se não a cumpre com as durações necessárias de inclinação (ruku?) e prostração (sujud), pois, a sua negligência indica indiferença; e se ele não dá importância e este grande pilar, a que irá dá-la?
Na Tradição relatada por Anas Ibn Málik, conta que o Mensageiro (Deus o abençoe e lhe dê paz) disse:
?Aquele que faz a oração com a duração certa, tendo feito, antes, as abluções corretamente, dedicado o tempo necessário aos seus movimentos de consagração, inclinação e prostração, fará com que ela fique branca e resplandecente?. Ela lhe dirá: ?Que Deus o proteja como me tem protegido!? Aquele que a faz fora do horário, sem ter realizado corretamente a ablução, e aperfeiçoado a consagração, a inclinação e a prostração, torná-la-á negra e sombria. Ela lhe dirá: ?Que Deus Se descuide de si, como você se tem descuidado de mim!? E onde quer que a pessoa esteja, a oração será enrolada, como um trapo velho e será atirada ao rosto.? ( Transmitida por At-Tabarani)
Eis o que diz o Altíssimo e o Grandioso, na Sagrada Tradição que nos mostra de quem é aceita a oração, para que isso sirva de lição àqueles que se desviaram do caminho, fizeram de sua religião um meio para atingir suas metas pessoais e rezaram por intenções que escondem em seu íntimo. Que Deus os combata por este imenso desvio. Que vejam, pois, a promessa de Deus àquele cuja oração tem sido aceita!
Deus, Todo-Poderoso e Majestoso, disse:
?Não aceito a oração, a não ser a daquele que demonstro modéstia diante da Minha grandeza, que jamais abusou de sua força com as Minhas criaturas, que não adormeceu nenhuma noite, teimando em desobedecer-Me, que passou o dia a Me invocar, que se mostrou misericordioso para com o indigente, o viajante ou a viúva, e se compadeceu daquele a quem aconteceu alguma desgraça. Para este, a luz da oração será como a luz do sol. Eu o protegerei, com Meu pode, e mandarei Meus anjos defende-lo. Iluminarei para ele as trevas e, se ignorante, proporcionar-lhe-ei compreensão. Sua imagem, entre as Minhas criaturas, é como a do Jardim do Éden, no Paraíso?.
Conclui-se, destas duas Tradições autênticas, o conceito em que serão tidos aqueles que misturarem um ato virtuoso a um iníquo. Poderá alguém, por acaso, tomar os indivíduos aqui descritos como argumento para criticar a religião, injusta e iniquamente?
Assalamu Aleikum
Um Argumento Frágil
Certas pessoas, ao serem convidadas a orar, respondem que a religião não consiste de orações, que muitos dos oram, fazem-no, mesmo tendo os corações enegrecidos e que tudo o que fazem, à parte da oração, é repreensível, e que eles, ao contrário, têm os corações puros e amam a religião mais do que aqueles... Este é o frágil argumento de que dispõem.
É como se os atos dessa pessoa e as suas preces (rejeitadas) fossem um argumento contra a religião e as contra orações, e como se a religião tivesse, unicamente, de estar assentada nos corações, sem necessitar de manifestação externa que, ao menos, refletisse a fé de tais corações e a vivência que têm dela.
Ó humanos! Temei a Deus! Buscai os meios para chegar a Ele e apressai-vos a praticar boas ações, enquanto ainda tendes tempo! Vinculai-vos ao vosso Senhor, cumprido a oração, a caridade e a bondade! Sabei que o Islam não consiste apenas na prece e sua pureza do coração, o amor a fidelidade, a retidão, a bondade, a hospitalidade, a peregrinação, a profissão de fé, a contribuição do Zakat, a adoração, a luta pela causa de Deus e a sinceridade para com Ele.
Deus diz no Alcorão Sagrado:
?Suplicai, pois, a Deus, com sincera devoção?. (40ª vers. 14).
E além do que foi dito antes, o Islam é, também, orientação e veneração, Alcorão e espada, fé, ciência e ação, magnanimidade e dignidade, Paraíso e Inferno, obediência e respeito, união e disciplina. O Islam é um todo, solidário e indivisível, que não permite ao homem crer somente numa parte do Alcorão e negar a outra, e sim crer nele em sua totalidade, agindo (o homem) para concretizar esta fé e refletindo-a em seus atos.
Ó muçulmano! Temei a Deus! E voltai-vos, arrependidos, para Ele, antes de vossa morta, pois aquele que retornar arrependido a Deus terá seu arrependimento aceita; Ele lhe concederá a indulgência e o cumulará com Suas graças.
Como é grande a misericórdia de Deus para com aquele que dirige a Ele a fim de pedir! Reconheceio-O na bonança e Ele vos reconhecerá na aflição. Retornai à vossa religião e prosperareis e serei vencedores. Lede o livro de vosso Senhor e este será a vossa provisão, luz e claridade. Segui a luz nos trouxe Mohammad, buscai as mercês com que Deus vos irá agraciar na morada da Outra Vida, sem esquecer que estas corresponderão ao que fizerdes por merecer nesta vida, que é perecível e que não é feita só de prazer e diversão.
Praticai o bem, assim como Deus o praticou, em relação a vós e não semeeis a corrupção na terra. Observai a oração, pagai o Zakat e prostrai-vos com os fiéis. Combatei, quando for preciso, pela causa de Deus, porque um combate ainda maior vos espera, e se não vos preparardes para ele, obedecendo aos preceitos, com perseverança e disposição, vosso esforço será uma fonte de desgraças contra vós mesmos e, que Deus não o queria, sereis os perdedores. Temei, portanto, a Deus!
?Esforçai-vos em obter a indulgência do vosso Senhor e o Paraíso, cuja amplitude é igual à dos céus e da terra, e que está preparados para os tementes, que fazem caridade, tanto na prosperidade como na adversidade; reprimem a cólera e indultam o próximo. Sabei que Deus aprecia os benfeitores?.(3ª Surata, vers. 133-134).
Que Deus nos guie, a todos, para o mais reto dos caminhos e nos ajude a perseverar nos atos de obediência; que nos console pela oração, nos conceda uma vitória digna, e devolva, à religião, a consideração devida e, ao Islam, a sua glória.
Que surja, nesta religião, aquele que a tornará vitoriosa. Deus, louvado seja, é o melhor Protetor é o melhor Provedor.
Louvado seja Deus, Senhor do Universo.
Assalamu Aleikum
O Significado da Palavra Salat (Oração)
A etimologia vincula o sentido da palavra ?salat? (oração) ao ato de implorar, significando, ainda, no contexto lingüístico ?glorificação?. É por isso que se chamam os atos específicos de veneração de ?salat?, por consistirem na glorificação de Deus, exaltado e louvado seja.
Quando o Islam estabeleceu a oração e esta foi explicada pelo Mensageiro da misericórdia, depois pelos seis companheiros, em seguida por aqueles que os sucederam e, finalmente, por todos os doutores da religião, essa palavra foi a convencionada para designá-la.
A oração é, portanto, a adoração e a glorificação de Deus, baseadas em palavras e atos correlatos. É iniciada por uma louvação: ?Deus é Maior? (Allahu akbar), e encerrada com uma salvação: ?Que a paz e a misericórdia de Deus estejam convosco? (Assalamu alaikum wa ra?hmatullah). Segue-se um sistema ordenado e preestabelecido, definido pela religião islâmica, sob cuja luz e orientações caminham todos os muçulmanos.
Portanto, as palavras ainda conservam os seus sentidos originais, súplica e glorificação.
Seu significado, quando a pronunciamos na profissão de fé (At-tachahud), ao dizer, entre outras coisas, que ?as orações são para Deus? é o de que somente glorifica-Lo, que não são adequados para mais ninguém. Quando dizemos, ao invocar a benção e a paz para o Profeta ?ó Deus, abençoa Mohammad!?, isto quer dizer que pedimos que ele seja glorificado neste mundo, com a exaltação de sua memória, e com a preservação da sua mensagem e das suas leis (chari?a), e que, no outro mundo, lhe seja permitido interceder em favor de sua nação e que lhe seja multiplicada a recompensa.
Deus, o Altíssimo e o Glorificado, nos mandou pedir a benção para Seu eleito e Profeta, e tendo sido capazes de alcançar o grau que impõe para isso, recorremos a Ele, suplicando: ?Deus nosso! Abençoa Mohamaad, porque Tu sabes, melhor do que ninguém, o que convém a ele (Deus o abençoe e lhe dê paz)?. A oração de Deus pelo Profeta e Sua misericórdia, a dos anjos, é uma suplica de absolvição e aquele que é oriunda de nós, humanos, é súplica e glorificação. Deus, Altíssimo, disse:
?Em verdade, Deus e Seus anjos abençoam o Profeta. Ó crentes abençoai-o e saudai-o, reverentemente!? (33ª Surata, vers. 56).
E sobre quem recai a obrigação de rezar?
A oração é um preceito individual do qual o muçulmano púbere e sensato é incumbido, seja homem ou mulher; compete àquele a quem chegou a mensagem de Mohammad (Deus o abençoe e lhe dê paz), que sejam capazes de praticá-la e que estejam higienizados.
À criança manda-se praticá-la desde os sete anos de idade, para que cresça sob a égide do seu amor e a ela se habitue. Aos dês anos, embora o tenha ordenado seu pai, tutor ou educador, se recuse a fazê-la é castigada.
Vários são os versículos do Alcorão, que dizem respeito à oração:
?A oração é uma obrigação, prescrita aos crentes para ser cumprida em seu devido tempo?.(4ª Surata, vers. 103).
?Recomenda aos teus a oração s sê constante, tu, também?. (20ª Surata, vers. 132).
?Observai a oração, pagai o Zakat é genuflecti, juntamente com os que genuflectem?. (2ª Surata, vers. 43).
Muitas Tradições vieram destacar a importância e a obrigatoriedade da oração e indicar a maneira de fazer, assim como os castigos, para aqueles não a observam, conforme citado no principio deste livro. Quem quiser aumentar o seu conhecimento sobre esse assunto não precisa mais do que consultar os livros que relatam as Tradições, onde encontrará fartas informações para o seu aprofundamento.
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O que Você Deve Fazer
Antes de Começar a Oração
A oração impõe certas condições sem as quais não pode ser realizada. Porém, uma vez que essas se tenham cumprido, o servo terá o direito de se pôr de pé diante do seu Senhor, para a fazer. Essas condições são:
1-A limpeza. Referimo-nos, aqui à limpeza do corpo, à da roupa e à do lugar onde se vai realizar a oração.
2-Cobrir as partes pudicas ou vergonhosas ? os órgãos sexuais e a parte de trás. O homem deve cobrir-se do umbigo aos joelhos, à frente e atrás. É preferível e o mais prudente. A mulher deve cobrir todo o corpo, exceto o rosto e as mãos.
3-Realizar a oração no horário preceituado, não sendo permitido fazê-la antes do tempo prefixado. Indicaremos adiante, se Deus quiser, o horário correspondente a cada oração, tal como estabelecido pela charia? a.
4-Voltar-se em direção a Caaba, ou seja, orientar-se no sentido da Sagrada Mesquita de Deus, situada em Makka.
Fonte: As postagens do tópico são do Livro A Oração no Islam, de "Mohammad Assawaf".
Prezada Irmã Lay
Assalamu Alaikum
No dia 20 de Abril, no tópico "A IMPORTÂNCIA DA ORAÇÃO NO ISLAM" escreveu a irmã Lay o seguinte versículo do Sagrado Alcorão, que está incorrecto:
?Observai as orações, especialmente as intermediárias e consagrai-vos ferozmente a Deus? (2ª Surata, vers. 238). .
Em vez de "ferozmente" deverá ser ferverosamente.
Compreendo o erro ou gralha da irmã Lay na transcrição do referido versículo, mas que seja registada está correcção, pois o sentido é completamente diferente.
Por outro lado, já agora que estou com a mão na massa, como soi dizer-se, é bom esclarecer que, entre «as orações, especialmente as intermediárias", parece estar a oração de "Al Asr".
Saudações Islâmicas
OSAMA
Assalamu Aleikum
Obrigado irmão, por corrigir meu erro, mas às vezes isso acontece né? :oops:
E se tiver mais algum erro é só dizer, pois na verdade quando digitei este livro estava fazendo tantas coisas junto, q pode haver erros de digitação.
Ate gostaria de pedir se um dos moderados pudesse alterar a postagem e corrigir o erro eu agradeço. :D
Agora sobre estar escrito "Al Asr", não vejo que está errado desde que para se falar em árabe, se diz "Salat Al Asr". E não "Salat Asr".
Como vc mesmo disse; já que também estou com a mão na massa :piscando: , queria dizer que tem algumas parte que tirei de um livro de hadith então também pode encontrar escrito "El Assar", como "Al Asr", ou somente "Assr" ou "Ássar", mas enfim é tudo o mesmo, mas de um livro para outro muda a escrita.
Bom, agora não sei se era isso que vc quis dizer, posso ter entendido errado, então me corrija irmão.
E se vc quis dizer que entre as orações obrigatórias está a oração Al Asr como intermediária.
Digo que no livro consta assim:
?Observai as orações e, especialmente, as intermediárias, e consagrai-vos fervorosamente a Deus?. (2: 238)
A oração intermediária é a Oração da Tarde, segundo a maioria dos exegetas (comentaristas do Alcorão).
Que consta na postagem do tópico:Como se fazer as Orações (http://www.myciw.org/modules.php?name=Forums&file=viewtopic&t=346)
Rogo, que me perdoem os erros e as negligências que possam vir a encontrar.
Obrigada pela atenção.
Assalamu Alaikum Irmã Lay
Já que falou, novamente, sobre as orações intermediárias, vou, se não levar a mal, explicar-lhe melhor e directamente da fonte: o Alcorão com o respectivo tafssir (comentário) ? Alcorão Sagrado, texto, tradução e notas, da autoria de Yusuf Ali, edição do Complexo de Meca- Arábia Saudita:
Alcorão, 2:38: «Observai regularmente as orações e (especialmente) a Oração do Meio (1); e levantai-vos, com devoção, perante Allah» ? (A tradução portuguesa é da edição de Al Furqán).
NOTA (1): "A Oração do Meio" = "Salat al Wusta": pode traduzir-se como "a oração melhor ou mais excelente". As autoridades nesta matéria diferem quanto ao significado exacto desta expressão. O peso das autoridades parece inclinar-se para a "oração de Asr" (ou Açre á portuguesa), no meio da tarde. Esta tem tendência para ser mais negligenciada, e, contudo, é a mais necessária, para nos recordar de que Allah está no meio de todos os nossos assuntos mundanos.
Saudações Islâmicas
OSAMA
Assalamu Aleikum
Obrigado irmão, pela explicação mais detalhada, só temos a ganhar com os esclarecimentos. :D
Assalamu Aleikum
Eu mesma já consertei o erro a cima, achei muito legal poder eu mesma altera a mensagem, nos outros fóruns que participo, só posso alterar a última mensagem postada no tópico deste de que seja minha postagem a ultima.
Obrigada pela atenção.
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