RC
22-03-2004, 12:26
Assalam Aleikum
Mais um exemplo da democracia de Israel
Ricardo Correia
TSF - 10:35
22 de Março 04
MÉDIO ORIENTE
Líderes internacionais condenam morte de xeque Yassin
O assassinato do líder espiritual do Hamas, xeque Yassin, mereceu a condenação de vários líderes internacionais, entre os quais se encontra Teresa Gouveia. A ministra dos Negócios Estrangeiros apelou ao diálogo.
«A violência nunca é, com certeza a solução», considerou Teresa Gouveia, apelando ainda ao regresso, «o mais rapidamente possível» à mesa das conversações de todas as partes, lembrando que o «Roteiro de paz», «continua a ser o caminho para a solução que nós e a União Europeia defende».
O homólogo britânico da ministra dos Negócios Estrangeiros, Jack Straw, também reagiu ao atentado, condenando o facto de Israel ter assassinado o líder do Hamas, defendendo que apesar do governo de Ariel Sharon ter o direito de se defender do terrorismo, não pode utilizar meios à margem do direito internacional.
Também a França condenou o ataque israelita, defendendo que «é contrário ao direito internacional», segundo avançou o porta-voz do ministério francês dos Negócios Estrangeiros.
Para o ministro polaco dos Negócios Estrangeiros, a morte do xeque Yassine poderá provocar o aumento de atentados terroristas, não só no Médio Oriente, mas também na Europa. Wlodzimierz Cimoszewicz considerou ainda que este tipo de «liquidações» não são a melhor forma do Estado hebreu de atingir os seus objectivos.
Javier Solana, alto representante da União Europeia para os Assuntos Exteriores, disse que o assassinato de Ahmed Yassin era «uma novidade muito má para o processo de paz» israelo-palestino.
Para o primeiro-ministro jordano, este assassinato é um «crime odioso» e uma «grave violação dos direitos e convenções internacionais», segundo disse Fayçal al-Fayez. «Apelamos a Israel para parar com as mortes dos nossos irmãos palestinos», acrescentou al-Fayez.
tsf (http://tsf.sapo.pt/online/internacional/interior.asp?id_artigo=TSF143816)
Mais um exemplo da democracia de Israel
Ricardo Correia
TSF - 10:35
22 de Março 04
MÉDIO ORIENTE
Líderes internacionais condenam morte de xeque Yassin
O assassinato do líder espiritual do Hamas, xeque Yassin, mereceu a condenação de vários líderes internacionais, entre os quais se encontra Teresa Gouveia. A ministra dos Negócios Estrangeiros apelou ao diálogo.
«A violência nunca é, com certeza a solução», considerou Teresa Gouveia, apelando ainda ao regresso, «o mais rapidamente possível» à mesa das conversações de todas as partes, lembrando que o «Roteiro de paz», «continua a ser o caminho para a solução que nós e a União Europeia defende».
O homólogo britânico da ministra dos Negócios Estrangeiros, Jack Straw, também reagiu ao atentado, condenando o facto de Israel ter assassinado o líder do Hamas, defendendo que apesar do governo de Ariel Sharon ter o direito de se defender do terrorismo, não pode utilizar meios à margem do direito internacional.
Também a França condenou o ataque israelita, defendendo que «é contrário ao direito internacional», segundo avançou o porta-voz do ministério francês dos Negócios Estrangeiros.
Para o ministro polaco dos Negócios Estrangeiros, a morte do xeque Yassine poderá provocar o aumento de atentados terroristas, não só no Médio Oriente, mas também na Europa. Wlodzimierz Cimoszewicz considerou ainda que este tipo de «liquidações» não são a melhor forma do Estado hebreu de atingir os seus objectivos.
Javier Solana, alto representante da União Europeia para os Assuntos Exteriores, disse que o assassinato de Ahmed Yassin era «uma novidade muito má para o processo de paz» israelo-palestino.
Para o primeiro-ministro jordano, este assassinato é um «crime odioso» e uma «grave violação dos direitos e convenções internacionais», segundo disse Fayçal al-Fayez. «Apelamos a Israel para parar com as mortes dos nossos irmãos palestinos», acrescentou al-Fayez.
tsf (http://tsf.sapo.pt/online/internacional/interior.asp?id_artigo=TSF143816)