Vizualizar Versão Completa : Casar sem se converter ?!
Olá a todos! Como ja falei aqui anteriormente procuro conhecer melhor a relegião mulçumana. Tenho vindo a pesquisar e quanto mais procuro mais curiosidade tenho! Vi algures na net o seguinte " Um Mulçumano pode casar com uma cristã e é por habito que esta se convirta em mulçumana porem esta pode obtar por não se converter/reconverter mas a educação dos filhos devera ser mulçumana!
ok... a pergunta é a seguinte:
- É verdade !?
e ja agora ...
Uma amiga minha disse-me que uma prima dela se converteu por amor a um mulçumano o que acontece é que ele casou-se com mais duas e ela é despresada e posta de parte ja li por aqui que o casamento deve de ser justo, isto é, o homem deve de tratar todas por igual... o pior não é o facto do despreso mas sim o facto de a mãe dela ( tia dexa minha amiga) esteve muito doente alias morreu faz um par de meses e conclusão ela n pode estar com a mãe nem despedir-se dela o que foi muito triste porque a prima da minha amiga dos nove filhos da senhora foi a unica que subreviveu - filha unica. Por aquilo que percebi ela não pode estar com mãe nem nada disso porque reconvertido ou convertido não pode digamos pegar em pessoas doentes catolicas...se ja fosse mulçumana a nasceça digamos axim ja podia...visto que não é o caso não...
volto a perguntar
é verdade?!
Desde já agradeço a atenção!
Sophie,
Quando um Muçulmano se casa com uma mulher de outra religião (Católica ou Judaica) esta não é obrigada a mudar de religião, nem por amor ao marido - pois isso seria uma falsidade com ela mesma e com Deus, mas se ela decidir mudar por causa da sua fé isso é uma decisão que cabe apenas a ela. Toda a gente quando nasce é Muçulmana, assim sendo se não se efectuarem batizados e afins a criança é Muçulmana.
O contacto com a família é muito importante para os Muçulmanos e somos obrigados a obedeçer aos nossos pais em tudo excepto para quem Rezar... Isso para todos os Muçulmanos, não existem diferenças entre os nascidos Muçulmanos e os revertidos... todos temos as mesmas obrigações.
Espero que tenha ajudado.
Concordo com a ines,,
1-Nao ha necessidade de converter.
2- Acrescento porem que em nenhum lugar diz que uma muçulmana nao pode tocar num catolico ou doutra confissao religiosa.
3- Se ele casou com outras e nao lhe da os seus direitos,,,será julgado por Deus e é considerado um pecador.
Peregrino
09-12-2008, 11:49
ignorância sectária.
Como foi dito já:
1 - Não é preciso converter-se
2 - Se o ponto 1 afirma não ser preciso converter-se qual seria o problema em tocar em não muçulmano? Nenhum
3 - A mulher pode exigir que o marido seja monogâmico.
4 - Sua amiga devia ter-se divorciado no momento em que ele casou com outras mulheres. Infelizmente, a irracionalidade do amor sempre impede tomar a melhor decisão.
5 - Em princípio a educação deverá ser muçulmana.
Nada impedirá a mulher de lhe transmitir sua própria religião para que a criança um dia escolha.
Caro Peregrino,
As crianças muçulmanas não têm direito à escolha da religião se têm o pai muçulmano e a mãe não muçulmana. O muçulmano que não assegurar que os seus filhos tenham educação islâmica e sejam muçulmanos responderá pelas suas acções à Allah um dia. Podemos fazer muitas boas acções, mas os nosso filhos, devido à educação e a religião que lhes dermos, podem levar-nos a perdição no Dia do Julgamento.
Embora os meus pais são muçulmanos, eu estuduei a religião cristã. Por isso não há mal nenhum em conhecer outras crenças.
Saber da religião da mãe não é mesma coisa que haver uma escolha mais tarde. É claro que se o filho/a filha mais tarde, quando adulto, escolher a religião da mãe, aí não será a responsabilidade do pai, porque ele deu a educação islâmica ao seu filha/à sua filha e assegurou-se que ele/ela fosse muçulmano/muçulmana.
olá a tds desde ja agradeço as respostas, fiquei muito menos confusa, mais esclarecida mas fiquei com outra duvida :s
Se um Mulçumano casar com uma não mulçumana como então será o casamento?!?
Um muçulmano só pode casar com mulher muçulmana ou do Povo do Livro, isto é cristã ou judia.
O casamento é considerado um casamento islâmico e legítimo. Neste contexto deverá o homem explicar à mulher cristã ou judia que os filhos resultantes do casamento serão muçulmanos e educados para serem muçulmanos. Se o homem não fizer com que os seus filhos sejam muçulmanos, ele responderá pela sua acção no Dia de Julgamento. Todo o muçulmano crê no Dia do Julgamento.
olá a tds desde ja agradeço as respostas, fiquei muito menos confusa, mais esclarecida mas fiquei com outra duvida :s
Se um Mulçumano casar com uma não mulçumana como então será o casamento?!?
Tem 13 % de hipótese de os filhos serem muçulmanos, ou se adaptam um ou outro ou então temos divorcio. (como qualquer casamento)
As crianças muçulmanas não têm direito à escolha da religião Claro que têm sabe porque é impossível de obrigar alguém a abraçar uma fé, pois só é crente quem crê e não quem aparenta.
Caro Orlando,
Sobre as estatísticas que dá devia fundamentar. Onde arranjou-as e qual foi o critério?
Sobre os filhos seguirem o Islão, é o que o Islão ensina. De resto aquilo que o Orlando elabora é sua opinião e não a do Islão.
Como expliquei antes o casamento é metade da fé. Como poderá ser metade de fé se o homem muçulmano rescindir da sua responsabilidade de transmitir a fé islâmica se metade de sua fé é o casamento?
Ninguém nasce aprendido sobre o Alcorão ou como se ora etc. Tudo é ensinado e os preceitos da fé são ensinados. Daí a existirem as escolas islâmicas. Todas as comunidades que estão organizadas à volta de uma mesquita têm escola islâmica.
No Islão não existe a livre escolha dos filhos serem ou não muçulmanos. Quando os filhos tiverem crescido e forem já adultos, se porventura escolherem não serem muçulmanos, aí a responsabilidade do pai já terminou. O filho/a filha adulta responderá a Deus pela sua nova crença.
olá a tds desde ja agradeço as respostas, fiquei muito menos confusa, mais esclarecida mas fiquei com outra duvida :s
Se um Mulçumano casar com uma não mulçumana como então será o casamento?!?
O casamento será exactamente como se fossem dois muçulmanos,,,,ou seja o Sheikh faz uma leitura do Alcorao e depois faz a habitual pergunta a ambos
Peregrino
09-12-2008, 23:48
Vamos lá abrandar.
Ensinar às crianças também a religião da mãe, não significa que o pai não lhe ensine o Islão.
A questão da escolha não é importante, não pode ser controlada, nenhum pai tem controlo sobre os filhos. Cabe somente aos pais darem a melhor educação possível.
Na prática não é possível ensinar duas religiões com vista a serem praticadas.
E aqui, admito que é preciso um entendimento prévio sobre o rumo que pretendem indicar aos filhos.
O casamento será exactamente como se fossem dois muçulmanos,,,,ou seja o Sheikh faz uma leitura do Alcorao e depois faz a habitual pergunta a ambos
Irmão e se o casamento for realizado pelo civil não será melhor? Do que apenas pela Mesquita?
Um casamento realizado apenas pela mesquita não tem qualquer valor social (em Portugal) para a sociedade é como se vivessem em união de facto!
Quanto á religião dos filhos segundo a minha experiência e o que tenho ouvido por outras pessoas é discutido antes do casamento ou se aceita ou não se casa.
Bem agradeço de novo a tds as vossas respostas! :srverde:
Mt obrigada mesmo a tds! :srverde:
Fico contente por saber que o casamento é feito da mesma maneira, li algures na net como era o casamento a cerimonia em si e penso que deve de ser muito bonita! :srverde:
Em relação aos filhos fico também contente em saber que em adultos poderam inventualmente escolher outra relegião se assim o desejarem.:srverde:
Irmão e se o casamento for realizado pelo civil não será melhor? Do que apenas pela Mesquita?
Um casamento realizado apenas pela mesquita não tem qualquer valor social (em Portugal) para a sociedade é como se vivessem em união de facto!
Quanto á religião dos filhos segundo a minha experiência e o que tenho ouvido por outras pessoas é discutido antes do casamento ou se aceita ou não se casa.
Os casamentos religiosos realizados pela CIL passaram a ser legais em Portugal. Basta registar o casamento com o documento passado pela CIL. Os judeus e os muçulmanos no que concerne ao casamento passaram a ter os mesmos privilégios da ICAR.
Irmão e se o casamento for realizado pelo civil não será melhor? Do que apenas pela Mesquita?
Um casamento realizado apenas pela mesquita não tem qualquer valor social (em Portugal) para a sociedade é como se vivessem em união de facto!
Quanto á religião dos filhos segundo a minha experiência e o que tenho ouvido por outras pessoas é discutido antes do casamento ou se aceita ou não se casa.
O casamento religioso é para abençoar o casamento e para que toda comunindade fique a conhecer o novo casal (sejam eles dois muçulmanos ou nao). Já o civil, é para questoes de sociedade,,,enfim ambos sao bons mas o religioso tem o seu grau de espiritualidade.
Já sobre os filhos,,,o mais certo é que ambos tem de combinar o futuro deles, numa forma racional e logica,,ambos terão de aprender a ceder, nao entrando em teimosia ou radicalismo. Esse será o "preço" de um casamento inter-religioso.
salam
Os casamentos religiosos realizados pela CIL passaram a ser legais em Portugal. Basta registar o casamento com o documento passado pela CIL. Os judeus e os muçulmanos no que concerne ao casamento passaram a ter os mesmos privilégios da ICAR.
:oops: Não sabia, é sempre bom ter essa informação!
Caro Orlando,
Sobre as estatísticas que dá devia fundamentar. Onde arranjou-as e qual foi o critério?
Sobre os filhos seguirem o Islão, é o que o Islão ensina. De resto aquilo que o Orlando elabora é sua opinião e não a do Islão.
Como expliquei antes o casamento é metade da fé. Como poderá ser metade de fé se o homem muçulmano rescindir da sua responsabilidade de transmitir a fé islâmica se metade de sua fé é o casamento?
Ninguém nasce aprendido sobre o Alcorão ou como se ora etc. Tudo é ensinado e os preceitos da fé são ensinados. Daí a existirem as escolas islâmicas. Todas as comunidades que estão organizadas à volta de uma mesquita têm escola islâmica.
No Islão não existe a livre escolha dos filhos serem ou não muçulmanos. Quando os filhos tiverem crescido e forem já adultos, se porventura escolherem não serem muçulmanos, aí a responsabilidade do pai já terminou. O filho/a filha adulta responderá a Deus pela sua nova crença.
Fonte foram censos, mas convém não mudar o tema.
É impossivel como já disse forçar a alguem a ser muçulmano e é contra Islão. Retirei o seguinte num artigo aqui publicado a alguns anos atras:
O Corão diz:
"Que não haja compulsão na religião: a verdade se destaca claramente da falsidade". (2:256);
"Diz (Ò Muhammad): Esta é a verdade do Senhor de todos. Logo, quem desejar, deixem que creia, e quem desejar , que não creia." (18:29).
Além disso, foi dito a Muhammad no Corão que sua missão é a de ensinar e pregar, não a de impor ou obrigar:
"Recorde-lhes, porque é só um recordador. Não é alguém que coage" (88:21-22);
"Não é aquele que intimida pela força. Assim admoesta com o Corão a aqueles que temem Minha Advertência!" (50:45).
Sempre me dizeram que o Islão não se aplica a crianças por exemplo: rezar 5 ao dia, Ramadão, etc.
Não é verdade que o Islão não se aplica a crianças. Gostaria de vêr mesmo onde está este censo a que se referiu.
O versículo da compulsão de religião refere-se a pessoas que não são muçulmanas num estado islâmico e na propagação da fé.
Uma criança que nasce de um casamento muçulmano, incluindo a de um homem muçulmano com uma não-muçulmana do Povo do Livro que também é um casamento muçulmano, nasce muçulmana. Assim, deve-se ensinar e fazer praticar a religião a todas as crianças resultantes do casamento, sendo obrigatória a frequência regular da mesquita pelos rapazes a partir da puberdade, que costuma ser entre 11 e 13 anos.
Não é verdade que o Islão não se aplica a crianças. Gostaria de vêr mesmo onde está este censo a que se referiu.
O versículo da compulsão de religião refere-se a pessoas que não são muçulmanas num estado islâmico e na propagação da fé.
Uma criança que nasce de um casamento muçulmano, incluindo a de um homem muçulmano com uma não-muçulmana do Povo do Livro que também é um casamento muçulmano, nasce muçulmana. Assim, deve-se ensinar e fazer praticar a religião a todas as crianças resultantes do casamento, sendo obrigatória a frequência regular da mesquita pelos rapazes a partir da puberdade, que costuma ser entre 11 e 13 anos.
Mas você está a falar de 11 e 13 anos, isso é adolescentes e não crianças.
E olhe que não deve ser nada fácil convencer um adolescente, faz me lembrar um filme que vi a muitos anos na escola sobre um paquistanês casado com uma inglesa, em que os filhos adolescentes fugiam quando vinha a carrinha busca-los para leva-los á mesquita.
Os censos são da Indónesia de varias decadas, lembro que a Indónesia tem 237 milhões de pessoas e mais de 85% são muçulmanos.
Pode ver a tabela no meu blog neste Post (http://islamicmyths.wordpress.com/2008/01/04/muslimas-are-allow-to-marry-non-muslims/) está no fim da pagina.
Mas você está a falar de 11 e 13 anos, isso é adolescentes e não crianças.
E olhe que não deve ser nada fácil convencer um adolescente, faz me lembrar um filme que vi a muitos anos na escola sobre um paquistanês casado com uma inglesa, em que os filhos adolescentes fugiam quando vinha a carrinha busca-los para leva-los á mesquita.
Os censos são da Indónesia de varias decadas, lembro que a Indónesia tem 237 milhões de pessoas e mais de 85% são muçulmanos.
Pode ver a tabela no meu blog neste Post (http://islamicmyths.wordpress.com/2008/01/04/muslimas-are-allow-to-marry-non-muslims/) está no fim da pagina.
Aceita o que o Alcorão diz?
52.21 . E aqueles que creram, bem como as sua proles, que os seguirem na fé, reuni-los-emos às suas famílias, e não os privaremos de nada, quanto à sua recompensa merecida. Todo o indivíduo será responsável pelos seus actos!
Quanto a Indonésia deve saber que era uma colónia holandesa e eles converteram muitos dos hindús e até alguns muçulmanos. Antes do Islão, a Indonésia era maioritariamente hindú e budista. Os portugueses colonizaram Malaca.
Aceita o que o Alcorão diz?
52.21 . E aqueles que creram, bem como as sua proles, que os seguirem na fé, reuni-los-emos às suas famílias, e não os privaremos de nada, quanto à sua recompensa merecida. Todo o indivíduo será responsável pelos seus actos!
Sim mas pode ir para o Paraíso sem ser muçulmano, e obrigar um filho a dizer que é muçulmano não vai servir de nada no Julgamento.
Não confunda, eu não estou a dizer que não devem instruir os filhos, apenas estou a dizer que é impossível forçar alguem e que não é hereditário ao contrario dos judeus por parte da mãe.
Quanto a Indonésia deve saber que era uma colónia holandesa e eles converteram muitos dos hindús e até alguns muçulmanos. Antes do Islão, a Indonésia era maioritariamente hindú e budista. Os portugueses colonizaram Malaca.
Actualmente é país com mais muçulmanos no Mundo e o pais com mais muçulmanos convertidos no Mundo
Sobre Indonésia comtinua a ter uma grande minoria hindú e budista. Bali é maioritariamente composta por hindús e budistas. Estes não se converteram nem os seus pais eram muçulmanos.
Quanto a muçulmanos covertidos não são os pais que os converteram certamente, ou deram opção de escolher a religião.
Sim mas pode ir para o Paraíso sem ser muçulmano, e obrigar um filho a dizer que é muçulmano não vai servir de nada no Julgamento.
Não confunda, eu não estou a dizer que não devem instruir os filhos, apenas estou a dizer que é impossível forçar alguem e que não é hereditário ao contrario dos judeus por parte da mãe.
Sim sr caro Orlando, não vale de nada ser muçulmano quanto a questões de fé. Um muçulmano é responsável pela crença de sua prole. Eles podem levá-lo ao Inferno. Os filhos serão perguntados porque repudiaram o Deus único e associaram alguém a Ele, e eles responderão que os nossos pais, ou pai, não nos fez crescer como muçulmanos enquanto éramos crianças.
É claro que o Islão não é hereditário porque qualquer pessoa pode ser muçulmano e não há baptsimo nem nada para o serem como bem sabe.
Sobre Indonésia comtinua a ter uma grande minoria hindú e budistas. Bali é maioritariamente composta por hindús e budistas. Estes não se converteram nem os seus pais eram muçulmanos.
Quanto a muçulmanos covertidos não saõ os pais que os converteram certamente ou deram opção de escolher a religião.
Não sei onde quer chegar com a minoria hindu, se não houvesse minorias não havia casamentos inter-fé para analisar, mas não deixa de ser o país com mais muçulmanos.
Sobre convertidos estou a falar de pessoas que passaram a ser muçulmanas, vi num doc que na Indonésia muitos muçulmanos deixam não tentar impor nada aos filhos, no entanto estes acabam sendo muçulmanos na mesma
Sim mas pode ir para o Paraíso sem ser muçulmano, e obrigar um filho a dizer que é muçulmano não vai servir de nada no Julgamento.
Não confunda, eu não estou a dizer que não devem instruir os filhos, apenas estou a dizer que é impossível forçar alguem e que não é hereditário ao contrario dos judeus por parte da mãe.
Acredito pessoas não Muçulmanas possam ir para o Paraíso...
Mas criar uma criança e educar na religião islamica é algo que temos que fazer, é da nossa responsabilidade e obrigação como pais.
Mas depois quando essa criança crescer ela é que tem que seguir o seu caminho, já é uma pessoa adulta e responsável pelos seus actos e acções...
Concordo que os não muçulmanos poderão ir para o Paraíso também. O paraíso não é proproiedade dos muçulmanos somente. Aqui não é a questão se a prole de um muçulmano irá para o Paraíso, estamos a falar dos pais, que poderão não ir por causa de sua prole. Allah é Misericordioso e só Ele poderá determinar quem irá para o Paraíso.
Não sei onde quer chegar com a minoria hindu, se não houvesse minorias não havia casamentos inter-fé para analisar, mas não deixa de ser o país com mais muçulmanos.
Sobre convertidos estou a falar de pessoas que passaram a ser muçulmanas, vi num doc que na Indonésia muitos muçulmanos deixam não tentar impor nada aos filhos, no entanto estes acabam sendo muçulmanos na mesma
E pura propaganda de indonésios. Até o pai indonésio de Obama que era secularista e não praticante pelo que dizem, mandou o Obama estudar o Islão e ele frequentava a mesquita e aprendeu a lêr o Alcorão numa madrassa.
Indonésia é o maior exemplo de conversão. Não foi lá nenhum exército muçulmano. Converteram-se devido aos mercadores árabes e muçulmanos puramente.
Mas você está a falar de 11 e 13 anos, isso é adolescentes e não crianças.
E olhe que não deve ser nada fácil convencer um adolescente, faz me lembrar um filme que vi a muitos anos na escola sobre um paquistanês casado com uma inglesa, em que os filhos adolescentes fugiam quando vinha a carrinha busca-los para leva-los á mesquita.
Os censos são da Indónesia de varias decadas, lembro que a Indónesia tem 237 milhões de pessoas e mais de 85% são muçulmanos.
Pode ver a tabela no meu blog neste Post (http://islamicmyths.wordpress.com/2008/01/04/muslimas-are-allow-to-marry-non-muslims/) está no fim da pagina.
Interessante o teu blog!
Tayeb converterem-se porque lhes foi exibido um Islão puro e é prova evidente de que Islão pode ajudar uma sociedade ao contrario do que extrema direita na França quer mostrar.
É possível ser propaganda, para mim é irrelevante acho que parte do juizo de cada de um mas acho que é dever informar os filhos sobre a religião, e acho que nesse assunto os pais deviam arranjar tempo para isso, não é necessário outros o fazerem, é que vindo dos pais tem mais força porque os filhos vêm exemplos.
Obrigado Inês:oops: :D
KarlsEduardo
10-12-2008, 23:32
Em Nome de Deus,O Clemente, O Misericordioso
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Ja foi dito quase tudo. É bom salientar alguns tópicos :
Não existe necessidade de se converter e isto é quase uma falsidade. Um fator forte a tudo isto é o fato de a mulher no caso se influenciar pela cultura do local que muitas vezes não é bem islamica e que as vezes pode até oprimir a mulher(e também o homem) a entrar no suposto islam do local, isto deve ser verificado e tomado cuidado.
Uma vez insatisfeita a mulher pode procurar a lei islamica e enfrentar tudo e a todos, isto quase nunca acontece(nem para homens também) porque os muçulmanos que vivem debaixo da lei islamica tem o maior aparato de leis que existem no mundo em vigor mais não o utilizam, ai depois dizem que leis "humanas" como direitos humanos, tábuas de hamurubi é melhor, o que não é.
No iran teve um caso clássico recente de uma mulher que foi agredida pelo seu marido de modo que ficou com a mão quebrada e inutilizada, ela aconselhada por amigos levou o caso até os tribunais islamicos do iran alegando ser muçulmana e ter direito a lei, resultado : o marido foi condenado a ter a mão cortada por ter feito isto a sua mulher, numa decisão "inédita" , inédita também porque deve ser um dos poucos casos que alguém recorre a seu direito na lei.
Outro fator é (não correção) mais continuação do que disse o taybe : no islam só se converte quando se faz a shahada. No caso a criança que nasce numa familia islamica tem que ser educada pelo islam.Porém ela só se torna muçulmana quando faz a shahada que só é aceito quando a pessoa tem consciência de si própio.Uma vez que ela depois de tudo não queira entrar para o islam , pela lei ela pode, conforme Deus revelou que não a imposição quanto ao Din(sistema).
Cuidado com a influência católica medieval das cruzadas em alguns locais de muçulmanos que querem dizer que uma criança "nasce" muçulmana após algum rito como batismo e etc, isto não existe.Só se é muçulmano quando se faz a shahada, a criança ela será educada conforme o islam.
Fiquem com Deus
Cuidado com a influência católica medieval das cruzadas em alguns locais de muçulmanos que querem dizer que uma criança "nasce" muçulmana após algum rito como batismo e etc, isto não existe.Só se é muçulmano quando se faz a shahada, a criança ela será educada conforme o islam.
Fiquem com Deus
Oh Karls voce ia tambem e no final teve uma recaída...:srverde: Parece que de sindrome de Torret mas versão AlQueda.
Mas tirando a recaida falou bem.
KarlsEduardo,
Quando um ser nasce ele é Muçulmano desde o ser vivo ás plantas... como é que é obrigado a fazer a shahada? Isso quase me quer parecer a Profissão da Fé dos Católicos!
O meu filho irá crescer InshaAllah no sei de uma familia Muçulmana, a sua fé virá nos nossos ensinamentos e exemplos... ele irá crescer com a Fé em ALLAH e não noutros deuses ou Santos...
Concordo com irmã. Não há shahada na criança que venha a crescer como adutlo como uma obrigatoriedade. Eu nunca fiz testemunho público depois de atingir a puberdade como uma entrada, ou baptismo no Islão. Nem fez nenhuma criança na minha família. Talvez seja entre os muçulmanos xiitas que o irmão Karls Eduardo conhece bem, mas não entre muçulmanos sunitas. Nunca ouvi falar disto que por exemplo os irmãos xiitas quando atingem a puberdade têm que recitar formalmente em público shahada. Meu nentinho reza shahada todas as noites. Nós rezamos shahada em todas as ocasiões de oração.
As crianças aprendem dizer shahada porque reza a tradição que na sepultura o anjo perguntará quem é teu Deus e teu profeta e a pessoa responderá com shahada. Também recitam-no regularmente ao longo da vida. Faz parte da fé. Shahada não é uma formalidade de testemunho público no Islão. Qualquer pessoa que crê que Deus é Uno e sem parceiros e que Muhammad (s.aw.) é seu profeta é muçulmano, por mais que não cumpra os preceitos islâmicos ou que tenha feito um testemunho público. O testemunho público de shahada pelos recém-convertidos/revertidos numa mesquita é só para dar a conhecer a outros crentes que eles são já muçulmanos. O exemplo vertente da mulher iraniana, deverá ter sido feito com um testemunho de shahada pea mulher perante o tribunal de sharia.
Tayeb converterem-se porque lhes foi exibido um Islão puro e é prova evidente de que Islão pode ajudar uma sociedade ao contrario do que extrema direita na França quer mostrar.
É possível ser propaganda, para mim é irrelevante acho que parte do juizo de cada de um mas acho que é dever informar os filhos sobre a religião, e acho que nesse assunto os pais deviam arranjar tempo para isso, não é necessário outros o fazerem, é que vindo dos pais tem mais força porque os filhos vêm exemplos.
Obrigado Inês:oops: :D
Atenção que os pais podem não ter conhecimento suficiente e as madressas (escolas islâmicas) são os locais mais adequados. Hoje em dia os madessas funcionam muito bem organizadas com programas curriculares. Todos os meus filhos frequentaram madressa da Mesquita Aisha Siddika, Odivelas, e foram alunos do ex-Imame Muhammad Sindhi agora radicado em Leicester, Inglaterra. Foi um excelente professor e tenho no Imame uma grande estima e admiração. Fez dos meus filhos excelentes muçulmanos com mais conhecimentos da fé do que eu próprio. Sempre a seguinte geração sabe mais.
É interessante saber que quando os árabes estiveram por aqui e reinavam nestas terras de Portugal, na Vila Frana de Xira havia uma Escola Islâmica de grandes proporções.
Atenção que os pais podem não ter conhecimento suficiente e as madressas (escolas islâmicas) são os locais mais adequados. Hoje em dia os madessas funcionam muito bem organizadas com programas curriculares. Todos os meus filhos frequentaram madressa da Mesquita Aisha Siddika, Odivelas, e foram alunos do ex-Imame Muhammad Sindhi agora radicado em Leicester, Inglaterra. Foi um excelente professor e tenho no Imame uma grande estima e admiração. Fez dos meus filhos excelentes muçulmanos com mais conhecimentos da fé do que eu próprio. Sempre a seguinte geração sabe mais.
É interessante saber que quando os árabes estiveram por aqui e reinavam nestas terras de Portugal, na Vila Frana de Xira havia uma Escola Islâmica de grandes proporções.
Eu tenho medo de por filhos meus numa madrassa... ainda calha de sairem de lá meios malucos. Prefiro não arriscar.
Eu tenho medo de por filhos meus numa madrassa... ainda calha de sairem de lá meios malucos. Prefiro não arriscar.
Não percebo porquê?
Não percebo porquê?
Confesso que pode ser estupidez minha pois pode ser um estereotipo mas as madrassas que eu vi mostravam um método de ensino que eu não cria ver os meus filhos lá.
Para além disso se somos responsáveis pelos nosso filhos devemos ser nós a ensina-los, no meu caso será assim
Confesso que pode ser estupidez minha pois pode ser um estereotipo mas as madrassas que eu vi mostravam um método de ensino que eu cria ver os meus filhos lá.
Para além disso se somos responsáveis pelos nosso filhos devemos ser nós a ensina-los, no meu caso será assim
Aqui não conheço nenhuma madrassa, mas acho que os bons exemplos vem sempre dos pais... é muito bom vêr a tua determinação!
Marta Beatriz
01-12-2009, 12:42
Olá,
Tudo isto é muito bonito de dizer e de tolerância, isto e aquilo, mas quando as coisas se tornam realidade a própria relalidade é outra.
Diz-se quem casar com homem muçulmano os filhos tem que ser muçulmanos porque na religião do marido assim diz, mas religião da esposa também diz que ela tem obrigação de educar os seus filhos na religião católica, mas como sempre apenas aquilo que é relativo aos homens é que vale. O Islam também diz que foi o Islam que deu direitos à mulher que a religiao católica não dava. O certo é que a religião católica "tenta"evoluar conforme a sociedade mundial evolui, coisa que o Islão não aceita, tenta sempre vivenciar a vida do Profeta, o modo de vida do Profeta. Pelo conhecimento, que é pouco, que tenho do Islão e da exeriencia também, O Islão tenta mudar a cultura dos seus fieis, converte-los também na sua cultura e não apenas na religião, converte-los na lingua, nos costumes, maneira de vestir, maneira de estar na sociedade e maneira de ver os outros. Também depende muito de que país cada um conhece e vivência a experiencia do Islão. A minha não foi das melhores, acredito que se eu até tivesse casado com o meu marido na mesquita do Porto ou até na de Lisboa, hoje não teria esta ideia dos muçulmanos que tenho hoje, não é de todos, claro, pois existem muitos bons muçulmanos e muita boa gente em todas as religiões, agora quando uns se servem da religião para terem filhos da sua religião e "obrigarem" especialmente a mulher a ceder a isso, também é verdade.
Isto apenas para dizer que quem se aventura num casamento destes, realmente não sabe no que se está a meter, quando realmente existe tolerância de parte a parte e existem cedências, compreenção,entendimento e essenciamente diálogo, sendo verdadeira nesse diálogo, o casamento até pode funcionar, mas como em todos os relacionamentos, é uma constante, o casamento na minha ideia é um trabalho diário e se alguem ou os dois se acomodarem, não duram muito tempo.
Muito obrigada pela atenção.
Que Deus esteja convosco.
Peregrino
01-12-2009, 15:26
A religião é irrelevante, o que vale são as pessoas.
O que importa que a religião diga isto ou aquilo:?: Em rigor, quem nasce em família muçulmana não é muçulmano até ao momento que o declarar.
Um filho é independente e livre de escolher o que bem entende.
A educação a dar aos filhos, não é o que o Islão ou ICAR dizem, é o que os pais lhe derem. Se um casal pretende viver junto e não conseguem concordar nisto, não casem ou divorciem-se ( se existir inflexibilidade, só terão conflitos...)
Islão não é cultura. Quem afirma isto, normalmente são pessoas que visitam Marrocos ou pouco mais. Desconhecem a Indonésia, Senegal, Uzbequistão, Irão, etc
Quem olhar com atenção verá que os hábitos culturais dos países de maioria muçulmana diferem imenso entre si. Do modo de vestir ao que comem, etc
Existem comportamentos indicados pela religião, mas isto é validado pela crença individual. Cada um entenderá e interpretará do modo que bem entender.
----------
E um último comentário para a Marta Beatriz.
Você fala na ICAR evoluir com a sociedade. O que aconteceu foi, deitaram fora os ensinamentos do fundador do cristianismo católico, Paulo de Tarso.
O problema dos europeus não muçulmanos é olharem os muçulmanos como se olham no espelho. A maldade, diria mesmo crueldade como a mulher foi tratada na Europa é que leva a sentirem-se tão agredidos quando olham para os países muçulmanos...
Séculos de obras teológicas imundas, escritas pelas personalidades mais louvadas pela ICAR, jamais poderão comparar-se com a ignorância entre os muçulmanos.
O mau tratamento dado a muitas mulheres muçulmanas, nunca tiveram por base tradição teológica imunda como na ICAR.
A bíblia trata as mulheres abaixo de cão...Pretendem os dadores de lições morais, apontar o dedo ao Alcorão, quando por acaso fala em a mulher herdar metade de um homem...
Na realidade, a ICAR não evoluiu, o que aconteceu foi ter-se dado uma revolução cultural na Europa. A ICAR deixou de importar, ninguém quer saber o que pensa ou deixa de pensar o Papa...Pelo menos a maioria dos europeus. Muitos católicos que até apreciam o Papa, na hora h, metem preservativo ou usam outros métodos...etc, etc.
Os países de maioria muçulmana precisam de educação, isto irá bastar.
Nos primeiros séculos, onde os sábios acolhiam toda a sabedoria, independentemente da origem, faziam o Islão brilhar. As pessoas convertiam-se em massa...Em dado momento, bloquearam este caminho e mundo muçulmano definhou...
Muitos muçulmanos mais educados, lembram os numerosos pensadores ilustres dentre os muçulmanos, só que estes foram usados pela Europa.
Nossas raízes, vêem também de grandes pensadores muçulmanos descartados pela decadente sociedade muçulmana...
Exemplo:
Ibn Rush ( Averroes). Importante pensador, essencial para a concretização da modernidade na Europa. Foi, a prazo, irrelevante no mundo muçulmano.
Já escrevi demais, ficarei por aqui... Faltava focar o conceito de Ijtihad e como muitas mulheres o usam para lutar pelos seus direitos.
As mulheres crentes muçulmanas, não procuram renegar a sabedoria islâmica, ao contrário das católicas que necessitam repudiar os pensadores católicos e até o verdadeiro fundador do cristianismo ( Paulo). Elas buscam no Islão a base que sustente seus direitos enquanto mulheres.
Obrigado beatriz pelo teu "desabafo". mas permite-me comentar alguns pontos.
1. Dizes que "O Islão tenta mudar a cultura dos seus fieis, converte-los também na sua cultura e não apenas na religião, converte-los na lingua, nos costumes, maneira de vestir, maneira de estar na sociedade e maneira de ver os outros."
Nao concordo. Deves querer dizer que a cultura (arabe, indiana, africana, europeia, etc) converte as pessoas. Nao encontraras no Alcorao e vida profetica algumas directrizes no estilo de roupa/lingua/etc, mas sim incentiva a vestirmos dignamente, falarmos boas coisas etc. Dai concordo quando dizes que , "Também depende muito de que país cada um conhece e vivência a experiencia do Islão."
2. Quando dizes que ...."A minha não foi das melhores, acredito que se eu até tivesse casado com o meu marido na mesquita do Porto ou até na de Lisboa, hoje não teria esta ideia dos muçulmanos que tenho hoje, não é de todos, claro, pois existem muitos bons muçulmanos e muita boa gente em todas as religiões, agora quando uns se servem da religião para terem filhos da sua religião e "obrigarem" especialmente a mulher a ceder a isso, também é verdade."
Concordo. As mulheres, e ate os homens ja agora, devem pensar muito bem antes de casarem com pessoas de outra culturas, religioes, mentalidades, e so depois assumirem uma vida a dois. Isso começa a ser um problema global, pois os matrimonios "internacionais" estao na moda. Agora, acho que somos crescidos e vacinados para detectarmos sinais antes do casamento que o nosso(a) companheiro(a) é na realidade alguem moderado ou radical. Outra coisa, se as religioes sao diferentes, bem,,acho que deviam antes de casar, decidir qual das duas doutrinas iriam pervalecer ou se ambos iriam fazer parte.
Allah sabe melhor!
El Cairo
02-12-2009, 14:49
Olá Marta Beatriz,
Compreendo o que dizes, pelo menos tento compreender-te.
No entanto, sem querer "defender" gregos ou troianos, por aquilo que vejo, o casamento tanto pode dar para o certo como para o torto e não será a religião a principal causa de um casamento mal sucedido, falando no geral, é certo.
Pegando um pouco naquilo que diz o Molana, o problema passa precisamente por muitas vezes não nos esforçarmos o suficiente para conhecer bem o outro, ou então fecharmos os olhos a pequenos pormenores que mais tarde se tornam maiores aos nossos olhos.
Posso estar a falar um pouco de cor, mas nesta matéria a prudência ou a cautela com as devidas reservas podem ajudar-nos antes de darmos o "sim".
Sei que é tarefa difícil, mas como tudo na vida o esforço é preciso.
Tudo de bom Marta Beatriz.
Salam,
El Cairo
Marta Beatriz
07-12-2009, 14:32
Olá,
Obrigada pelas vossas opiniões, mas qunado o esforço e a compreenção é apenas dum lado o outro acaba por perder a vontade de continuar a dar murros em ponta de faca.
è triste, pois sei se ele fosse menos intransigente e nalgumas coisas um pouco tolerante até conseguiriamos ser felizes, mas apenas acho que será possivel isso se ele reamente se focar apenas no Alcorão e deixar de lado o modo e maneira de pensar da cultura dele. Espero que Deus o ilumine ou então acaba mesmo tudo por ir por água abaixo.É pena pois não escrevo isto de ânimo leve, casei-me com quem amava e pensava que realmente ele era da maneira que me dizi-a que era, a palavra divorcio não me agrada nada e muito menos aplicada ao meu casamento, mas para ser infeliz e ter uma vida de tortura não quero. O tempo dirá, espero que agora que estamos separados lhe dê tempo para pensar e para reflectir se realmente quer continuar com o casamento.
Obrigada pela atenção e desculpem pelo longo post.
Tudo de bom para todos.
El Cairo
07-12-2009, 18:03
Espero que tudo corra pelo melhor, Marta Beatriz e não desanime!
Peregrino
07-12-2009, 20:24
Olá Beatriz:!:
Espero também que tudo corra pelo melhor, mesmo que isto signifique ir contra o desejo presente. Oxalá aprendam ambos a serem felizes:!:
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