Vizualizar Versão Completa : Casamento e o Islão
Susana_Maria
18-08-2008, 16:43
Olá a todos.... Sou nova aqui neste site, mas fiquei muito contente quando "vi", que não era a única católica a gostar de um muçulmano (da Argélia).
Vou ter muitas dúvidas e muitas questões.... :oops: e gostava muito de poder contar com a vossa ajuda, pois a ninguém na minha família me compreende. :revirando:
A minha primeira questão é: devo lutar contra tudo e contra todos, para ficar com ele?
Obrigada desde já.
Olá a todos.... Sou nova aqui neste site, mas fiquei muito contente quando "vi", que não era a única católica a gostar de um muçulmano (da Argélia).
Vou ter muitas dúvidas e muitas questões.... :oops: e gostava muito de poder contar com a vossa ajuda, pois a ninguém na minha família me compreende. :revirando:
A minha primeira questão é: devo lutar contra tudo e contra todos, para ficar com ele?
Obrigada desde já.
Mas afinal ha assim tantos argelinos em Portugal.
Quanto á sua pergunta só pode responder, eu não a conheço e não conheço a ele, só voce esta em condições de dizer que sim ou não, se acha que vale mesmo a pena, ou se o conheçe assim tão bem ao ponto de arriscar estragar a relação com familia. É complicado para responder cá de fora.
Peregrino
18-08-2008, 20:16
Olá Susana
Seja bem vinda :!:
Qualquer dúvida, esteja à vontade.
Olá a todos.... Sou nova aqui neste site, mas fiquei muito contente quando "vi", que não era a única católica a gostar de um muçulmano (da Argélia).
Vou ter muitas dúvidas e muitas questões.... :oops: e gostava muito de poder contar com a vossa ajuda, pois a ninguém na minha família me compreende. :revirando:
A minha primeira questão é: devo lutar contra tudo e contra todos, para ficar com ele?
Obrigada desde já.
Mas afinal ha assim tantos argelinos em Portugal.
Quanto á sua pergunta só pode responder, eu não a conheço e não conheço a ele, só voce esta em condições de dizer que sim ou não, se acha que vale mesmo a pena, ou se o conheçe assim tão bem ao ponto de arriscar estragar a relação com familia. É complicado para responder cá de fora.
olá Orlando
não é que haja assim tantos argelinos em Portugal, mas é certo que por causa da tecnologia chamada internete isso facilita que as pessoas de vários paises se conheçam por lá. E também é certo que sendo um país tão diferente em tudo quem acaba por conhecer um homem como eu conheci o "encantamento" seja muito, pois têm uma maneira de tratar uma mulher muito diferente dos europeus, que seja por cultura, quer seja por religião isso é um facto, o que também não quer dizer que não haja também que tenha mau feitio :lol: mas disso també, existe em todo o lado. Somos humanos e por isso não somos perfeitos.
Susana_Maria
19-08-2008, 19:40
Ohhh Beatriz.... :D Obrigada pelo apoio... É mesmo diferente não é;)
Obrigada também Peregrino.. :piscando:
A Internet... nesse não aconselho nada que lute contra tudo e contra todos e já agora se avançar na relação diga que não vai registar o casamento no civil.
o avnçar na relação não quer dizer que seja o casamento, podem conhecer-se antes disso e ver se realmente vale a pean ou não.Uma coisa é certa se forem honestos um com o outro e houver cedencias das 2 partes quisa se não poderá avançar no sentido do casamento.
Martinho Yusuf
28-11-2008, 21:41
Eu perguntei se fosse ao contrário, se o pai fosse cristão e a mãe muçulmana..
É um pré-requisito que o noivo deve ser muçulmano e a noiva seja muçulmana, ou dos Povos do Livro, isto é cristã ou judia.
Agora há uma coisa que me confundiu, pode então uma muçulmana casar com um cristão?
Não não pode casar com não muçulmanos mesmo que sejam dos Povos do Livro. Ainda é proibido no judaismo e os cristãos também proibiam o casamento de cristãs com não cristãos. Acontece o mesmo com muitas das outras religiões.
É um pré-requisito que o noivo deve ser muçulmano e a noiva seja muçulmana, ou dos Povos do Livro, isto é cristã ou judia.
Agora há uma coisa que me confundiu, pode então uma muçulmana casar com um cristão?
Claro pode, não ha nenhuma justificação racional para proibir tal pratica, e digo-lhe que é banal na Europa
Martinho Yusuf
01-12-2008, 12:11
Claro pode, não ha nenhuma justificação racional para proibir tal pratica, e digo-lhe que é banal na Europa
Orlando, obigado por me ter respondido.
Mas agora gostava de poder ir um pouco mais longe. Onde está escrito isso para poder fundamentar essa afirmação?
Martinho Yusuf
01-12-2008, 12:18
Não não pode casar com não muçulmanos mesmo que sejam dos Povos do Livro. Ainda é proibido no judaismo e os cristãos também proibiam o casamento de cristãs com não cristãos. Acontece o mesmo com muitas das outras religiões.
Acabo por concordar com Tayeb, tem toda a lógoca que assim seja, só estranhei a afirmação tão categórica do Orlando, por isso lhe solicitei um fundamento válido, sempre gostava de saber onde está isso escrito...
Orlando, obigado por me ter respondido.
Mas agora gostava de poder ir um pouco mais longe. Onde está escrito isso para poder fundamentar essa afirmação?
Eu não tenho que escrever nada, vou é que tem de me convecer que tal é proibido pois não existe nada que o proiba logo não é proibido.
Existe uma tentava frustrada de alguns machistas para justificar são argumentos tão ridiculos como eles.
Se quiser leia o artigo que escrevi no meu blog, está bastante completo mas está em inglês, penso que não deixa margem para duvidas.
VER AQUI (http://islamicmyths.wordpress.com/2008/01/04/muslimas-are-allow-to-marry-non-muslims/)
Contra factos não há argumentos:!:
Martinho Yusuf
01-12-2008, 13:15
Não consegui aceder ao blog para ler o seu artigo. Mas mesmo que fosse verdade, que não houvesse nada contra, no Islão, do casamento de um muçulmano com um cristã, depois havia o contráro, um cristão só pode casar com um cristão. A face da igreja católica, um casamento que não seja assim, nunca se realiza. Agora se o dito católico (a) se podesse casar com muçulmana(o) iria contra aquilo que fundamenta a sua própria religião.
Martinho Yusuf
01-12-2008, 13:24
É preciso cumprir o baptismo, logo só se casa se for católica.
No Islão não precisa fingir nada, basta ser como é.
Isso não é verdade, NUNHUM padre realiza esse casamento e vou mais longe, enquanto um católico entra sem problema nenhum numa Mesquita desde que cumpra com o respeito que deve ter pelo lugar unde está, um muçulmano numa Igreja com conhecimento do padre não é olhado com bons olhos e até há casos em que lhe é barrada a entrada. Temos que levar em conta que os padres são homens como outros quaiquer, não hajem todos da mesma forma, mas que isto é uma coisa que lhes está incutida, está.
Peregrino
01-12-2008, 13:47
Está escrito no Alcorão, para não entregar as mulheres a não crentes.
Só desconheço se cristãos e judeus estarão incluídos.
Actualmente é (quase) unânime que a mulher muçulmana só deve casar com um muçulmano.
Hassan al-Turabi líder religioso no Sudão, considerado um conservador da linha dura, fez furor em 2006 ao ter lançado uma fatwa permitindo a mulher muçulmana a casar com um não muçulmano.
Afirmou ainda que as mulheres podem liderar as orações, incluindo a dos homens.
Que beber bebidas alcoólicas não era interdito, excepto de conduzir a más acções...
A defesa destas ideias levantaram sobre ele o manto da heresia, seus acusadores queriam julga-lo por apostasia.
Concluo dizendo, onde existem poucos muçulmanos, o casamento não devia ter restrições...a Fé deve vir do coração e não de mecanismo de preservação...
Lamento mas o Alcorão diz para não casar com idolatras.
É quase unânime pelos homens (de preferência árabe), como também é quase unânime que as mulheres devem fazer tudo que os homens ordenam. Enfim... em 1940 a Alemanha também com unanimidade acho que se devia exterminar povos de outra raça.
Martinho veja aqui: http://islamicmyths.wordpress.com/2008/01/04/muslimas-are-allow-to-marry-non-muslims/
Quanto a uma cristã(o) não pode casar com alguém de outra fé isso é outra questão.
O que importa que eles existiam por muito que doa alguns machistas...
Lamento mas o Alcorão diz para não casar com idolatras.
É quase unânime pelos homens (de preferência árabe), como também é quase unânime que as mulheres devem fazer tudo que os homens ordenam. Enfim... em 1940 a Alemanha também com unanimidade acho que se devia exterminar povos de outra raça.
Martinho veja aqui: http://islamicmyths.wordpress.com/2008/01/04/muslimas-are-allow-to-marry-non-muslims/
Quanto a uma cristã(o) não pode casar com alguém de outra fé isso é outra questão.
O que importa que eles existiam por muito que doa alguns machistas...
Errado Orlando!
Surata al-Baqarah, versículo 221: "Não desposareis as idólatras até que elas se convertam, porque uma escrava fiel é preferível a uma idólatra, ainda que esta vos apraza. Tampouco consintais no matrimônio das vossas filhas com os idólatras, até que estes se tenham convertido, porque um escravo fiel é preferível a um livre idólatra, ainda que este vos apraza. Eles arrastam-vos para o fogo infernal; em troca, Deus, com Sua benevolência, convoca-vos ao Paraíso e ao perdão e elucida os Seus versículos aos humanos, para que Dele recordem."
Surata al-Maidah, versículo 5: "Está-vos permitido casardes com as castas, dentre as fiéis, e com as castas, dentre aquelas que receberam o Livro antes de vós, contanto que as doteis e passeis a viver com elas licitamente, não desatinadamente, nem as envolvendo em intrigas secretas. "
No último caso de surata al-Maidah é claro que só os homens podem casar com mulheres dos Povos do Livro.
O Islão cinge-se no Alcorão e nas tradições do Profeta. Não há nenhuma escola de jurisprudência, sunita ou xiita, que permita o casamento de um muçulmano com uma idólatra, ou vice-versa de uma muçulmana com um idólatra, bem com o casamento de uma muçulmanos com homem de Povos de Livro.
Peregrino
02-12-2008, 18:37
Ocorreu-me que também não existe impeditivo de uma muçulmana case com alguém dos povos do livro.
O Alcorão é omisso, somente refere proibir entregas as muçulmanas a um idólatra.
Existe tradição profética?
Pois, senão existir, o que valerá será, tudo o que não é interdito é lícito.
Peregrino
02-12-2008, 18:38
Católicos homens ou mulheres não podem casar de forma religiosa com ninguém de outra fé.
Até nisto são mais arcaicos :lol:
Brincadeira, amigos católicos :srverde:
Não é verdade que o católico não possa casar com não crentes.
Basta pagar pelo certificado de dispensa de diferença de culto e la vai o padre fazer o casamento!
Errado Orlando!
Surata al-Baqarah, versículo 221: "Não desposareis as idólatras até que elas se convertam, porque uma escrava fiel é preferível a uma idólatra, ainda que esta vos apraza. Tampouco consintais no matrimônio das vossas filhas com os idólatras, até que estes se tenham convertido, porque um escravo fiel é preferível a um livre idólatra, ainda que este vos apraza. Eles arrastam-vos para o fogo infernal; em troca, Deus, com Sua benevolência, convoca-vos ao Paraíso e ao perdão e elucida os Seus versículos aos humanos, para que Dele recordem."
Errado a onde? Ora leia... diz idolatras.
Se Deus não o proibiu por alguma razão logo porque que doa as mulheres podem casar com povo do livro.
Sobre os cristãos desconheço mas sempre me fizeram que era preciso ter a primeira comunhão.
Sobre os judeus uma rabino disse-me que os judeus vêem o casamento com não judeus como o um passaporte para o inferno.
s3Desculpe irmão Peregrino, mas têm-se realizado casamentos mistos entre católicos e membros de outras vertentes do Cristianismo, desses tenho conhecimento. Isto vem de acordo com o Ecumenismo que tem sido desenvolvido entre as religiões cristãs, acho eu.
Não será muito comum, mas existe. Há muitas resistências por parte de alguns membros da Igreja Católica, mais arreigados à tradição.
Ma'a-salaama
Peregrino
03-12-2008, 11:02
Não é verdade que o católico não possa casar com não crentes.
Basta pagar pelo certificado de dispensa de diferença de culto e la vai o padre fazer o casamento!
Já esquecia que o dinheiro compra tudo :lol:
Ai! à velha tradição das indulgências católicas.:srverde:
Meus pais, afastaram-se da igreja devido a verem que esta não passava de um negócio.
O meu pai considero que religiões são como partidos políticos.
Ocorreu-me que também não existe impeditivo de uma muçulmana case com alguém dos povos do livro.
O Alcorão é omisso, somente refere proibir entregas as muçulmanas a um idólatra.
Existe tradição profética?
Pois, senão existir, o que valerá será, tudo o que não é interdito é lícito.
O versículo que indiquei só autoriza aos homens e não às mulheres. Existem tradições inequívocas de proibição para as mulheres. Além do mais todas as escolas de jurisprudência islâmica, sunitas e xiitas, proibem o casamento das mulheres com homens do Livro. Existem razões práticas, incluindo a questão da religião que os filhos seguirão.
Alguns muçulmanos e até supostamente doutos na religião tentam explicar que o Alcorão é omisso. A omissão não quer dizer que existe uma validade. Dou-lhe um exemplo prático: o consentimento no casamento. O Alcorão é omisso, ou pelo menos não é explícito. Assume-se que o casamento será por consentimento. As tradições dizem que deve ser por consentimento e deve ser testemunhado. É assim que se realiza o casamento, se alguma vez testemunhou um casamento islâmico.
Errado a onde? Ora leia... diz idolatras.
Se Deus não o proibiu por alguma razão logo porque que doa as mulheres podem casar com povo do livro.
Sobre os cristãos desconheço mas sempre me fizeram que era preciso ter a primeira comunhão.
Sobre os judeus uma rabino disse-me que os judeus vêem o casamento com não judeus como o um passaporte para o inferno.
Leu?
Surata al-Maidah, versículo 5: "Está-vos permitido casardes com as castas, dentre as fiéis, e com as castas, dentre aquelas que receberam o Livro antes de vós, contanto que as doteis e passeis a viver com elas licitamente, não desatinadamente, nem as envolvendo em intrigas secretas. "
O versículo só autoriza os homens a casarem-se com mulheres do Livro. O Alcorão tem esta particularidade. Quando endereça aos homens e mulheres dí-lo claramente. A língua árabe é muito claro neste contexto.
Diga-me Orlando onde diz no Alcorão que o casamento tem que ser por consentimento? Leia o que escreví em resposta ao Peregrino.
Diga-me também onde diz no Alcorão como se reza 5 vezes por dia? Como se obtém herança, como se enterram os mortos, etc...
O profeta (paz esteja com ele) disse que deixou o Alcorão e as suas tradições, e desde que respeitemos ambos, é claro o Alcorão acima de tudo, não nos desviaremos.
Peregrino
03-12-2008, 12:25
Quanto à educação das crianças, elas que tenham a possibilidade de escolher.
Dá-se o conhecimento a estas e elas decidem.
Estas situações nascem da tentativa de manter a coesão do grupo, só que gera desconforto entre aqueles que tentam seguir um pequeno desvio.
Gostaria de ver algum hadith que diga que casar uma não muçulmana com um membro do povo do livro é interdito.
Como eu expliquei há uma unanimidade entre todas as escolas de jrisprudência. Quer no tempo, quer no tempo dos salafes, quer nos tempos tayibin, nunca houve casamentos entre mulheres muçulmanas e homens do povo de Livro. Porquê? Porque o profeta (s.a.w.) disse que o casamento é metade de dín (crença). Os exemplos e o versículo que menionei de sura al-Maidah indicam-nos, sem margens de dúvida, que é proibido.
Vejamos o que o profeta disse numa ocasião:
?Casa-se com mulheres por 4 razões: pela riqueza, pela nobreza família, pela beleza e por dín (crença): Devem casar por dín, porque se não as vossas mãos ficarão afectadas pela sujidade." [Narrado por Abu Huraira, r.a., no Sahih de Bukhari e no Sahih de Muslim.]
Aliás existem "fatwas" (editos) que até proibem aos homens casarem com mulheres do Livro, porque segundo os doutos destes "fatwas" somente podem-se casar-se mulheres dos Povos do Livro nos paises onde os muçulmanos são a maioria. Onde são minoria devem casar só com muçulmanas.
Peregrino
03-12-2008, 16:52
Como eu expliquei há uma unanimidade entre todas as escolas de jrisprudência. Quer no tempo, quer no tempo dos salafes, quer nos tempos tayibin, nunca houve casamentos entre mulheres muçulmanas e homens do povo de Livro. Porquê? Porque o profeta (s.a.w.) disse que o casamento é metade de dín (crença). Os exemplos e o versículo que mencionei de sura al-Maidah indicam-nos, sem margens de dúvida, que é proibido.
Vejamos o que o profeta disse numa ocasião:
?Casa-se com mulheres por 4 razões: pela riqueza, pela nobreza família, pela beleza e por dín (crença): Devem casar por dín, porque se não as vossas mãos ficarão afectadas pela sujidade." [Narrado por Abu Huraira, r.a., no Sahih de Bukhari e no Sahih de Muslim.]
Nada disso mostra impedimento algum.
O que se passa na mente humana é o temor de ser culturalmente ameaçado pelo outro.
Na época, houve intenções de homens seguirem o celibato, isto para dedicarem a vida a adorar Deus. Isto foi criticado pelo profeta.
Não sei se esse hadith virá neste contexto.
Apreciava informação adicional e comentários sobre esse hadith, pois a interpretação pode ser muito subjectiva.
A mim parece-me que fala que o casamento é pedra fundamental da crença/din
Manda o homem casar com as mulheres como forma de devoção, por din.
Aliás existem "fatwas" (editos) que até proibem aos homens casarem com mulheres do Livro, porque segundo os doutos destes "fatwas" somente podem-se casar-se mulheres dos Povos do Livro nos paises onde os muçulmanos são a maioria. Onde são minoria devem casar só com muçulmanas.
É uma forma de manter a existência do grupo, tenta-se impedir qualquer possibilidade de dissolvência.
Nada disso mostra impedimento algum.
O que se passa na mente humana é o temor de ser culturalmente ameaçado pelo outro.
Mas que grande frase Peregrino, a serio vou mesmo anota-la, explica mesmo tudo.
Faço das palavras dele minhas.
Tayeb já lhe mostrei dados que provam que os filhos de mãe muçulmanas ficam quase sempre muçulmanos já quando é o pai é menos de 50%... Tem toda a logica... quem é que educa os filhos??? Mãe é mãe.
Tayeb um pergunta para si: Ha uns dias ajudei um cego a encontar o seu lugar no comboio... será que pequei? É que o Alcorão não diz que podemos ajudar cegos no comboio.
A minha pergunta responde ao que voce disse.
Quanto as escolas arabes... não existe unanimidade que o marido pode bater na mulher se esta o obdecer?
Mas que grande frase Peregrino, a serio vou mesmo anota-la, explica mesmo tudo.
Faço das palavras dele minhas.
Tayeb já lhe mostrei dados que provam que os filhos de mãe muçulmanas ficam quase sempre muçulmanos já quando é o pai é menos de 50%... Tem toda a logica... quem é que educa os filhos??? Mãe é mãe.
Tayeb um pergunta para si: Ha uns dias ajudei um cego a encontar o seu lugar no comboio... será que pequei? É que o Alcorão não diz que podemos ajudar cegos no comboio.
A minha pergunta responde ao que voce disse.
Quanto as escolas arabes... não existe unanimidade que o marido pode bater na mulher se esta o obdecer?
Caro Orlando,
Não são as estatísticas que determinam o que o Islão ensina. Portanto pode-se até provar o contrário. Conhece N casos em Moçambique e alguns cá que quando a mulher é muçulmana e o marido é não muçulmano os filhos acabam por não seguir o Islão. Prova algo? O Islão não depende das sondagens.
O seu argumento sobre o ceguinho não está correcto porque existe mesmo uma surata em que o profeta foi criticado por Allah por não ter ligado a um cego, enquanto ele estava a discutir com gente importante o Islão. Mas não vamos misturar as coisas. A questãop de casamento das muçulmanas com não muçulmanas é proibido pelo Alcorão e pelas tradições e há uninamidade entre todas as escolas de jrisprudência.
Quanto ao bater nas mulheres, temos o exemplo do profeta que nunca tocou nas suas mulheres com intenção de bater nelas. Existe melhor exemplo? O surata a que se refere segundo os doutos não permite bater nas mulheres, porque até por esta razão, de terem sido vítimas de violência pedir o divórcio. Se alguns álimos dizem que se pode bater na mulher estão a interpretar mal o ensinamento do Islão e do próprio profeta.
Caro Orlando,
Não são as estatísticas que determinam o que o Islão ensina. Portanto pode-se até provar o contrário. Conhece N casos em Moçambique e alguns cá que quando a mulher é muçulmana e o marido é não muçulmano os filhos acabam por não seguir o Islão. Prova algo? O Islão não depende das sondagens.
O seu argumento sobre o ceguinho não está correcto porque existe mesmo uma surata em que o profeta foi criticado por Allah por não ter ligado a um cego, enquanto ele estava a discutir com gente importante o Islão. Mas não vamos misturar as coisas. A questãop de casamento das muçulmanas com não muçulmanas é proibido pelo Alcorão e pelas tradições e há uninamidade entre todas as escolas de jrisprudência.
Quanto ao bater nas mulheres, temos o exemplo do profeta que nunca tocou nas suas mulheres com intenção de bater nelas. Existe melhor exemplo? O surata a que se refere segundo os doutos não permite bater nas mulheres, porque até por esta razão, de terem sido vítimas de violência pedir o divórcio. Se alguns álimos dizem que se pode bater na mulher estão a interpretar mal o ensinamento do Islão e do próprio profeta.
Desculpe lá... Mas o Alcorão não proibe por muito que voces e outros quisem tal coisa não proíbe...
A sua logica é: "Não diz nada logo é proibido" Então não posso usar este computador, nem ajudar uma velhota a passar a passadeira.
Se o Alcorão fala de cegos e não fala de surdos... logo não devemos ajudar os surdos.
Com a sua logica para viver teria de haver um Alcorão com milhares de paginas. Até acaba por dar um certo prazer isto, pois quando não há argumentos contra é tão fácil vencer:srverde:
Acho uma piada do caraças tentar oprimir as mulheres até se chega ao ponto de dizer que os factos e não sondagens, estamos a falar de registos não têm valor contra os aclamados doutos, a uns séculos atrás um certos doutos cristão ate por unanimidade dizeram que se devia queimar pessoas.
Por falar em escolas sunitas e etc, digam quantas mulheres lá ha e em que sitio se situam.
Acho que o Orlando está equivocado. Eu já expliquei que o profeta ensinou-nos que devemos seguir o Alcorão e seguir as suas tradições. O que você quer é so basear-se no Alcorão tirando tudo o resto que é necessário. O Alcorão diz que os homens podem casar com as mulheres do Povo mas é omisso quanto às mulheres casarem com os homens do Povo. Eu já lhe expliquei que aí cingimos-nos pela tradições.
Espero que dê mais um salto mental e pense então que o Alcorão é o guia e as tradições são os trajectos. Você pode ter um mapa, mas se não seguir enfrente caminhando não chegará ao seu destino. Para nós podermos cumprir com o Islão temos que seguir os exemplos do profeta, pelo menos os principais. O casamento sendo metade da fé é imprinscindível que seja cumprido conforme as regras que o nosso profeta ensinou. Por exemplo, o de passar para papel o casamento com assinaturas dos testemunhas e com as condições estipuladas, porque afinal o casamento é também um contrato.
Aqui está um "fatwa" (edito) de Dr. Yussef Al-Karadhawi
A Proibição de uma Mulher Muçulmana
casar-se com um Homem não-Muçulmano
É ilícito para uma mulher Muçulmana casar-se com um homem não-Muçulmano, independente dele ser ou não do Povo do Livro. Nós já citamos o versículo de Deus, o Altíssimo:
" Não desposareis as idólatras até que elas se tenham convertido." {Alcorão 2 : 221}
E Ele disse a respeito das mulheres Muçulmanas imigrantes:
" Porém, se as julgardes crentes, não as restituais aos incrédulos, porquanto elas não lhes cabem por direito, nem eles a elas." {Alcorão 60 : 10}
Não existe nenhum texto que conceda exceção ao Povo do Livro, portanto, com base nos versículos acima, há um consenso entre Muçulmanos quanto a esta proibição.
Assim, enquanto que se permite que um homem Muçulmano case com uma mulher cristã ou judia, não se permite que uma mulher Muçulmana se case com um homem cristão ou judeu. Há muitas razões firmes para esta diferença. Primeiro, o homem é o cabeça do casal, aquele que mantém a família, e é responsável por sua esposa. E enquanto que o Islam garante a liberdade de crença e prática à esposa cristã ou judia de um Muçulmano, salvaguardando os direitos dela para com a sua fé, outras religiões, tais como o judaísmo e o cristianismo, não garantem à esposa de uma fé diferente a liberdade de crença e prática, nem lhe resguardam seus direitos. Sendo este o caso, como pode o Islam arriscar o futuro das suas filhas, empregando-as nas mãos de gente que nem respeita a religião dela nem se preocupam em proteger os direitos dela?
O casamento entre um homem e uma mulher de crença diferente pode se basear somente no respeito pelo marido à crença da sua esposa; em caso contrário, não se poderá desenvolver um bom relacionamento. Já o Muçulmano acredita que tanto o judaísmo como cristianismo originaram-se da revelação divina, apesar de lhes serem introduzidas distorções posteriores. Ele também acredita que Deus revelou a Torá a Moisés e o Evangelho a Jesus e que tanto Moisés com Jesus foram dentre os mensageiros de Deus que se distinguiram por sua imperturbável determinação.( * (http://www.geocities.com/mohamadbr/fatwa17.htm?20084#Torá) ) Dessa forma, a esposa cristã ou judia de um Muçulmano vive sob a proteção de um homem que respeita os princípios básicos de sua fé, sua escritura, e seus profetas, enquanto que, inversamente a isto, o judeu e o cristão não reconhecem nem a origem divina do Islam, do seu Livro, ou o seu Profetahttp://www.geocities.com/mohamadbr/saws2.gif. Como poderia então uma mulher Muçulmana conviver com um tal homem, quando a religião dela lhe exige a obediência de certos proibição? Seria impossível para uma mulher Muçulmana conservar o respeito pelas suas crenças bem como praticar a sua religião corretamente se ela fosse contrariada nesse sentido pelo senhor da casa a cada passo.
Compreender-se daí que o Islam é coerente com ele mesmo ao proibir ao homem Muçulmano de casar com uma mulher idólatra, pois sendo o Islam absolutamente contra o politeísmo, seria evidentemente impossível a duas tais pessoas conviverem juntas com harmonia e amor.
(*)Torá é a escritura original revelada ao Profeta Moisés por Deus, o Evangelho ao Profeta Jesus. Não se deve confundir estas com a Torá ou Velho Testamento ou os Quatro Evangelhos do Novo Testamento hoje existente.
Dr. Yussef Al-Karadhawi
Fonte: http://www.ziad.hpg.ig.com.br/islamismo/fatwa17.htm
Caro Tayeb
Uma duvida que pode ser interpretada como provocação, mas que efectivamente não é!
Tenho lido varios textos seus e de outros colegas de forun e sempre vi de forma expressa ou implicita que mulher e homem têm igual importância.
Ora do que li neste seu ultimo texto, parece-me que se dá uma maior relevância ao papel masculino na liderança da familia. O mesmo ja se passava em termos muito semelhantes com outras religiões, nomeadamente com o catolicismo.
Tendo em conta a mudança que diversas revoluções, desde a sexual à industrial, têm provocado na sociedade ocidental, tornando as mulheres cada vez mais donas da sua sexualidade e do seu destino, porque cada vez menos dependentes do homem, não existirá aqui um choque profundo entre o cumprir a tradição e o Alcorão, e as solicitações que o mundo exterior apresenta à mulher muçulmana?
A pergunta é basicamente esta:
Não se torna quase impossivél, nos dias de hoje, exigir que a mulher muçulmana deite fora uma identidade que tambem é sua, a de mulher ocidental?
Como lidar com estas duas pertenças?
Caro curioso,
Yussef Kawaradawi argumenta sob o ponto de vista islâmico, e neste contexto a questão é o que o Islão considera ser a regra.
Embora concorde que hoje em dia a mulher no Ocidente é dona de seu nariz, nós vemos que, por exemplo, continua a existir a escravatura sexual no Ocidente e que os proxenetas são normalmente homens, que a mulher é explorada como objecto sexual nas publicidades e outros meios e são os homens que exploram-nas, que é preciso passar leis para que haja uma melhoria da igualdade de sexos para que as mulheres possam ser eleitas para cargos políticos, etc.
Em suma ainda: ainda não vivemos no mundo ideal de igualdade de sexos embora teoricamente deveríamos.
Sobre a questão de casamento existe uma unanimidade entre todos os muçulmanos, quer sunitas, quer xiitas que a mulher muçulmana não pode casar com homem não-muçulmano, em quaisquer circunstâncias. Nos meus anos de vida posso testemunhar que os doutos islâmicos têm razão. A questão fundamental é dín (isto é crença). Enquanto que nós os muçulmanos aceitamos como verdadeiros Jesus e Moisés, os cristãos e os judeus, isto é Povos de Livro, não crêem em Muhammad, até o consideram impostor.
khadijah
04-12-2008, 18:53
Irmão Tayeb,
Bem sei que cada caso é um caso e não podemos generalizar só porque existem alguns casos - até porque não estou na posse de dados estatisticos que possam validar ou não o que lhe vou dizer - mas conheço vários casais em que o homem é muçulmano e a esposa cristã e acaba em divórcio ou pelo menos na recusa do homem de querer ter filhos por recear que venham a ser influenciados pela religião da mãe.
Não vejo nestes casos aceitação nenhuma das outras religiões :chorando: normalmente Jesus é sempre considerado "inferior" a Mohammed (saw)
Salam
ADMIN : Texto removido na integra por se consider ofensivo a um douto islâmico em clara violação da nossa regra nº 8, que aliás o próprio Orlando ajudou a formular quando era membro do defunto CdC
Näo vou permitir que ofenda doutos islâmicos. Espero que conheça as regras deste espaço. Vou remover sua intervenção ofensiva e dou-lhe um sério aviso, de que poderá ser banido definitivamente deste espaço se persistir na violação das regras.
Ninguém o proibe de discutir e fazer valer as suas ideias. Invariavelmente quando o seu ponto de vista não prevalece, você parece que desata a ofender.
Nós não queremos aqui este seu tipo de linguagem para quem quer que seja. Enquanto eu for o administrador näo permitirei o baixamento de nível aqui. Fica o aviso firme de minha parte para si ou qualquer outro membro! Violar a regra sobre os doutos islàmicos significa expulsão definitiva.
Peregrino
05-12-2008, 11:11
Orlando parece certo.
Até agora tudo o que foi apresentado como base para a interdição do casamento de uma muçulmana com alguém do povo do livro são interpretações forçadas que poderiam ser aplicadas aos homens.
Só se pode interditar, se considerar-se um membro do povo do livro como incrédulo ou idólatra. Ora, isto aparenta contrariar o que Alcorão afirma:
5.69 . Os fiéis, os judeus, os sabeus e os cristãos, que crêem em Deus, no Dia do Juízo Final e praticam o bem, não serão presas do temor, nem se atribularão.
O Alcorão prevalece sobre a tradição, e sobretudo as más interpretações desta.
Esta interpretação existe por ser originada numa sociedade patriarcal.
Os judeus passam a religião através da mãe e não do pai como é o caso no Islão...
É como já afirmara antes, teme-se que o Islão não seja continuado.
Isto só afecta o pensamento mais sectário...Na minha mente, só um adulto pode decidir se deseja ser muçulmano...Na prática, ai daquele que ousa tomar rumo diferente.
Esquecem eles, no tempo do profeta, milhares desviaram-se da tradição dos pais, todavia isso hoje não é aceite. Por vezes dão-se dramas, quando um filho muda de religião ou pior afirma não acreditar em Deus.
Não me cabe a mim orientar os doutos do Islão e muito menos a pretender reforma-lo.
Embora, admita que muito apreciava se este fosse interpretado tendo em conta o conhecimento da época actual em que vivemos....
Orlando parece certo.
Até agora tudo o que foi apresentado como base para a interdição do casamento de uma muçulmana com alguém do povo do livro são interpretações forçadas que poderiam ser aplicadas aos homens.
Só se pode interditar, se considerar-se um membro do povo do livro como incrédulo ou idólatra. Ora, isto aparenta contrariar o que Alcorão afirma:
5.69 . Os fiéis, os judeus, os sabeus e os cristãos, que crêem em Deus, no Dia do Juízo Final e praticam o bem, não serão presas do temor, nem se atribularão.
O Alcorão prevalece sobre a tradição, e sobretudo as más interpretações desta.
Esta interpretação existe por ser originada numa sociedade patriarcal.
Os judeus passam a religião através da mãe e não do pai como é o caso no Islão...
É como já afirmara antes, teme-se que o Islão não seja continuado.
Isto só afecta o pensamento mais sectário...Na minha mente, só um adulto pode decidir se deseja ser muçulmano...Na prática, ai daquele que ousa tomar rumo diferente.
Esquecem eles, no tempo do profeta, milhares desviaram-se da tradição dos pais, todavia isso hoje não é aceite. Por vezes dão-se dramas, quando um filho muda de religião ou pior afirma não acreditar em Deus.
Não me cabe a mim orientar os doutos do Islão e muito menos a pretender reforma-lo.
Embora, admita que muito apreciava se este fosse interpretado tendo em conta o conhecimento da época actual em que vivemos....
Caro Peregrino,
Uma coisa é argumentar contra outra é chamar burro ou outros nomes. Se não se concorda tudo bem. Cada uma responde pela sua consciência.
Nem todas as sociedades muçulmanas são patriarcais. O Islão reconhece o papel do homem e da mulher. Por mais que se façam modificações ao pensamento é contra a natureza que um homem vá parir uma criança ou que desenvolva seios para dar leite à criança.
Acho que chegamos a uma impasse. Há um wish-list de alguns como o Orlando e o Peregrino que o Islão permitisse às mulheres muçulmanas casar com não muçulmanos.
Se alguma vez houvesse algo que permitisse, mesmo uma dúvida, teria a prática muçulmana mudado em algumas partes do globo. É puramente proibido. Se alguma irmã muçulmana quiser casar com um não muçulmano, acho que não haverá mesmo nenhum imame que presida a tal casamento, embora no Islão não temos igreja organizada para se impôr.
O Islão não morrerá por causa de alguma mulher violar a regra bem estipulada de não casar com um não muçulmano. Se ela fôr verdadeira crente, cedo chegará à conclusão que cometeu um grave erro. Ela é claro nunca deixará de ser muçulmana, porque como já expliquei várias vezes, desde que acredite num só Deus e que o profeta Muhammad (paz esteja com ele) é o Seu último mensageiro ela continuará muçulmana.
Peregrino
05-12-2008, 13:27
Concordo, Tayeb.
Embora concorde muito com o Orlando.
Não posso deixar de me distanciar das ofensas ao douto do Islão, em especial a Yusuf Qaradawi, imensamente respeitado por todas as escolas, incluindo os Shias.
Limitei-me a opinar sobre os dados que me foram apresentados, onde não vejo interdição alguma.
Reconheço, contudo, a posição dos doutos é contrária à minha opinião. Penso que a deles tem maior peso.
Caro Tayeb
A questão visava a analise de como compatibilizar a existência de duas pertenças. A pertença islamica e a pertença ocidental.
Sinceramente considero que analisar, ou utilizar como argumento, aquilo que são comportamentos marginais para analisar o papel actual da mulher ocidental, é analisar um falso argumento.
Desconhecendo a doutrina Islamica, sempre sou levado a fazer comparações com a ICAR.
Não corre o islão no ocidente o risco de por um lado a pertença ocidental se sobrepor a pertença muçulmana, fazendo o caminho que os católicos esmagadoramente fizeram no sentido de dizer "Eu acredito em deus, sou fiel da ICAR mas na minha vida privada faço o que a minha consciência dita".
E exitindo este risco dai não advem o risco de haver um maior radicalismo doutrinário!
E existindo esse radicalismo não se corre o risco de se valorizar mais a pertença ocidental do que apertença Islamica?
A questão permanece, como lidar com duas pertenças tão opostas entre si?
Ou como diz o Peregrino, não se deverá analisar a doutrina islamica à luz de concitos que repercutem o estado da sociedade actual!
Há no Islão possibilidade de interpretar o sentido das palavras do Profeta?
Havendo essa possibilidade, deverá ser escolhida uma interpretação mais contemporanea ou mais mais condicente com a realidade em que o Profeta viveu?
Peregrino
05-12-2008, 16:55
Pertença islâmica e pertença oriental é uma falsa questão.
Um muçulmano no chamado ocidente é ocidental.
se bem que,
A ideia mesmo de ocidente vs oriente deixou de fazer sentido no mundo global.
Persiste a ideia de que existe um nós e um eles.
Pouco sentido tem nas nossas sociedade multi-culturais actuais.
Manter a dicotomia só serve para confundir.
Caro Peregrino
A questão das pertenças mantem hoje mais aquidade do que nunca.
Numa sociedade cada vais mais multi-(cultural, etnica, religiosa, etc.) a questão do que somos enquanto individuos reconduz sempre ao facto de sabermos ao que pertencemos.
Repare que é V/ que diz que hoje vivemos numa sociedade multicultural. Ou seja vivemos numa sociedade onde predomina a existência de varias formas culturais e onde todas elas são respeitadas.
Desculpe a pergunta, mas: Como se pode viver numa sociedade multicultural sem que haja uma enoreme palete de culturas? Eu pertenço a uma V/ a outra e numas quantas pertencemos ás mesmas!
Note no seguinte. Eu sou português, católico, caucasiano, filho de alentejanos, nascido na margem sul, com ligações familiares ao algarve. Todos estes elementos completam quem eu sou. Poderia encontrar mais uns quantos.
Felizmente nenhuma destas pertenças é conflituante entre si. Felizmente a sociedade em que me encontro não se opõe de uma forma ou de outra as minhas pertenças.
Quando as pertenças se apresentam conflituantes, porque em si mesma o são, ou porque o mundo exterior tudo faz para que sejam, o individuo vai dar mais enfase a uma delas.
Aquilo que diz confere caracter de inexistência ao individuo. O Homem é a soma do local em que nasceu, dos pais que tem, do local onde cresceu, da religião ou da politica que escolheu para si, etc. etc.
É isso que faz de nós seres unicos e irrepetiveis.
Nos os dois reagimos de forma diferente se um dia se um dia se fizer uma lei que por exemplo proiba a existência de colégios muçulmanos em Portugal.
Eu vou sentir-me ultrajado, V/ vai sentir-se atacado.
Ambos achamos mal, mas a forma como reagimos é diferente em função de uma pertença que V/ tem e que eu não tenho.
Dai a questão mantem aquidade:
Como deve o individuo lidar com pertenças que se apresentam opostas entre si?
Eu sou muçulmano ocidental, embora a minha raça não seja a caucasiana, mas pouco importa. Nunca senti conflicto interior, nem senti nunca problemas em seguir a minha fé. Como muçulmano e crente sou obrigado a obedecer as leis do país onde vivo, no entanto como ser humano não tenho nada que cumprir com os costumes do país onde vivo.
O Tayeb como ficou sem argumentos tentou aquela velha táctica de tentar desvalorizar quem transmite a mensagem. Não insultei eu fiz uma pergunta. Até estranho voce não ter apagado logo o tópico... Temos algum progressos mas não deixa de ser lamentável.
Lembro de ver num documentario, na Indonésia onde os muçulmanos são mais normais (sem crer ofender) fazem-se debates islâmicos na TV e quando se discutiu este assunto o debate teve que parar pois com a falta de argumentos do contra um extremista lançou uma cadeira contra os comentadores e começou aos berros.:lol:
A verdade doi muito...
Não é puramente proibido nem um erro grave pois não há nada que o comprove logo nenhuma dessas mulheres violou nada. E digo mais existem varios casamentos destes e eu conheço um caso pessoalmente e houve casamento religioso por isso deve haver imans a faze-lo:|
PS: Obrigado Peregrino por ser como é: sincero, e ao Tayeb tambem.
Eu sou muçulmano ocidental, embora a minha raça não seja a caucasiana, mas pouco importa. Nunca senti conflicto interior, nem senti nunca problemas em seguir a minha fé. Como muçulmano e crente sou obrigado a obedecer as leis do país onde vivo, no entanto como ser humano não tenho nada que cumprir com os costumes do país onde vivo.
Não tem de ser caucasiano para ser português, como voce diz pouco importa.
Nem os muçulmanos têm de viver como se vive nos países árabes. Era o que mais faltava o Islão é de todos.
Peregrino
06-12-2008, 00:20
Caro Curioso,
Primeiro seria bom definir o que é Ocidente?
É que lá no fundo vejo que a ideia é Ocidente = Cristianismo
Nos dias que correm diria que é mais secularismo, e nisto teria-se que incluir vários países onde a religião predominante é o Islão.
Afinal de contas o que é o Ocidente?
Se for mera questão geográfica, nesse caso, que problema poderia existir?
Diga-me o que é o Ocidente para si?
O Tayeb como ficou sem argumentos tentou aquela velha táctica de tentar desvalorizar quem transmite a mensagem. Não insultei eu fiz uma pergunta. Até estranho voce não ter apagado logo o tópico... Temos algum progressos mas não deixa de ser lamentável.
Lembro de ver num documentario, na Indonésia onde os muçulmanos são mais normais (sem crer ofender) fazem-se debates islâmicos na TV e quando se discutiu este assunto o debate teve que parar pois com a falta de argumentos do contra um extremista lançou uma cadeira contra os comentadores e começou aos berros.:lol:
A verdade doi muito...
Não é puramente proibido nem um erro grave pois não há nada que o comprove logo nenhuma dessas mulheres violou nada. E digo mais existem varios casamentos destes e eu conheço um caso pessoalmente e houve casamento religioso por isso deve haver imans a faze-lo:|
PS: Obrigado Peregrino por ser como é: sincero, e ao Tayeb tambem.
Caro Orlando,
Eu limito-me a defender o ponto de vista islâmico e não casos esporádicos e infundamentados. Eu já vi um casamento em que apareceu um chamado "imame" que presidiu a um "casamento" misto islâmico-cristão, em que o noivo era cristão. Vinha dos EUA, um dos chamados modernistas, que deviam ser mais chamados na verdade vendidos. Mesmo este imame não teve a coragem de chamar o casamento "nikah" mas sim um acto "solene".
A sua mesnagem está guardada como prova. Ofendeu al-Karadawi um douto do Islão. De propósito deixei que a mensagem ficasse aqui exposta durante várias horas e depois removí-a. Agradeço que respeite as regras deste espaço e evite ofender. Discuta com boas maneiras se não quer respostas iguais e ficar banido.
Você e uma minoria infima podem ter as poniões que quiserem. Façam a ginástica mental que quiserem. Não tentem impôr idieias que violam o Alcorão e as tradições. Estes duas vertentes do Islão andam lado a lado. Nós precisamos dos exemplos do profeta (s.a.w.), sem eles o Islão esvazia-se fica igual a outras religiões.
Não tem de ser caucasiano para ser português, como voce diz pouco importa.
Nem os muçulmanos têm de viver como se vive nos países árabes. Era o que mais faltava o Islão é de todos.
Cava a cada um o direito de viver como quer desde que não viole as leis do país onde reside. Temos o exemplo recente de uns ingleses que fizeram sexo na praia no Emiratos e foram apanhados pelas autoridades. Foram julgados e expulsos. Violavam as leis dos Emiratos. Na Europa nada lhes tinha acontecido. Cada um deve respeitar as leis dos países onde vivem.
Eu não sou árabe, sou português muçulmano. Não deixo de ser português nem muçulmano.
Caro Peregrino
Podemos perder tempo a definir ocidente. Mas sinceramente acho que nem vale lá muito a pena pois é um conceito que todos conhecem.
Podemos se quiser entre outros dos elementos que definem a matriz cultural ocidental incluir o secularismo.
Como V/ bem sabe a questão nem se coloca sobre o ponto de vista religioso até porque o mundo ocidental, talvez com excepção dos EUA, e ainda ai nos EUA das pequenas cidade, a laicidade é a cultura dominante.
Tambem não se prende com ser branco amarelo cor de rosa preto azul encarnado, ou outra qualquer cor.
Não se prende em dizer que quem vive num pais deve respeitar as normas lá vigentes.
A questão é mais ampla. Infelizmente noto que a tentam reduzir a pedaços espartilhados do que cada um de nos é.
Cada um de nós tem um conjunto de caracteristicas fisicas morfológicas, etnicas, religiosas, politicas, familiares, culturais educacionais etc. que nos definem individualmente.
Todas essa caractereisticas definem os diferentes mundos a que pertencemos, ainda que inconscientemente.
A questão é que muitas das vezes as diferentes caracteristicas que cada um de nós tem podem ser conflituantes entre si, e ai uma delas poderá tendenciamente ser sobrevalorizada.
Por exemplo o Tayeb diz que é muçulmano e português.
Note como o Tayeb ( peço desculpa de o usar como exemplo) de imediato define a pertença a dois mundos.
Vamos supor que o mundo muçulmano e o mundo português a que o Tayeb pertence, conflituam entre si.
O Tayeb irá defenir-se como?
Quer um exemplo idiota, eu dou.
Futebol. Portugal - Angola, estadio de alvalade.
Top norte do estadio repleto de portugueses, filhos de emigrantes. Por quem gritavam eles? Por Angola. Os mesmos uns meses depois durante o Mundial da Coreia estavam nas ruas a gritar por Portugal.
Duas pertenças a portuguesa e a angolana.
Uma noite eram Angolanos na outra eram os mais acalorados portugueses.
Transporte ste exemplo para os dominios que quiser e veja se não é importante o individuo, assim como a sociedade, saber lidar com pertenças diversas.
Tayeb não lhe adianta dizer que o que digo viola o Alcorão porque não há nada no Alcorão que o diga, e não vale pena dizer que sou uma minoria pois não sou, é que também há muçulmanos que pensam não têm que engolir ideias pré feitas. Uma pessoa que pense e raciocine vê que estou certos pois contra factos não há argumentos.
Até na Igreja Catolica ha pessoas incluindo padres que pensam e criticam batizados aos bébes. É invetival Tayeb o ser humano já evolui desde milhares e milhares de anos.
Tayeb na Europa dá prisão fazer sexo em publico, até mesmo numa casa de banho de shopping ou num automovel num descampado.
Caro Curioso, o problema de muçulmanos cederam aos nacionalistas arabes é começar a fazer fronteiras entre nacionalidade e ser muçulmano. É optimo para se ser descriminado.
Peregrino
06-12-2008, 19:19
O apego ao arcaísmo tem como resultado lapidarem mulheres vítimas de violação, sobe acusação de adultério. Falta-lhes a ginástica para actuarem de forma decente...
A falta de sentido crítico entre muçulmanos e a excessiva vitimização tem sido uma desgraça.
Depois admiram-se que pensem que o Islão é barbárie.
Alcorão é um livro subjectivo, tudo se pode tirar de lá.
E se este fosse a fonte suprema, acima da tradição do profeta como é dito. Nenhuma mulher seria lapidada por adultério (nem homem).
A pena de morte só seria no limite permitida em caso de homicídio ( e mesmo aí existe forma de anular...)
O problema é que os doutos, os especialistas, tidos que tudo sabem, escrevem notas de rodapé no Alcorão dizendo que o versículo tal foi ab-rogado.
O castigo para adultério é corporal e não pena de morte...mas, se arrependidos, devem ser perdoados.
E coisas destas acontecem com tudo o resto.
Na ânsia de preservar o Islão intacto, fecham-se e tornam-se arcaicos.
Ora, tenho uma notícias para todos vós. O Islão já mudou, nunca parou de mudar ao longo da história e sinceramente em termos práticos mudou para pior...
Outrora a Europa usou a experiência islâmica em jurisprudência para fazer evoluir o seu sistema. O aluno tornou-se mestre...
Um milhão de vezes o modelo secular europeu, onde ser muçulmano é um acto de liberdade. Onde ser ateu é um direito...Onde ser homossexual não é acabar enforcado...Onde mulheres vítimas de violação não acabam lapidadas...
Porque me desviei tanto do tema?
Porque estou farto...
Era mais feliz como agnóstico sem qualquer religião.
O apego ao arcaísmo tem como resultado lapidarem mulheres vítimas de violação, sobe acusação de adultério. Falta-lhes a ginástica para actuarem de forma decente...
A falta de sentido crítico entre muçulmanos e a excessiva vitimização tem sido uma desgraça.
Depois admiram-se que pensem que o Islão é barbárie.
Alcorão é um livro subjectivo, tudo se pode tirar de lá.
E se este fosse a fonte suprema, acima da tradição do profeta como é dito. Nenhuma mulher seria lapidada por adultério (nem homem).
A pena de morte só seria no limite permitida em caso de homicídio ( e mesmo aí existe forma de anular...)
O problema é que os doutos, os especialistas, tidos que tudo sabem, escrevem notas de rodapé no Alcorão dizendo que o versículo tal foi ab-rogado.
O castigo para adultério é corporal e não pena de morte...mas, se arrependidos, devem ser perdoados.
E coisas destas acontecem com tudo o resto.
Na ânsia de preservar o Islão intacto, fecham-se e tornam-se arcaicos.
Ora, tenho uma notícias para todos vós. O Islão já mudou, nunca parou de mudar ao longo da história e sinceramente em termos práticos mudou para pior...
Outrora a Europa usou a experiência islâmica em jurisprudência para fazer evoluir o seu sistema. O aluno tornou-se mestre...
Um milhão de vezes o modelo secular europeu, onde ser muçulmano é um acto de liberdade. Onde ser ateu é um direito...Onde ser homossexual não é acabar enforcado...Onde mulheres vítimas de violação não acabam lapidadas...
Porque me desviei tanto do tema?
Porque estou farto...
Era mais feliz como agnóstico sem qualquer religião.
Excelente observação
Tayeb não lhe adianta dizer que o que digo viola o Alcorão porque não há nada no Alcorão que o diga, e não vale pena dizer que sou uma minoria pois não sou, é que também há muçulmanos que pensam não têm que engolir ideias pré feitas. Uma pessoa que pense e raciocine vê que estou certos pois contra factos não há argumentos.
Até na Igreja Catolica ha pessoas incluindo padres que pensam e criticam batizados aos bébes. É invetival Tayeb o ser humano já evolui desde milhares e milhares de anos.
Tayeb na Europa dá prisão fazer sexo em publico, até mesmo numa casa de banho de shopping ou num automovel num descampado.
Caro Curioso, o problema de muçulmanos cederam aos nacionalistas arabes é começar a fazer fronteiras entre nacionalidade e ser muçulmano. É optimo para se ser descriminado.
Concorda comigo que o Alcorão diz aos homens muçulmanos que podem casar com mulheres de povos do Livro e proibe o casamento deles e das mulheres muçulmanas com idólatras? Se não concorda nisto, recuso-me a discutir mais consigo porque está a ser pedântico.
Se concorda, diga-me então se há uma proibição aos homens e está especificado, onde há uma autorização às mulheres muçulmanas para que possam casar com não muçulmanos? Lembre-se que o casamento é metade da fé.
Se não há é porque não foi autorizado. Depois aliado está o que o profeta ensinou, e o facto de ele ter até anulado casamentos de mulheres muçulmanas que estavam casadas com não muçulmanas. Se o Orlando e outros pensam que são mais do que o profeta digam-no claramente aqui para sabermos.
O Orlando opina nalgo sem ser nenhum douto do Islão. O Islão não é para ser interpretado por qualquer pessoa sem formação islâmica em shariah, hadices tafsir do Alcorão e outras ciências teológicas. Não é para nenhum artesão ou comerciante, ou outro qualquer que não tenha formação teológica, interpretá-lo.
Se o Orlando pensa mesmo que é assim fique isto para si. Não nos imponha nem esteja a discutir sem fim porque já chega. Vou dar-lhe mais uma oportunidade a responder e dou-lhe parabéns por ter conseguido o seu objectivo de vêr este tópico trancado.
Não vou permitir mesmo que esta discussão continue sem fim, Chegou ao fim e fique na sua Orlando. Temos mais que fazer aqui.
Concorda comigo que o Alcorão diz aos homens muçulmanos que podem casar com mulheres de povos do Livro e proibe o casamento deles e das mulheres muçulmanas com idólatras? Se não concorda nisto, recuso-me a discutir mais consigo porque está a ser pedântico.
Se concorda, diga-me então se há uma proibição aos homens e está especificado, onde há uma autorização às mulheres muçulmanas para que possam casar com não muçulmanos? Lembre-se que o casamento é metade da fé.
Se não há é porque não foi autorizado.
Voce está fazer uma suposição através de uma omissão. Tenho 2 coisas a dizer sobre Al-Maidah:
1º No capitulo todo Deus fala de coisa licitas e ilícitas e não faz qualquer destinação entre generos(sexos) logo podemos concluir que se dirige a todos os muçulmanos (homens ou mulheres) ou então só os homens é que não podem comer carne porco, etc.
2º Se o casamento é algo tão importante porque razão se fosse proibido uma muçulmana fazer tal casamento porque razão então Deus iria omitir tal coisa?
Depois aliado está o que o profeta ensinou, e o facto de ele ter até anulado casamentos de mulheres muçulmanas que estavam casadas com não muçulmanas. Se o Orlando e outros pensam que são mais do que o profeta digam-no claramente aqui para sabermos.
O Orlando opina nalgo sem ser nenhum douto do Islão. O Islão não é para ser interpretado por qualquer pessoa sem formação islâmica em shariah, hadices tafsir do Alcorão e outras ciências teológicas. Não é para nenhum artesão ou comerciante, ou outro qualquer que não tenha formação teológica, interpretá-lo.
Não são factos, não é 100% fiável, pode ter sido por outras razões e o Alcorão prevalece a cima de tudo isso.
Não é preciso ser engenheiro para saber que não se pode construir um prédio sem pilares e com inclinação de 45º
Além do mais há tantos doutos que confirmam o que digo, tenha cuidado se os insultar estará a violar as regras.
O Alcorão não é algo especificado para alguém, não é nenhum Autocad, alias você até defende que as crianças o devem ler.
Se o Orlando pensa mesmo que é assim fique isto para si. Não nos imponha nem esteja a discutir sem fim porque já chega. Vou dar-lhe mais uma oportunidade a responder e dou-lhe parabéns por ter conseguido o seu objectivo de vêr este tópico trancado.
Não vou permitir mesmo que esta discussão continue sem fim, Chegou ao fim e fique na sua Orlando. Temos mais que fazer aqui.
Eu não sou hipócrita e divulgo para todos queiram saber a verdade, se calhar devia bloquear na sua casa as muitas paginas web incluindo o meu blog que desmistificam este assunto assim não se chateia.
O meu objectivo realmente foi concluído que foi você dar me razão e mostrar que está enganado, sim porque você quando vê não consegue ganhar um debate faz tipo ditador e tranca ou mais grave apaga o tópico ou post.
"Temos" ponto e virgula... Já reparou que é o unico.
Tranque lá o topico com a sua mensagem final a dizer que eu sou isto e aquilo...não é douto...quer reformar Islão...bla bla... muito maçador por isso vou trancar ou apagar o tópico.:srverde:
Como queira Tayeb. No hard feelings
w3
Peregrino
07-12-2008, 21:22
Judeus e cristãos são idolátras?
Não.
Não existe portanto qualquer impeditivo.
Descordam todos os muçulmanos, talvez uma minoria infima não, mas al-Quaeda é também composta por minioria infima e não representa o Isláo.
Vou trancar o tópico realçando de novo que o Alcorão diz:
Surata al-Maidah, versículo 5: "Está-vos permitido casardes com as castas, dentre as fiéis, e com as castas, dentre aquelas que receberam o Livro antes de vós, contanto que as doteis e passeis a viver com elas licitamente, não desatinadamente, nem as envolvendo em intrigas secretas. "
No último caso de surata al-Maidah é claro que só os homens podem casar com mulheres dos Povos do Livro. Não existe nenhum versículo a autorizar as mulheres. Porque haveria um versículo a autorizar os homens e não as mulheres? Porque não é permitido e isto comprova-se pela prática do profeta que até anulou casamento de mulheres que se converteram ao Islão e os seus maridos não. Todos muçulmanos sunitas e xiitas seguem este pensamento.
Porque este tópico não leva a nada, vou trancá-lo. Não cabe aos recém-convertidos ao Islão opinar sobre algo que é concensual entre os muçulmanos. Simplesmente as mulheres muçulmanas não podem casar com não muçulmanos.
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