Hanifa
11-07-2006, 22:48
Bom,
Em relação a História e as suas respectivas justificação, eu sei, logo aqui não necessito de explicações.
O que me faz confusão é outra coisa.
Ora pensem lá um pouco comigo. Vou explicar o meu raciocino.
Muhamad (saw) transmitiu-nos o sagrado Al-Corão. Isto porque Deus quis trazer o Homem novamente a razão. Já existia então uma distorção da mensagem de Jesus (saw) e alguns exageros da parte do Homem em relação a Vida.
Assim o último mensageiro de Deus, tentou mais uma vez unificar o Homem na fé.
Contudo, logo após a sua morte, o Homem entra em conflito em relação a sucessão.
Mas quem deu direito ao Homem de decidir que sucede ou não o último profeta. Tal como eu disse o último. Logo, não existe um sucessor.
O Homem tornou-se a esquecer do fundamental. De viver o melhor possível e fazer o melhor possível nesta vida para que agrade Deus e consiga as suas bênções para próxima.
Não será nesta separação que mais uma vez o Homem erra gravemente?
Porque em vez de o Homem se preocupar quem deve ou não ter sucedido ao último profeta na sua divulgação do Islão e de conseguir a Unificação, não se preocupa com a pobreza do seu vizinho, a doença do seu tio, a calamidade do seu irmão, a tristeza do seu próximo?
Não deve o Homem ler novamente o sagrado Al-Corão e tentar segui-lo da sua melhor maneira? Será que os políticos muçulmanos o fazem?
Agora com estas questões todas que coloco, digam-me fracamente, existe a necessidade da separação da religião Islâmica? Não deverá ser Única?
:?
Em relação a História e as suas respectivas justificação, eu sei, logo aqui não necessito de explicações.
O que me faz confusão é outra coisa.
Ora pensem lá um pouco comigo. Vou explicar o meu raciocino.
Muhamad (saw) transmitiu-nos o sagrado Al-Corão. Isto porque Deus quis trazer o Homem novamente a razão. Já existia então uma distorção da mensagem de Jesus (saw) e alguns exageros da parte do Homem em relação a Vida.
Assim o último mensageiro de Deus, tentou mais uma vez unificar o Homem na fé.
Contudo, logo após a sua morte, o Homem entra em conflito em relação a sucessão.
Mas quem deu direito ao Homem de decidir que sucede ou não o último profeta. Tal como eu disse o último. Logo, não existe um sucessor.
O Homem tornou-se a esquecer do fundamental. De viver o melhor possível e fazer o melhor possível nesta vida para que agrade Deus e consiga as suas bênções para próxima.
Não será nesta separação que mais uma vez o Homem erra gravemente?
Porque em vez de o Homem se preocupar quem deve ou não ter sucedido ao último profeta na sua divulgação do Islão e de conseguir a Unificação, não se preocupa com a pobreza do seu vizinho, a doença do seu tio, a calamidade do seu irmão, a tristeza do seu próximo?
Não deve o Homem ler novamente o sagrado Al-Corão e tentar segui-lo da sua melhor maneira? Será que os políticos muçulmanos o fazem?
Agora com estas questões todas que coloco, digam-me fracamente, existe a necessidade da separação da religião Islâmica? Não deverá ser Única?
:?