YiossufAdamgy
03-05-2006, 12:24
12 Provas de que Muhammad (s.a.w.) foi um Profeta de Deus
Coord. Por M. Yiossuf Adamgy
(in sua 14 ª. rubrica intitulada "O Islão em Foco", incluída no programa Zooby Zooby na RÁDIO MAIS, 93,7fm - 8/5/04)
Assalamu Alaikum:
Irmãos e irmãs de todo o Mundo! Com este ensaio pretendo dirigir-me, não apenas aos Muçulmanos, entre os quais me incluo, mas sim a todos os homens e mulheres, sejam estes de onde forem.
Peço Allah que me ajude, de modo a que este ensaio seja ouvido por muitos, e que esses corações o compreendam.
Muhammad, filho de 'Abdullah, é o Profeta de Deus e o Seu último Mensageiro envidado aos habitantes da Terra.
Irmão e irmãs de todo o Mundo, tendes que saber que o Mensageiro Muhammad (que a paz e as benções de Allah estejam com ele), é, na realidade e verdadeiramente, o Mensageiro de Allah. São abundantes as provas que o demonstram. Ninguém, com excepção de um descrente, embrenhado na sua própria arrogância, consegue negar os sinais que comprovam a veracidade de tal facto. Entre essas provas, podem referir-se as seguintes:
1. Muhammad (que a paz e as benções de Allah estejam com ele) cresceu iletrado, incapaz de ler ou de escrever. Entre o seu povo, Muhammad era tido como uma pessoa verdadeira e de confiança. Antes de receber a Revelação, Muhammad não possuía conhecimento religioso algum, ou de qualquer Mensagem anteriormente revelada. Esta situação manteve-se durante os seus primeiros quarenta anos de vida, até ao momento em que Muhammad recebeu a Revelação, sob a forma do Alcorão, Livro ao qual agora temos acesso. O Alcorão faz menção à gran- de maioria dos acontecimentos referidos nas Escrituras anteriormente reveladas, relatando-nos esses mesmos eventos em grande pormenor, como se os estivéssemos a testemunhar pessoalmente. No entanto, nem os Judeus, nem os Cristãos, conseguiram acreditar nele ou naquilo que ele dizia.
2. Muhammad (que a paz e as benções de Allah estejam com ele) predisse também tudo aquilo que lhe sucederia e à comunidade que se lhe seguiria, no que se referia à vitória, ao fim dos reinados tirânicos dos Chosroes (título real concedido aos reis Zoroastrianos da Pérsia) e de César, e ao estabelecimento da religião Islâmica por toda a Terra. Tais a- contecimentos sucederam exactamente como Muhammad havia dito, como se ele tivesse acesso a um livro aberto, e estivesse a ler o futuro nesse mesmo livro.
3. Muhammad (que a paz e as benções de Allah estejam com ele) apresentou igualmente um Alcorão Arábico, que corresponde ao ponto máximo da eloquência e da clareza. O Alcorão desafiou os Árabes eloquentes e fluentes, de então, a apresentarem um único capítulo idêntico aos contidos no Alcorão. Os eloquentes Árabes da época foram incapazes de contestar o Alcorão. De facto, e até aos dias de hoje, ninguém se atreveu a afirmar ser capaz de compor palavras idênticas ou, de certa forma, próximas, ao preceito, à graça, à beleza e ao esplendor encontrados no Glorioso Alcorão, na línguagem arábica.
4. A vida deste Nobre Profeta constitui um exemplo perfeito de integridade, misericórdia, compaixão, fiabilidade, coragem, generosidade, distanciamento de qualquer carácter maldoso e de renúncia a todas as questões mundanas, esforçando-se, apenas, em obter a sua recompensa no Além. Para além disso, em todos os seus actos e atitudes, Muhammad (s.a.w.) revelou-se sempre prestimoso e temeroso para com Allah.
5. Allah infundiu um grande amor por Muhammad (que a paz e as benções de Allah estejam com ele) no coração de todos aqueles que nele acreditaram e o conheceram. A dimensão deste amor era tal que, de boa vontade, qualquer um dos seus companheiros se sacrificaria por ele, ou sacrificaria o seu pai ou a sua mãe. Ainda hoje, aqueles que honram, amam e acreditam em Muhammad o fariam. Qualquer um daqueles que nele acredita libertar-se-ia da sua própria família e bens para o ver, nem que fosse por uma única vez apenas.
6. Nunca a História preservou a biografia de uma pessoa, como preservou a de Muhammad, que é a personagem mais influente da toda a História. E nem nunca existiu outra pessoa que, ainda hoje, seja recordada todas as manhãs e tardes, assim como várias vezes ao dia, por aqueles que nela acreditam. Ao recordarem-se de Muhammad, os seus crentes saúdam-no e suplicam a Allah para que Este o abençoe. Eles fazem-no de coração e verdadeiro amor para com Muhammad (s.a.w.).
7. E nem nunca existiu à face da Terra um homem que, ainda hoje, seja imitado em todos os seus actos por aqueles que nele acreditam. Aqueles que acreditam em Muhammad, muitos há os que dormem como ele dormia; todos purificam-se (através do riual da ablução) tal como ele se purificava; e muitos comem, bebem e vestem-se da mesma maneira que ele. De facto, e em todos os aspectos da sua vida, os que acreditam em Muhammad seguem os seus ensinamentos e o caminho por este trilhado, enquanto viveu.
Em cada uma das gerações, desde o tempo de Muhammad até aos dias de hoje, os que acreditam neste Nobre Profeta aderiram plenamente aos seus ensinamentos. Em alguns casos, esta adesão chegou ao ponto das pessoas desejarem imitar a maneira do Profeta lidar com questões suas pessoais, isto relativo a exigências que não lhes haviam sido colocadas por Allah no que respeita ao culto. Por exemplo, algumas destas pessoas ingerem apenas a comida de que o Mensageiro gostava, ou usam apenas as vestes que ele apreciava.
Sem falar que, todos aqueles que acreditam em Muhammad (s.a.w.), repetem os louvores a Allah, as orações específicas e as invocações por ele proferidas durante o dia e a noite. Por exemplo, repetem o que era dito por ele quando saudava as pessoas, quando entrava ou saía de casa, quando entrava ou saía da Mesquita, quando entrava e saía do banho, quando ia dormir ou acordava, aquando do quarto-crescente, quando via as árvores com fruto, quando comia, bebia, vestia-se, montava a cavalo, viajava e voltava de viagem, etc. E isto sem dizer que, todos aqueles que acreditam em Muhammad (s.a.w.), levam a cabo, minuciosamente, cada acto relacionado com o culto, como é o caso da oração, do jejum, da caridade e da peregrinação, conforme ensinado e concretizado por este Nobre Mensageiro (que a paz e as benções de Allah estejam com ele). Tudo isto permite àqueles que nele acreditam viver as suas vidas em concordância com o exemplo dado por este Nobre Mensageiro, como se ele estivesse perante eles, para que o seguissem em todos os seus actos.
8. Nunca houve, e nem nunca haverá, um homem à face da Terra que tenha recebido amor, respeito, honra e obediência (tanto em questões grandes, como pequenas) idênticos aos recebidos por este Nobre Profeta.
9. Desde a sua época, em qualquer lugar da Terra e em qualquer período da História, que este Nobre Profeta tem sido seguido por seres humanos de todas as raças, cores e povos. Muitos daqueles que optaram por segui-lo eram, anteriormente, Cristãos, Judeus, pagãos, idólatras ou ateus. Entre aqueles que escolheram seguí-lo, encontram-se pessoas conhecidas pelo seu profundo poder de julgamento, pela sua sabedoria, reflexão e previdência. Estas pessoas optaram por seguir este Nobre Profeta após terem testemunhado a veracidade e a evidência dos seus actos e milagres. Eles não escolheram segui-lo por compulsão ou coerção, e nem por ser essa a religião de seus pais. De facto, muitos dos seguidores do Profeta (s.a.w.) escolheram seguí-lo ainda na época em que o Islão era uma religião fraca, quando existiam poucos Muçulmanos, e quando os seus seguidores eram vítimas de ferozes perseguições. Muitos dos que optaram por seguir este Profeta (s.a.w) não o fizeram com a intenção de obterem algum benefício material. Na verdade, o resultado para muitos daqueles que escolheram seguí-lo, foi serem vítimas de enormes prejuízos e perseguições. Contudo, e não obstante estes prejuízos e estas perseguições, estas pessoas não renunciaram à sua religião. Tudo isto indica, claramente, seja a quem for, desde que possuidor de bom senso, que este Profeta era verdadeiramente o Mensageiro de Deus, e não apenas um homem que reivindicava ser um Profeta ou falava a respeito de Deus, sem qualquer conhecimento de base.
10. Com tudo isto, Muhammad (s.a.w.) conseguiu instaurar uma grande religião no que respeita ao seu credo e à sua constituição legal. Na descrição que Muhammad (s.a.w.) fez de Deus, atribuiu-Lhe qualidades que fazem d?Ele a perfeição plena e, ao mes- mo tempo, fê-lo de uma maneira que não permite imputar-Lhe imperfeição alguma. Nunca filósoo algum, ou sábio, conseguiu descrever Deus desta forma. De facto, é impossível imaginar uma mente humana capaz de conceber um Ser detentor desta capacidade, deste conhecimento e grandiosidade plenos, ao Qual toda a criação se encontra submetida; que envolve tudo o que existe no Universo, seja grande ou pequeno; e que possui uma tão perfeita misericórdia. E nem ser humano algum é capaz de estabelecer um sistema legal perfeito, baseado na justiça, na igualdade, na misericórdia e na objectividade no que respeita a toda a actividade humana, como o fez Muhammad (s.a.w.), que instaurou leis dirigidas a todas as esferas da vida humana, como é o caso da compra e venda, do casamento e do divórcio, do arrendamento, do prestar testemunho, da custódia e de outras questões necessárias para a manutenção da vida e da civilização na Terra.
11. É impossível a uma pessoa, seja ela quem for, conceber um carácter sagaz, de bons princípios morais e nobre, como o que este honrado Profeta (s.a.w.) apresentou. De uma maneira plena e completa, Muhammad (s.a.w.) difundiu ensinamentos relativos ao nosso carácter e às nossas maneiras para com os nossos pais, parentes, amigos, familiares, para com a Humanidade em geral, os animais, as plantas e os objectos inanimados. É impossível à mente humana, sozinha, compreender todos estes ensinamentos, ou aparecer com ensinamentos idênticos. Tudo isto indica, inequivocamente, que este Mensageiro nada estabeleceu na sua religião vindo apenas de si; pelo contrário, indica que os ensinamentos e a inspiração por ele recebidos provêm d?Aquele que criou a Terra e o Céu, o Universo e a sua arquitectura milagrosa e perfeita.
12. O credo e a constituição legal da religião estabelecida pelo Profeta Muhammad (s.a.w.) assemelham-se ao engenho que criou a Terra e o Céu. Tudo isto indica que Ele, Aquele que criou os Céus e a Terra, foi Quem enviou esta grandiosa Lei e esta final, justa e completa religião. O grau de inimitabilidade da Lei Divina revelada a Muhammad é idêntico ao grau de inimitabilidade da criação Divina dos Céus e da Terra. Da mesma maneira que é impossível à Humanidade criar o Universo, também lhe é impossível criar uma Lei idêntica à criada por Deus, a qual Ele revelou ao Seu servo e Mensageiro, Muhammad (s.a.w.).
Wassalam Alaikum W. W.
Coord. Por M. Yiossuf Adamgy
(in sua 14 ª. rubrica intitulada "O Islão em Foco", incluída no programa Zooby Zooby na RÁDIO MAIS, 93,7fm - 8/5/04)
Assalamu Alaikum:
Irmãos e irmãs de todo o Mundo! Com este ensaio pretendo dirigir-me, não apenas aos Muçulmanos, entre os quais me incluo, mas sim a todos os homens e mulheres, sejam estes de onde forem.
Peço Allah que me ajude, de modo a que este ensaio seja ouvido por muitos, e que esses corações o compreendam.
Muhammad, filho de 'Abdullah, é o Profeta de Deus e o Seu último Mensageiro envidado aos habitantes da Terra.
Irmão e irmãs de todo o Mundo, tendes que saber que o Mensageiro Muhammad (que a paz e as benções de Allah estejam com ele), é, na realidade e verdadeiramente, o Mensageiro de Allah. São abundantes as provas que o demonstram. Ninguém, com excepção de um descrente, embrenhado na sua própria arrogância, consegue negar os sinais que comprovam a veracidade de tal facto. Entre essas provas, podem referir-se as seguintes:
1. Muhammad (que a paz e as benções de Allah estejam com ele) cresceu iletrado, incapaz de ler ou de escrever. Entre o seu povo, Muhammad era tido como uma pessoa verdadeira e de confiança. Antes de receber a Revelação, Muhammad não possuía conhecimento religioso algum, ou de qualquer Mensagem anteriormente revelada. Esta situação manteve-se durante os seus primeiros quarenta anos de vida, até ao momento em que Muhammad recebeu a Revelação, sob a forma do Alcorão, Livro ao qual agora temos acesso. O Alcorão faz menção à gran- de maioria dos acontecimentos referidos nas Escrituras anteriormente reveladas, relatando-nos esses mesmos eventos em grande pormenor, como se os estivéssemos a testemunhar pessoalmente. No entanto, nem os Judeus, nem os Cristãos, conseguiram acreditar nele ou naquilo que ele dizia.
2. Muhammad (que a paz e as benções de Allah estejam com ele) predisse também tudo aquilo que lhe sucederia e à comunidade que se lhe seguiria, no que se referia à vitória, ao fim dos reinados tirânicos dos Chosroes (título real concedido aos reis Zoroastrianos da Pérsia) e de César, e ao estabelecimento da religião Islâmica por toda a Terra. Tais a- contecimentos sucederam exactamente como Muhammad havia dito, como se ele tivesse acesso a um livro aberto, e estivesse a ler o futuro nesse mesmo livro.
3. Muhammad (que a paz e as benções de Allah estejam com ele) apresentou igualmente um Alcorão Arábico, que corresponde ao ponto máximo da eloquência e da clareza. O Alcorão desafiou os Árabes eloquentes e fluentes, de então, a apresentarem um único capítulo idêntico aos contidos no Alcorão. Os eloquentes Árabes da época foram incapazes de contestar o Alcorão. De facto, e até aos dias de hoje, ninguém se atreveu a afirmar ser capaz de compor palavras idênticas ou, de certa forma, próximas, ao preceito, à graça, à beleza e ao esplendor encontrados no Glorioso Alcorão, na línguagem arábica.
4. A vida deste Nobre Profeta constitui um exemplo perfeito de integridade, misericórdia, compaixão, fiabilidade, coragem, generosidade, distanciamento de qualquer carácter maldoso e de renúncia a todas as questões mundanas, esforçando-se, apenas, em obter a sua recompensa no Além. Para além disso, em todos os seus actos e atitudes, Muhammad (s.a.w.) revelou-se sempre prestimoso e temeroso para com Allah.
5. Allah infundiu um grande amor por Muhammad (que a paz e as benções de Allah estejam com ele) no coração de todos aqueles que nele acreditaram e o conheceram. A dimensão deste amor era tal que, de boa vontade, qualquer um dos seus companheiros se sacrificaria por ele, ou sacrificaria o seu pai ou a sua mãe. Ainda hoje, aqueles que honram, amam e acreditam em Muhammad o fariam. Qualquer um daqueles que nele acredita libertar-se-ia da sua própria família e bens para o ver, nem que fosse por uma única vez apenas.
6. Nunca a História preservou a biografia de uma pessoa, como preservou a de Muhammad, que é a personagem mais influente da toda a História. E nem nunca existiu outra pessoa que, ainda hoje, seja recordada todas as manhãs e tardes, assim como várias vezes ao dia, por aqueles que nela acreditam. Ao recordarem-se de Muhammad, os seus crentes saúdam-no e suplicam a Allah para que Este o abençoe. Eles fazem-no de coração e verdadeiro amor para com Muhammad (s.a.w.).
7. E nem nunca existiu à face da Terra um homem que, ainda hoje, seja imitado em todos os seus actos por aqueles que nele acreditam. Aqueles que acreditam em Muhammad, muitos há os que dormem como ele dormia; todos purificam-se (através do riual da ablução) tal como ele se purificava; e muitos comem, bebem e vestem-se da mesma maneira que ele. De facto, e em todos os aspectos da sua vida, os que acreditam em Muhammad seguem os seus ensinamentos e o caminho por este trilhado, enquanto viveu.
Em cada uma das gerações, desde o tempo de Muhammad até aos dias de hoje, os que acreditam neste Nobre Profeta aderiram plenamente aos seus ensinamentos. Em alguns casos, esta adesão chegou ao ponto das pessoas desejarem imitar a maneira do Profeta lidar com questões suas pessoais, isto relativo a exigências que não lhes haviam sido colocadas por Allah no que respeita ao culto. Por exemplo, algumas destas pessoas ingerem apenas a comida de que o Mensageiro gostava, ou usam apenas as vestes que ele apreciava.
Sem falar que, todos aqueles que acreditam em Muhammad (s.a.w.), repetem os louvores a Allah, as orações específicas e as invocações por ele proferidas durante o dia e a noite. Por exemplo, repetem o que era dito por ele quando saudava as pessoas, quando entrava ou saía de casa, quando entrava ou saía da Mesquita, quando entrava e saía do banho, quando ia dormir ou acordava, aquando do quarto-crescente, quando via as árvores com fruto, quando comia, bebia, vestia-se, montava a cavalo, viajava e voltava de viagem, etc. E isto sem dizer que, todos aqueles que acreditam em Muhammad (s.a.w.), levam a cabo, minuciosamente, cada acto relacionado com o culto, como é o caso da oração, do jejum, da caridade e da peregrinação, conforme ensinado e concretizado por este Nobre Mensageiro (que a paz e as benções de Allah estejam com ele). Tudo isto permite àqueles que nele acreditam viver as suas vidas em concordância com o exemplo dado por este Nobre Mensageiro, como se ele estivesse perante eles, para que o seguissem em todos os seus actos.
8. Nunca houve, e nem nunca haverá, um homem à face da Terra que tenha recebido amor, respeito, honra e obediência (tanto em questões grandes, como pequenas) idênticos aos recebidos por este Nobre Profeta.
9. Desde a sua época, em qualquer lugar da Terra e em qualquer período da História, que este Nobre Profeta tem sido seguido por seres humanos de todas as raças, cores e povos. Muitos daqueles que optaram por segui-lo eram, anteriormente, Cristãos, Judeus, pagãos, idólatras ou ateus. Entre aqueles que escolheram seguí-lo, encontram-se pessoas conhecidas pelo seu profundo poder de julgamento, pela sua sabedoria, reflexão e previdência. Estas pessoas optaram por seguir este Nobre Profeta após terem testemunhado a veracidade e a evidência dos seus actos e milagres. Eles não escolheram segui-lo por compulsão ou coerção, e nem por ser essa a religião de seus pais. De facto, muitos dos seguidores do Profeta (s.a.w.) escolheram seguí-lo ainda na época em que o Islão era uma religião fraca, quando existiam poucos Muçulmanos, e quando os seus seguidores eram vítimas de ferozes perseguições. Muitos dos que optaram por seguir este Profeta (s.a.w) não o fizeram com a intenção de obterem algum benefício material. Na verdade, o resultado para muitos daqueles que escolheram seguí-lo, foi serem vítimas de enormes prejuízos e perseguições. Contudo, e não obstante estes prejuízos e estas perseguições, estas pessoas não renunciaram à sua religião. Tudo isto indica, claramente, seja a quem for, desde que possuidor de bom senso, que este Profeta era verdadeiramente o Mensageiro de Deus, e não apenas um homem que reivindicava ser um Profeta ou falava a respeito de Deus, sem qualquer conhecimento de base.
10. Com tudo isto, Muhammad (s.a.w.) conseguiu instaurar uma grande religião no que respeita ao seu credo e à sua constituição legal. Na descrição que Muhammad (s.a.w.) fez de Deus, atribuiu-Lhe qualidades que fazem d?Ele a perfeição plena e, ao mes- mo tempo, fê-lo de uma maneira que não permite imputar-Lhe imperfeição alguma. Nunca filósoo algum, ou sábio, conseguiu descrever Deus desta forma. De facto, é impossível imaginar uma mente humana capaz de conceber um Ser detentor desta capacidade, deste conhecimento e grandiosidade plenos, ao Qual toda a criação se encontra submetida; que envolve tudo o que existe no Universo, seja grande ou pequeno; e que possui uma tão perfeita misericórdia. E nem ser humano algum é capaz de estabelecer um sistema legal perfeito, baseado na justiça, na igualdade, na misericórdia e na objectividade no que respeita a toda a actividade humana, como o fez Muhammad (s.a.w.), que instaurou leis dirigidas a todas as esferas da vida humana, como é o caso da compra e venda, do casamento e do divórcio, do arrendamento, do prestar testemunho, da custódia e de outras questões necessárias para a manutenção da vida e da civilização na Terra.
11. É impossível a uma pessoa, seja ela quem for, conceber um carácter sagaz, de bons princípios morais e nobre, como o que este honrado Profeta (s.a.w.) apresentou. De uma maneira plena e completa, Muhammad (s.a.w.) difundiu ensinamentos relativos ao nosso carácter e às nossas maneiras para com os nossos pais, parentes, amigos, familiares, para com a Humanidade em geral, os animais, as plantas e os objectos inanimados. É impossível à mente humana, sozinha, compreender todos estes ensinamentos, ou aparecer com ensinamentos idênticos. Tudo isto indica, inequivocamente, que este Mensageiro nada estabeleceu na sua religião vindo apenas de si; pelo contrário, indica que os ensinamentos e a inspiração por ele recebidos provêm d?Aquele que criou a Terra e o Céu, o Universo e a sua arquitectura milagrosa e perfeita.
12. O credo e a constituição legal da religião estabelecida pelo Profeta Muhammad (s.a.w.) assemelham-se ao engenho que criou a Terra e o Céu. Tudo isto indica que Ele, Aquele que criou os Céus e a Terra, foi Quem enviou esta grandiosa Lei e esta final, justa e completa religião. O grau de inimitabilidade da Lei Divina revelada a Muhammad é idêntico ao grau de inimitabilidade da criação Divina dos Céus e da Terra. Da mesma maneira que é impossível à Humanidade criar o Universo, também lhe é impossível criar uma Lei idêntica à criada por Deus, a qual Ele revelou ao Seu servo e Mensageiro, Muhammad (s.a.w.).
Wassalam Alaikum W. W.